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Copasa vai retomar captação de água no Rio Paraopeba, interrompida desde o desastre de Brumadinho

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23/04/26

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10, 11, 12, 13 e 14

Maio

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09:00 - 13:00

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25, 26 e 27

Maio

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08::00 - 17:00

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01 ,02, 03

Junho

Curso presencial: Transientes Hidráulicos 2026

08:30 - 17:30

São Paulo - SP

18, 19

Junho

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09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

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A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) vai retomar nas próximas semanas a captação de água do Rio Paraopeba, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Responsável por 43% do abastecimento da RMBH, o sistema estava interrompido desde o rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em janeiro de 2019, por risco de contaminação. A reativação foi confirmada a O Fator pela estatal nesta quarta-feira (22).

Em reunião na sede da companhia na segunda-feira (20), foi definido o início de uma fase de testes antes do início efetivo da operação e da distribuição de água. Participaram do encontro a presidente da empresa, Marília Carvalho de Melo, e representantes do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e da Vale.

O bombeamento ocorrerá em caráter provisório, com vazão de 2 metros cúbicos por segundo (m³/s). A previsão é a de que o volume chegue a 5 m³/s quando a estrutura definitiva for concluída, ampliando a capacidade de reforço ao abastecimento na região metropolitana.

A obra em andamento é de responsabilidade da Vale., que assumiu o compromisso de implantar uma nova estação de captação como parte das obrigações firmadas após o rompimento. A retomada integra o conjunto de medidas de segurança hídrica adotadas após o desastre de 2019, que comprometeu diretamente a captação no Paraopeba.

A nova estrutura, no entanto, é considerada uma obra independente, ainda que vinculada às medidas compensatórias estabelecidas após o rompimento da barragem. A intervenção foi formalizada por meio de Termo de Acordo de Compromisso firmado em 2019 e viabilizada com intermediação do Ministério Público estadual.

Desde a interrupção, o abastecimento tem sido realizado por outras fontes, como os reservatórios do Rio Manso, Serra Azul e Várzea das Flores, além da captação no Rio das Velhas. As fontes atualmente em operação não serão paralisadas por causa da retomada das atividades no Paraopeba.

Leia a nota da copasa na íntegra:

“A Copasa informa que o retorno do bombeamento provisório da captação no Rio Paraopeba, que está em construção pela Vale S.A. em razão do rompimento ocorrido em Brumadinho, faz parte das medidas de Segurança Hídrica da RMBH.

A Vale assumiu o compromisso de implantar uma nova captação com capacidade de 5 m³/s e, neste momento, o bombeamento provisório de 2 m³/s é medida intermediária enquanto a empresa conclui as obras definitivas.

Assim a medida, que foi alcançada com a intermediação do MPMG, tem como objetivo contribuir para a preservação do volume de água armazenado nos reservatórios da bacia do Paraopeba.”

Copasa vai retomar captação de água no Rio Paraopeba, interrompida desde o desastre de Brumadinho

O Município de São Luís, o Estado do Maranhão e a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) foram condenados pela Justiça a reparar os danos ambientais causados ao Rio Gangan, que corta o bairro do Turu, na capital maranhense, incluindo sua Área de Preservação Permanente (APP).

A decisão estabelece que os réus elaborem um “Projeto Executivo de Engenharia de Saneamento, Recuperação e Drenagem”, com medidas para despoluição do rio, recomposição da mata ciliar e ampliação da rede de esgotamento sanitário em toda a área de influência. O plano deverá ainda eliminar os lançamentos irregulares de esgoto.

O projeto deve ser apresentado no prazo de 90 dias. Após aprovação judicial, a execução deverá começar em até 30 dias e ser concluída no período máximo de dois anos, sob pena de multa.

Poluição do rio
A ação foi proposta pelo Ministério Público, que apontou a degradação do rio em razão do despejo de esgoto sem tratamento e da retirada da vegetação nas margens.

Além de cobrar a interrupção dos lançamentos irregulares, o órgão solicitou a elaboração de um plano de recuperação ambiental, a intensificação da fiscalização, ações de educação ambiental e o pagamento de indenização por dano moral coletivo.

Na sentença, o juiz Douglas de Melo Martins, da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, determinou que os entes públicos adotem, de forma imediata, medidas para impedir o despejo de esgoto in natura no leito do rio.

Indenização e fiscalização
Como forma de reparação por danos morais coletivos, os três réus foram condenados ao pagamento de R$ 150 mil ao Fundo Estadual de Proteção dos Direitos Difusos.

O Município e o Estado também deverão implantar um programa contínuo de fiscalização na área, com o objetivo de evitar novas fontes de poluição, além de promover ações de educação ambiental junto à população local.

A decisão prevê multa diária de R$ 1 mil por descumprimento das obrigações estabelecidas, conforme determinações da legislação estadual e da Lei da Ação Civil Pública.

“Esgoto a céu aberto”
Ao analisar o caso, o magistrado destacou que o rio, com cerca de 1,7 km de extensão, foi transformado em um “esgoto a céu aberto”, situação que favorece a proliferação de doenças, gera mau cheiro e compromete o patrimônio ambiental da região.

Para o juiz, a degradação representa uma violação grave ao direito coletivo ao meio ambiente equilibrado, à saúde pública e à qualidade de vida da população.

“A degradação ambiental, nesta magnitude, ultrapassa os transtornos individuais e atinge a coletividade, gerando frustração e indignação social”, afirmou na decisão.

Justiça determina recuperação de rio urbano e impõe prazo para obras em São Luís

O Comitê de Bacia Hidrográfica (CBH) do Norte Pioneiro promove uma reunião presencial na terça-feira (28), em Jacarezinho, no Norte Pioneiro, para tratar de questões relevantes sobre a gestão hídrica da região. Também na próxima semana ocorre um novo encontro do Fórum Paranaense de Comitês de Bacias Hidrográficas. O evento, na quinta-feira (30), ocorre de forma remota, com transmissão pelo YouTube.

As atividades integram o plano de trabalho da Diretoria de Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos do Instituto Água e Terra (IAT), órgão gestor do Sistema Estadual de Recursos Hídricos, que atua como Secretaria Executiva e oferece suporte técnico e financeiro aos comitês. Para mais informações sobre os CBHs e suas agendas, acesse www.iat.pr.gov.br na aba “Gestão das Águas”.

 A 29ª Reunião Ordinária do Comitê das Bacias dos Rios das Cinzas, Paranapanema 1 e 2 e no território paranaense da Bacia do Itararé (CBH Norte Pioneiro) ocorre na terça-feira (28), às 9h30. A atividade será presencial, no escritório regional do IAT de Jacarezinho, que funciona também como sede da Gerência Regional da Bacia do Norte Pioneiro (Rua Fernando Eugênio, 490, Centro).

O encontro reunirá representantes do Poder Público, usuários de recursos hídricos e da sociedade civil para discutir pautas relevantes relacionadas à gestão das águas na área de abrangência e atuação do comitê, que compreende 41 municípios na totalidade das bacias hidrográficas dos Rios das Cinzas, Paranapanema 1 e 2 e no território paranaense da Bacia do Itararé.

Entre os destaques estão a discussão técnica sobre a alteração do artigo 9º da Resolução CBH Norte Pioneiro nº 01/2017; a criação de uma Câmara Técnica de Educação Ambiental e Comunicação; a apresentação de informes sobre a contratação de empresa especializada para elaboração, revisão e atualização dos Planos de Bacia do Estado; e a análise do acordo nº 189/26 do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) sobre a cobrança pelo uso da água.

FÓRUM – O outro evento previsto para a próxima semana é a 10ª Reunião Ordinária do Fórum Paranaense de Comitês de Bacias Hidrográficas, que acontece na quarta-feira (30), às 14h, de forma online, com transmissão pelo seguinte LINK (https://youtube.com/live/UsYPnVQ-o28).

O encontro terá como pauta principal a apresentação de atualizações sobre os Planos de Bacias Hidrográficas; informações sobre a parceria com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE); e o encerramento do mandato da antiga gestão do colegiado.

O Fórum Paranaense de Comitês de Bacias Hidrográficas é uma instância colegiada formada pelo conjunto dos 12 comitês legalmente instituídos no âmbito do Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SEGRH/PR). Atualmente é composto por presidentes e vice-presidentes dos comitês, que atuam como representantes titulares e suplentes.

GESTÃO DA ÁGUA – Os CBHs são órgãos colegiados com atribuições normativas, deliberativas e consultivas, vinculados ao Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH/PR), e têm o objetivo de contribuir para a aplicação da Política Estadual de Recursos Hídricos na sua área de atuação a fim de garantir o controle social da gestão das águas, conforme estabelecido pela Lei Estadual 12.726/1999 e Decreto Estadual nº 9.130/2010.

Eles são constituídos por representantes do Poder Público, setores usuários de águas e sociedade civil, os quais compartilham responsabilidades na gestão dos recursos hídricos.

CBH Norte Pioneiro e Fórum Paranaense têm reuniões na próxima semana

A região do Alto Paranapanema, no sudoeste de São Paulo, receberá R$ 2 bilhões em investimentos até 2029 com objetivo de ampliar a rede de saneamento básico nos 26 municípios atendidos pela Sabesp. Os recursos serão direcionados à expansão dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, incluindo a implantação de novas estruturas, como estações de tratamento e elevatórias.

Do total previsto, mais de R$ 1,84 bilhão será investido entre este ano e 2029, somando-se aos cerca de R$ 168 milhões já aplicados desde o segundo semestre de 2024.

No total, o plano prevê:

– 334 km de redes de água
– 772 km de redes de esgoto
– 116 estações elevatórias de esgoto
– 34 estações de tratamento de esgoto (ETEs)
– 3 estações de tratamento de água (ETAs)
– 1 estação elevatória de água tratada

Essas intervenções ajudam a evitar a falta de água mesmo em períodos de seca, ao reforçar a capacidade de captação, tratamento e distribuição de água e reduzir riscos de contaminação dos mananciais com a expansão do esgotamento sanitário, elevar os índices de coleta e tratamento de esgoto e contribuir diretamente para a melhoria das condições ambientais e de saúde pública na região.

O avanço também se reflete no investimento médio por habitante por ano, que saltou de R$ 78,15 para R$ 424,32, ampliando a capacidade de atendimento e a velocidade das obras. O aumento do investimento foi possível graças ao novo contrato firmado após a desestatização da Sabesp, realizada pelo Governo de São Paulo.

“Esse encontro foi fundamental para alinharmos, junto aos prefeitos, as prioridades de investimento e fortalecer o relacionamento com os municípios. Estamos falando de um planejamento construído de forma conjunta, que considera as diferentes realidades da região e acelera o caminho para a universalização do saneamento até 2029”, destaca Tatiane Nunes, gerente executiva de Estratégia Institucional da Sabesp.

Os indicadores operacionais já mostram a expansão dos serviços. Desde 2024, foram incorporados mais de 78 mil novos domicílios urbanos de água, além de cerca de 21 mil em áreas informais e rurais. Na coleta de esgoto, o crescimento ultrapassa 71 mil moradias urbanas e 16 mil em áreas informais e rurais. Além disso, o tratamento de esgoto chegou a mais de 81 mil novas casas, que ainda não contavam com o serviço.

Outro destaque é a ampliação da tarifa social: o número de famílias beneficiadas saltou de 23,5 mil, em junho de 2024, para 118,6 mil em fevereiro de 2026, ampliando o acesso ao saneamento para a população mais vulnerável.

Entre os municípios contemplados, Itapetininga concentra o maior volume de investimentos, com R$ 297,4 milhões previstos até 2029, sendo R$ 63,6 milhões já executados. Também se destacam Pardinho (R$ 402,3 milhões), Itapeva (R$ 213,6 milhões) e Pilar do Sul (R$ 179,8 milhões), além de cidades como Capão Bonito, Itararé, Paranapanema e Angatuba.

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