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Município de Tupã, no interior de São Paulo, recebe mais de R$ 4 milhões em obras de esgoto

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28/04/26

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10, 11, 12, 13 e 14

Maio

O mega desafio trazido pela Nova Lei 14133/2021 de Licitações

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

25, 26 e 27

Maio

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08::00 - 17:00

Sede de AESabesp

01 ,02, 03

Junho

Curso presencial: Transientes Hidráulicos 2026

08:30 - 17:30

São Paulo - SP

18, 19

Junho

Curso Online de Fiscalização de Serviços em Saneamento

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

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Fenasan 2026

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O município de Tupã vai receber um investimento de R$ 4 milhões em obras para implantação de um sistema de esgotamento sanitário na cidade, atendendo ao compromisso de ampliação do acesso e universalização do saneamento básico..

As obras beneficiarão diretamente 279 moradores do bairro Delta Ville, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e o desenvolvimento sustentável da cidade. A previsão é de conclusão até o final de maio.

A ação integra o conjunto de investimentos da Sabesp voltados à universalização do saneamento no estado de São Paulo, ampliando o acesso da população aos serviços de coleta e tratamento de esgoto, que se tornou possível após a desestatização promovida pelo Governo de São Paulo.

A iniciativa contribui para a preservação ambiental e a valorização da infraestrutura urbana, com reflexos positivos na atração de novos investimentos e no desenvolvimento local.

“O saneamento básico é essencial para a saúde pública e para o crescimento das cidades. Com este investimento, Tupã avança em direção a um futuro mais saudável e sustentável”, destaca Fábio Nunes, gerente regional da Sabesp.

Município de Tupã, no interior de São Paulo, recebe mais de R$ 4 milhões em obras de esgoto

A Sabesp (SBSP3) comunicou ao mercado nesta segunda-feira (27) os detalhes do desdobramento de suas ações ordinárias, operação que será submetida à aprovação dos acionistas em Assembleia Geral Extraordinária marcada para amanhã, 28 de abril de 2026.

Se aprovada, cada ação ordinária da companhia será convertida em 5 ações, na proporção de 1 para 5 — ou seja, cada acionista receberá 4 papéis adicionais para cada unidade que já detiver. O capital social da empresa permanece inalterado, assim como a participação proporcional de cada investidor no quadro acionário.

Como funcionará na prática
Para os investidores que negociam as ações na B3, o cronograma é o seguinte: a data-base para ter direito ao desdobramento é 28 de abril. A partir do dia 29, os papéis já passam a ser negociados em condição ex-desdobramento — ou seja, com o preço ajustado à nova quantidade. Os 4 créditos adicionais por ação serão efetivados no dia 30 de abril, mas só aparecerão na posição dos investidores na abertura do mercado do dia 4 de maio. A instituição responsável pelo processo é o Itaú Unibanco, escriturador e custodiante da Companhia.

Para os detentores de ADRs (American Depositary Receipts) negociados na Bolsa de Nova York (NYSE), o calendário é ligeiramente diferente. O direito aos novos ADRs será estabelecido em 30 de abril, na mesma proporção de 4 adicionais para cada ADR já detido. A distribuição efetiva ocorrerá em 6 de maio, e a negociação em condição ex-desdobramento na NYSE só começa a partir de 7 de maio. O depositário responsável é o Bank of New York Mellon (BNY).

Vale destacar que a proporção entre ADR e ação ordinária não muda: cada ADR continuará representando 1 ação ordinária. Não serão emitidos ADRs fracionários. Durante o período de 30 de abril a 7 de maio, os livros do BNY estarão fechados para transferências entre B3 e NYSE, mas os papéis seguirão sendo negociados normalmente em ambos os mercados.

O que muda para o investidor
Do ponto de vista econômico, o desdobramento não altera a riqueza do acionista — o preço de cada papel cai proporcionalmente ao aumento na quantidade de ações. A operação tem como efeito prático aumentar a liquidez dos papéis, tornando-os mais acessíveis a pequenos investidores ao reduzir o valor unitário de cada ação. Os direitos associados às novas ações são idênticos aos das já existentes, incluindo o recebimento de dividendos, juros sobre capital próprio e demais proventos que a empresa venha a distribuir.

Sabesp irá desdobrar ações na proporção de 1 para 5

O governo do estado de São Paulo, por meio da Semil-SP (Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística) e da SPI (Secretaria de Parcerias em Investimentos), abriu nesta segunda-feira (27) consulta pública do Universaliza, programa que convida municípios que não estão no bloco atendido pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) a participarem da nova unidade regional de saneamento do estado, que depois será dividida em subunidades. 

Na estimativa da pasta, o projeto movimentará R$ 29 bilhões de investimentos até 2033 – prazo para a universalização dos serviços de água e esgoto no país – e R$ 100 bilhões até 2060. Com a adesão das prefeituras paulistas, o governo estadual separará o estado em sub-unidades, previstas a serem leiloadas no segundo semestre deste ano. 

Estão em consulta edital, minuta de contrato e planos regionais de saneamento, documentos que ficarão abertos para receber contribuição até 28 de maio. As pastas ainda realizarão cinco audiências públicas no próximo mês, em São Caetano do Sul, Americana, São Carlos, São José do Rio Preto e uma final virtualmente.

SP lança consulta pública para novas concessões de saneamento

A ampliação do acesso à água potável e ao saneamento básico nas comunidades indígenas brasileiras é fruto de uma política participativa, realizada com amplo diagnóstico situacional nos territórios. Neste Abril Indígena, o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) , lançou o Programa Nacional de Saneamento Indígena (PNSI) . E para fundamentar a iniciativa, foi realizada uma análise criteriosa em todos os Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dsei). Ao todo, 34 consultores formaram o time responsável conduzir o estudo. Mobilizados em todo o país, esses profissionais mapearam as demandas e especificidades de cada região.

A pesquisa incluiu a análise de dados existentes sobre saneamento, a realização de estudos de caso e a criação de grupos focais com a população. Segundo a engenheira ambiental Gilmara Terena, consultora que realizou o mapeamento no estado do Mato Grosso do Sul, os Agentes Indígenas de Saneamento (Aisan) tiveram papel central na construção do PNSI. Os profissionais atuaram em diversas frentes, como na organização das informações dentro das aldeias, na delimitação das áreas, identificação das práticas locais, orientação de soluções e no diálogo direto com as famílias.

“A resposta estava nas próprias comunidades. Os agentes foram peças-chave, pois eles conhecem de perto a rotina e são os que realmente fazem o saneamento acontecer na prática, lá na ponta . Eles nos ajudaram a mapear as aldeias, dividir territórios, identificar as dificuldades e alternativas. Sem conhecer o problema, não há como construir soluções eficazes e esse levantamento foi feito dentro do território, ouvindo quem vive ali”, afirmou.

Gilmara aposta no avanço do programa e na garantia da efetividade dessa construção coletiva. “Pela primeira vez na história, a política está sendo construída a partir da realidade local. A esperança é que a gente comece a avançar de forma concreta, rumo à universalização do saneamento nas comunidades indígenas”, concluiu.

Olhar diferenciado para as aldeias

Instituído no âmbito do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS) , o Programa Nacional de Saneamento Indígena foi desenvolvido pela Sesai, com apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). A iniciativa foi pensada a partir de políticas existentes na área do saneamento, como o Plano Nacional de Saneamento e o Programa Nacional de Saneamento Rural , incluindo os povos indígenas entre os principais beneficiários.

De acordo com a engenheira ambiental Camila Amui, consultora técnica da Sesai e uma das idealizadoras do PNSI, existia um anseio para que houvesse um olhar diferenciado para o tema nas aldeias. “Queríamos criar algo específico. Priorizamos o diálogo com os povos originários em todas as etapas, por isso realizamos cinco oficinas regionais e uma nacional para escutar as localidades, os distritos, além de profissionais, lideranças, gestores e usuários do SasiSUS. Na época, o então secretário abraçou a pauta e assim nasceu a construção do PNSI, com muita participação social”, relembrou. O programa foi idealizado em 2023, na gestão do então secretário de Saúde Indígena, Weibe Tapeba.

Pensado de forma coletiva, o PNSI prevê investimento total de R$ 10,85 bilhões ao longo de 20 anos, sendo distribuídos da seguinte forma: R$ 6,26 bilhões para abastecimento de água, R$ 4 bilhões para esgotamento sanitário e R$ 690 milhões para manejo de resíduos sólidos. Esses recursos serão destinados de forma progressiva e poderão ser ajustados anualmente, de acordo com a disponibilidade orçamentária, parcerias e captação de recursos. Para 2026, a estimativa é de R$ 132 milhões para abastecimento de água, R$ 36 milhões para esgotamento sanitário e R$ 19 milhões para manejo de resíduos sólidos, totalizando R$ 187 milhões.

De acordo com a secretária de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Lucinha Tremembé, o lançamento do programa marca o início de um desafio mais amplo: assegurar sua implementação efetiva nos territórios, por meio do monitoramento contínuo dos indicadores e aprimoramento da gestão nos Distritos Sanitários. "Fazer um lançamento tão significativo em meio ao mês de visibilidade indígena é para nós motivo de muito orgulho e comemoração.  O acesso ao saneamento básico é um determinante fundamental para a saúde e dignidade dessas populações, por isso, o PNSI é um marco histórico. Estamos criando uma política inovadora e uma nova forma de pensar o saneamento indígena, com respeito às particularidades territoriais”, afirmou.

Eixos temáticos orientam o trabalho

Dividido em cinco eixos temáticos, o PNSI planeja o saneamento levando em consideração todos os seus componentes, que, além do abastecimento de água, incluem o esgotamento sanitário, o manejo de resíduos sólidos e a drenagem e manejo de águas pluviais. Além disso, a etapa de execução de obras contará com engajamento das comunidades e adaptação às especificidades socioculturais de cada povo.

Os eixos contam com soluções voltadas ao investimento em infraestrutura e tecnologia, educação, gestão, parcerias e participação social. No âmbito da gestão, por exemplo, o PNSI traz como inovação a criação do Sistema de Informação do Saneamento Indígena (VIGIAMBSI), construído em parceria com o Hospital Albert Einstein. O sistema permitirá acompanhamento das ações em tempo real, com informações atualizadas pelos Aisan, técnicos e equipes. Desta forma, será possível ampliar o conhecimento sobre a situação do saneamento nas aldeias e orientar o planejamento com base em dados reais e monitoramento contínuo das ações.

Já em relação às parcerias, como parte da estratégia, o programa também investirá na estruturação da Rede Nacional de Saneamento Indígena, que já conta com mais de 200 organizações cadastradas e, até o momento, viabilizou mais de 900 soluções de abastecimento de água por meio de parcerias.

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