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CASAN recebe missão internacional para ampliar investimentos em saneamento

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03/06/26

SAAE obtém renovação da Licença de Operação da ETE após melhorias e adequações

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SAAE obtém renovação da Licença de Operação da ETE após melhorias e adequações

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10, 11, 12, 13 e 14

Maio

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09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

25, 26 e 27

Maio

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08::00 - 17:00

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01 ,02, 03

Junho

Curso presencial: Transientes Hidráulicos 2026

08:30 - 17:30

São Paulo - SP

18, 19

Junho

Curso Online de Fiscalização de Serviços em Saneamento

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

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Fórum Novo Saneamento 2026

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Fenasan 2026

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SANEA Brasil 2026

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A CASAN (Companhia Catarinense de Águas e Saneamento) recebeu, durante a última semana, missão oficial da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD). A agenda fez parte da etapa de análise e instrução da operação de crédito de 150 milhões de euros que a Companhia está estruturando junto à Agência, com previsão de conclusão ainda em 2026. Os recursos serão destinados a apoiar investimentos em saneamento em Santa Catarina.

Ao longo da missão, foram realizadas reuniões técnicas com diferentes áreas da Companhia, com foco na avaliação da estrutura institucional, do desempenho operacional, da gestão financeira, da governança corporativa, da gestão de riscos, da sustentabilidade e da estratégia climática. A programação também incluiu visita técnica à Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) João Paulo, em Florianópolis, permitindo à missão conhecer, de forma direta, aspectos operacionais e de infraestrutura relacionados à prestação dos serviços.

“A presença da missão da AFD é um sinal relevante de confiança na trajetória da CASAN e na importância dos investimentos em saneamento para Santa Catarina. A operação em estruturação representa uma oportunidade concreta para ampliar a capacidade de investimento da Companhia em obras que geram impacto direto em saúde pública, preservação ambiental e qualidade de vida”, destaca o presidente da CASAN, Pedro Joel Horstmann.

A AFD é uma instituição financeira pública da França que atua no Brasil e em mais de 150 países fornecendo recursos focados em desenvolvimento sustentável, clima, inclusão social e infraestrutura. Sendo o primeiro Banco de Desenvolvimento 100% alinhado com o Acordo de Paris, a Agência prioriza projetos que promovam a conservação ambiental e a melhoria do acesso a serviços essenciais, como água e esgotamento sanitário.

A CASAN já executou projetos com financiamento da AFD em municípios catarinenses, incluindo ações de implantação e ampliação de sistemas de esgotamento sanitário. Entre os municípios contemplados estão Braço do Norte, Canoinhas, Santo Amaro da Imperatriz, Curitibanos, Indaial, Ibirama, Piratuba, Chapecó, Ituporanga e Otacílio Costa.

“A missão permite aprofundar a análise financeira, técnica, ambiental e social da Companhia, com base em evidências, indicadores e informações estruturadas. Esse processo é importante para demonstrar a capacidade da CASAN de planejar, financiar e executar investimentos de longo prazo, considerando também os riscos, os compromissos regulatórios e as escolhas de priorização próprias de um ciclo intensivo de obras. A operação em estruturação com a AFD poderá contribuir para ampliar a coleta e o tratamento de esgoto, fortalecer a segurança hídrica e apoiar o cumprimento progressivo das metas do Novo Marco Legal do Saneamento”, afirma o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da CASAN, Carlos Ivan Sturzbecher.

Os trabalhos da missão continuam agora com o apoio de consultores contratados pela AFD, que darão sequência à avaliação técnica dos temas relacionados à operação em estruturação. Essa etapa integra o processo regular de diligência da Agência e subsidiará a análise pelas suas instâncias competentes. A CASAN segue colaborando tecnicamente com a missão, observando critérios de governança, transparência e responsabilidade na gestão das informações, com o objetivo de concluir a estruturação da operação ainda em 2026.

CASAN recebe missão internacional para ampliar investimentos em saneamento

Após 18 meses de intenso trabalho técnico, operacional e ambiental, o SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgotos) de Itapira obteve junto à CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) a renovação da Licença de Operação da Estação de Tratamento de Esgotos (ETE), documento essencial para a regularidade e o funcionamento do sistema de tratamento de esgoto do município.

A nova licença foi emitida no dia 28 de maio e representa um importante avanço para o saneamento ambiental de Itapira, além de reconhecer o conjunto de adequações, investimentos e melhorias promovidos pela autarquia para atender às exigências técnicas estabelecidas pelo órgão ambiental estadual.

Durante o processo de renovação da licença, a CETESB estabeleceu uma série de exigências técnicas e operacionais voltadas à modernização e ao aprimoramento dos processos da Estação de Tratamento de Esgotos. Para atender às condicionantes, o SAAE promoveu investimentos e intervenções que resultaram em avanços significativos na eficiência operacional e ambiental da unidade.

Entre as principais ações executadas estão a dragagem e o desassoreamento das lagoas de tratamento, a implantação do sistema de desinfecção de efluentes, a reativação da Estação de Tratamento de Lodo e a realização de estudos técnicos voltados ao monitoramento e à avaliação da eficiência do processo de tratamento.

Além do atendimento às exigências ambientais, a autarquia também realizou melhorias estruturais próprias. Foram instalados novos aeradores para ampliar a oxigenação das lagoas de aeração, aumentando a eficiência biológica do tratamento, além da implantação de um novo sistema de gradeamento para retenção de sólidos, reduzindo impactos operacionais e contribuindo para um melhor desempenho da estação.

A Licença de Operação possui validade de dois anos e prevê novas condicionantes técnicas, entre elas a apresentação de um plano de investimentos, a continuidade das melhorias estruturais na ETE e a elaboração de estudos ambientais complementares para acompanhamento da Companhia Ambiental.

Mesmo depois da obtenção da licença, o SAAE segue investindo na aquisição de novos equipamentos para as estações elevatórias, na modernização dos sistemas de bombeamento e no aperfeiçoamento contínuo dos métodos de tratamento dos esgotos domésticos do município.

Para o presidente da autarquia, Carlos Vitório Boretti Ornellas, a obtenção dessa renovação representa um marco importante para o saneamento de Itapira. “A renovação da Licença de Operação representa não apenas a regularização da ETE perante os órgãos fiscalizadores, mas também o reconhecimento de todo o esforço técnico desenvolvido ao longo desses últimos meses. Esse resultado consolida uma nova etapa de recuperação, eficiência operacional e compromisso com a preservação dos recursos hídricos e da saúde pública da nossa cidade”, destacou.

SAAE obtém renovação da Licença de Operação da ETE após melhorias e adequações

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) de Alagoinhas marcou presença no 54º Congresso Nacional de Saneamento (Assemae 2026), um dos principais eventos do setor de saneamento básico do Brasil. O evento aconteceu de 25 a 30 de maio, em Caxias do Sul (RS) e contou com a participação de sete integrantes da equipe técnica e administrativa da autarquia. Durante o Fórum de Especialistas 2, o diretor-geral do Saae, Renavan Sobrinho, fez palestra sobre Participação Social, Comunicação e Educação Sanitária.

O evento reuniu especialistas, gestores públicos, pesquisadores e representantes de entidades ligadas às áreas de saneamento para debaterem políticas públicas voltadas à construção de soluções para universalização dos serviços de água e esgoto no Brasil. O fórum também debateu experiências bem-sucedidas de comunicação pública, educação sanitária e transparência na gestão dos serviços. Entre os temas abordados estiveram a conscientização sobre o uso racional da água, projetos educativos voltados às escolas e iniciativas para ampliar o diálogo entre prestadores de serviços e a população.

Diante de representantes de autarquias, movimentos sociais e órgãos federais que discutiram estratégias voltadas à universalização do saneamento no Brasil, Renavan destacou os desafios enfrentados pelas comunidades rurais e a importância da integração entre políticas públicas, participação popular e gestão eficiente dos serviços de saneamento. Na opinião dele, “o envolvimento das associações comunitárias é fundamental para garantir que os investimentos realizados atendam às necessidades reais da população”.

“A saúde das pessoas é a principal entrega de um bom saneamento. Por isso, é fundamental que as comunidades participem das decisões e que as ações sociais continuem mesmo após a conclusão das obras. O saneamento transforma a qualidade de vida e promove desenvolvimento”, afirma Renavan.

Segundo o diretor-geral, eventos como o Congresso Assemae contribuem para o fortalecimento da autarquia e para a busca contínua de soluções inovadoras que possam ser aplicadas em Alagoinhas. “Encontros dessa dimensão permitem a troca de experiências com gestores de todo o país, o conhecimento de boas práticas e o acesso a novas tecnologias e metodologias. Tudo isso contribui para aprimorar os serviços prestados à população de Alagoinhas e fortalecer o saneamento público como instrumento de saúde, cidadania e desenvolvimento”, ressalta.

Equipe técnica e administrativa

Além de Renavan, representaram o Saae no evento Edcarlos Santos Cerqueira, Ivanei dos Santos Simão, José Raimundo de Santana dos Santos, João Souza de Brito, Marcelo Miranda Souza e Gilson Guimarães Santos. A equipe participou de debates, painéis e atividades voltadas ao fortalecimento dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário. Além disso, a comissão teve a oportunidade de conhecer projetos desenvolvidos por outros municípios brasileiros, ampliando o intercâmbio de conhecimentos e fortalecendo parcerias para futuras ações.

Para o coordenador de Redes e Ramais de Água, Ivanei Simão, representar o Saae neste congresso foi uma experiência enriquecedora. “Além da troca de conhecimentos e do contato com novas tecnologias e soluções para o saneamento, a participação em eventos como este demonstra a valorização dos servidores e o compromisso da instituição em qualificar sua equipe”, afirma. Segundo ele, “todo aprendizado adquirido retornará para a autarquia em forma de novas ideias e melhorias que podem contribuir diretamente para a qualidade dos serviços prestados à população”.

Em congresso da Assemae, Saae de Alagoinhas reforça compromisso com universalização do saneamento

A Sanepar, companhia de saneamento do Paraná, chegou a avaliar a participação na privatização da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais), mas decidiu ficar de fora do processo após não conseguir estruturar uma parceria para disputar o controle da empresa mineira.

A informação foi confirmada nesta segunda-feira (1º) pela estatal paranaense. Em entrevista à CNN antes da decisão, o presidente da companhia, Wilson Bley, havia afirmado que uma eventual entrada na disputa dependia da formação de um grupo de investidores e de análises detalhadas sobre os riscos e oportunidades da operação.

Segundo o executivo, a participação da Sanepar estava sendo considerada de forma cautelosa e somente ocorreria ao lado de parceiros estratégicos. “Se os parceiros tiverem esse interesse de aproximação, nós temos uma capacidade técnica já provada e colocada que pode ser utilizada e quem sabe [possamos] trazer benefícios para essa privatização”, afirmou à reportagem.

O executivo também destacou que as recentes alterações promovidas pelo governo mineiro no cronograma e nas condições da oferta exigiram novas avaliações por parte dos potenciais interessados.

Privatização enfrenta questionamentos
A declaração ocorre em meio às discussões sobre o modelo de privatização da Copasa adotado pelo governo de Minas Gerais.

O processo prevê a venda de parte das ações detidas pelo estado por meio de uma oferta pública secundária na B3. O investidor de referência poderá adquirir até 30% da companhia e assumir seu controle, enquanto o governo mineiro manterá poderes de veto em decisões consideradas estratégicas.

Na semana passada, o governo definiu o preço mínimo da oferta em R$ 47,23 por ação. A precificação definitiva está prevista para 11 de junho, com liquidação da operação em 16 de junho.

O modelo, no entanto, vem sendo alvo de críticas. O Sindágua-MG (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Purificação e Distribuição de Água e em Serviços de Esgotos do Estado de Minas Gerais) afirma que as propostas apresentadas até agora podem representar uma defasagem de aproximadamente R$ 3,1 bilhões em relação ao valor que a companhia poderia alcançar, considerando projeções de mercado para as ações.

Além disso, especialistas têm apontado dúvidas sobre a estrutura da operação, especialmente após o adiamento de etapas do processo e a redução do número de potenciais interessados. A expectativa inicial do governo era atrair um grupo maior de participantes para aumentar a concorrência e potencialmente elevar o valor arrecadado na privatização.

Até o momento, somente a Aegea Saneamento e a Equatorial Energia apresentaram proposta. A Sabesp, que chegou a ser apontada pelo mercado como uma possível interessada, decidiu não participar do processo. A eventual entrada da Sanepar, ainda que por meio de um consórcio, poderia ampliar a concorrência na reta final da operação.

Sanepar esperava parceiros para entrar na privatização da Copasa

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