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Duque de Caxias: novo sistema amplia abastecimento de água para mais de 2,8 mil moradores

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Calendário

10, 11, 12, 13 e 14

Maio

O mega desafio trazido pela Nova Lei 14133/2021 de Licitações

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

25, 26 e 27

Maio

Curso presencial: MND: Introdução e Aprofundamento

08::00 - 17:00

Sede de AESabesp

01 ,02, 03

Junho

Curso presencial: Transientes Hidráulicos 2026

08:30 - 17:30

São Paulo - SP

18, 19

Junho

Curso Online de Fiscalização de Serviços em Saneamento

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

Eventos
Fórum Novo Saneamento 2026

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12 e 13 de maio de 2026

Brazil Water Week

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25 a 29 de maio de 2026

Fenasan 2026

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20 a 22 de outubro de 2026

SANEA Brasil 2026

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06 a 09 de dezembro de 2026

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de hipoclorito de sódio com uma solução ácida?

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A Corsan concluiu, na segunda-feira (13), a última obra prevista para reforçar o sistema de captação de água em Santa Maria antes da chegada do El Niño, fenômeno que deve ganhar intensidade no segundo semestre deste ano e aumentar o risco de enchentes. A intervenção envolveu a interligação de um novo trecho de 100 metros de adutora no Rio Ibicuí e integra um conjunto de investimentos de R$ 4 milhões destinados a ampliar a segurança do abastecimento de água no município.

A principal intervenção consistiu na substituição da antiga tubulação de ferro por uma adutora de polietileno de alta densidade (PEAD), com diâmetro de 500 milímetros. Somente essa etapa recebeu investimento de R$ 1,5 milhão. Outros R$ 2 milhões e R$ 500 mil já haviam sido aplicados anteriormente em diferentes trechos do sistema de adução de água bruta.

Segundo a Corsan, a nova estrutura foi projetada para suportar eventos climáticos extremos. A tubulação instalada dentro do Rio Ibicuí é protegida por uma segunda estrutura de 800 milímetros de diâmetro e por uma camada de concreto, reduzindo o risco de rompimentos como os registrados durante as enchentes de maio de 2024 e de junho de 2025.

De acordo com o supervisor de operações da Corsan, Marcelo Moura dos Santos, a nova adutora terá capacidade para transportar aproximadamente 100 litros de água por segundo do Rio Ibicuí até o sistema de tratamento.

– Essa adutora vai transportar cerca de 100 litros de água por segundo do Rio Ibicuí. No caminho, ela ficará bifurcada em duas adutoras de 350 milímetros, que levarão a água por gravidade até a estação de tratamento – explica.

A Companhia informou que a interligação foi realizada sem interromper o abastecimento de água em Santa Maria. Conforme a Corsan, as obras fazem parte de um conjunto de ações preventivas para aumentar a segurança e a confiabilidade do sistema de abastecimento diante de cheias e de outros eventos climáticos extremos previstos para os próximos meses.

Corsan conclui obra de R$ 4 milhões para reforçar captação de água em Santa Maria

Seis anos após a aprovação do Marco Legal do Saneamento Básico, o Brasil ampliou os investimentos no setor e avançou na estruturação de concessões, privatizações e projetos de regionalização. Apesar dos avanços, o ritmo ainda é insuficiente para garantir a universalização dos serviços até 2033, meta estabelecida pela legislação.

Um levantamento do Instituto Trata Brasil em parceria com a GO Associados mostrou que o investimento médio anual por habitante cresceu 51% entre 2020 e 2024, passando de R$ 90,54 para R$ 137,02.

Apesar do avanço, o valor ainda está distante dos cerca de R$ 225 por habitante por ano estimados pelo Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) como necessários para alcançar as metas de universalização.

✍️ A lei estabelece que, até 2033, 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e que 90% conte com coleta e tratamento de esgoto.

Atualmente, o país ainda está longe desse cenário. Segundo os dados utilizados no estudo, 15,9% dos brasileiros não têm acesso à água potável e 43,3% não contam com coleta de esgoto. Na prática, isso representa dezenas de milhões de pessoas sem acesso a serviços básicos de saneamento.

O estudo aponta que:

Os investimentos em saneamento somaram R$ 112,6 bilhões entre 2020 e 2024.
O investimento por habitante cresceu 51% no período, alcançando R$ 137,02 em 2024.
O investimento estimado como necessário para cumprir as metas do Marco Legal é de cerca de R$ 225 por habitante por ano.

O setor precisa manter investimentos próximos de R$ 48 bilhões anuais até 2033.
Ainda faltam aproximadamente R$ 431 bilhões em investimentos para universalizar os serviços.
"O desafio da universalização permanece enorme. Precisaremos manter um ritmo de R$ 48 bilhões em investimentos ao ano, algo ainda inédito", afirma Luana Pretto, presidente executiva do Instituto Trata Brasil.

Avanços desde a criação do Marco Legal
Sancionado em julho de 2020, o Marco Legal do Saneamento foi criado para ampliar os investimentos no setor, incentivar a participação da iniciativa privada, fortalecer a regulação e acelerar a expansão do acesso aos serviços.

Segundo o estudo, o principal efeito observado nos últimos seis anos foi o aumento do número de projetos estruturados.

Os contratos já assinados têm potencial para beneficiar mais de 100 milhões de pessoas em 2.460 municípios. Além disso, há projetos em preparação que preveem R$ 58,4 bilhões em investimentos adicionais e poderão atender outros 18 milhões de habitantes em 625 municípios.

Ao todo, os projetos contratados ou em execução somam mais de R$ 420 bilhões em investimentos previstos.

O estudo cita como exemplos processos de concessão e privatização realizados ou estruturados após o novo marco, incluindo projetos em estados como São Paulo, Pará, Sergipe, Paraíba e Rondônia.

Gargalo regulatório
Apesar dos avanços nos investimentos, os pesquisadores destacam que parte importante dos obstáculos ainda está relacionada à governança e à regulação do setor.

De acordo com o levantamento, cerca de 20 milhões de brasileiros vivem em 963 municípios que ainda não possuem agência reguladora cadastrada na Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), responsável por estabelecer diretrizes nacionais para o setor.

O problema vai além da ausência de cadastro. Entre as entidades registradas, apenas 29 agências comprovaram adesão integral às normas de referência da ANA, conjunto de diretrizes nacionais para a regulação dos serviços de saneamento. Juntas, elas atendem 2.809 municípios e cerca de 92 milhões de habitantes, o equivalente a 43% da população brasileira.

Na avaliação dos autores, esse cenário pode dificultar a fiscalização dos contratos e reduzir a segurança jurídica necessária para atrair investimentos de longo prazo para o setor.

Desigualdade regional permanece
O estudo também mostra que os investimentos continuam concentrados em determinadas regiões do país.

O Sudeste recebeu mais da metade dos recursos aplicados desde 2020, impulsionado principalmente por São Paulo. Já a Região Norte, que reúne alguns dos piores indicadores de saneamento do país, recebeu apenas R$ 5,3 bilhões no período analisado, apesar do grande déficit de atendimento à população.

Segundo os pesquisadores, essa diferença ajuda a explicar por que os indicadores de saneamento avançam em ritmos distintos entre as regiões brasileiras.

O que falta para atingir as metas?
Na avaliação do Instituto Trata Brasil, o país avançou na estruturação de projetos e na atração de investimentos, mas os próximos anos serão decisivos para transformar contratos em obras e ampliar, na prática, o acesso da população aos serviços.

Para cumprir as metas até 2033, o estudo aponta como prioridades:

manutenção do crescimento dos investimentos;
fortalecimento das agências reguladoras;
ampliação da adesão às normas da ANA;
avanço da regionalização dos serviços;
execução dos projetos já contratados.
Seis anos após a aprovação do Marco Legal, os pesquisadores avaliam que os principais desafios do saneamento deixaram de estar na atração de investimentos e passaram a se concentrar na execução dos projetos, no fortalecimento da regulação e na redução das desigualdades regionais. Sem avanços nessas frentes, a universalização dos serviços até 2033 tende a permanecer distante.

Investimento em saneamento cresce 51% após Marco Legal, mas ainda fica abaixo do necessário para meta de 2033

Compartilhar experiências, fortalecer direitos e ampliar políticas públicas voltadas à inclusão das pessoas com deficiência. Com esse propósito, a Coordenadoria Geral de Políticas para Pessoas com Deficiência de Macaé realizou, recentemente, uma visita técnica à Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (ANDEF), em Niterói. A iniciativa teve como objetivo conhecer de perto projetos de referência, promover a troca de experiências e reforçar o compromisso do município com a construção de uma sociedade cada vez mais acessível e inclusiva.

A coordenadora geral de Políticas para Pessoas com Deficiência de Macaé, Caroline Mizurine, foi recebida pela presidente da ANDEF, Renata Cazale; pela coordenadora de Projetos e Programas, Simone Capella; e pelo gestor de contratos e coordenador da instituição, Alexandre Rodrigues. Durante o encontro, foram apresentadas boas práticas desenvolvidas pela entidade e debatidas estratégias para ampliar as ações voltadas à inclusão, fortalecendo a atuação da Prefeitura de Macaé na promoção dos direitos das pessoas com deficiência.

Também participaram da visita os servidores da Prefeitura de Macaé Fábio Gonçalves do Nascimento, da Secretaria de Trabalho e Renda; Graciele Fernandes, da Secretaria de Governo; Fabiana Macedo, da Secretaria de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos, Acessibilidade e Economia Solidária; e João José Barcellos, da Secretaria de Esportes.

“Macaé realizou um valioso processo de benchmarking com os profissionais e agentes que atuam na ANDEF. Trocamos experiências diretas e analisamos as melhores práticas desse trabalho de excelência que tanto nos admirou. A visita foi motivadora e produtiva. Saímos de lá fortalecidos com o compromisso de oferecer uma estrutura semelhante às pessoas com deficiência de Macaé”, pontuou a coordenadora.

“No encontro, debatemos profundamente o fortalecimento de nossas ações. A nossa visita à ANDEF nos deixou profundamente admirados com o trabalho de excelência que realizam. Fui acompanhada por servidores do Trabalho e Renda, Esportes, Desenvolvimento Social e Governo porque o verdadeiro intuito da nossa Coordenadoria é fomentar políticas de inclusão em todos os segmentos da sociedade. A pessoa com deficiência não pode e não deve ficar restrita apenas às políticas de Saúde, Assistência Social e Educação. A inclusão precisa ser transversal”, ressaltou Caroline.

A coordenadora destacou ainda que está em fase de elaboração o Estudo Técnico Preliminar (ETP) intersetorial para a criação do Centro de Referência para a Pessoa com Deficiência de Macaé. “Assumimos o compromisso de voltar em breve à ANDEF, desta vez levando também as pastas de Cultura, Mobilidade Urbana e Obras, garantindo que o cidadão macaense tenha seus direitos assegurados de forma integral”, salientou.

Vale lembrar que a Coordenadoria Geral de Políticas para Pessoas com Deficiência (PCD) da Prefeitura de Macaé é vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos, Acessibilidade e Economia Solidária e atua na formulação e articulação de políticas públicas voltadas à promoção da inclusão e da cidadania.

Entre as principais frentes de trabalho da Coordenadoria estão a Inclusão e Empregabilidade: articulação com secretarias municipais e instituições para ampliar a inserção das pessoas com deficiência no mercado de trabalho; Acessibilidade: planejamento de ações voltadas à acessibilidade, incentivo ao esporte adaptado e intercâmbio de soluções tecnológicas para a comunidade; Direitos e Emissão de Documentos: acompanhamento da emissão da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA) e das credenciais de estacionamento, garantindo maior acesso aos direitos assegurados por lei.

Macaé realiza visita técnica à ANDEF para fortalecer políticas de inclusão e acessibilidade

O Ginásio José Liberatti, em Osasco, recebeu no sábado, 11/7, as finais do Circuito Cioeste de Voleibol 2026. A rodada decisiva reuniu 12 equipes de diferentes municípios consorciados e proporcionou partidas de alto nível técnico, definindo os campeões de seis categorias de base masculino e feminino.

A decisão do sub-13 masculino foi a mais equilibrada do dia e definida no tie-break. Cajamar venceu Carapicuíba por 3 sets a 2 e garantiu o título após um confronto marcado por alternâncias no placar.

No feminino, Carapicuíba conquistou dois títulos. Pela categoria sub-17, venceu Ibiúna por 3 sets a 1. Em seguida, no sub-15, superou Vargem Grande Paulista, também por 3 sets a 1, coroando a excelente campanha da equipe na competição.

O título do sub-13 feminino ficou com Vargem Grande Paulista, que derrotou Osasco por 3 sets a 0, em uma atuação consistente do início ao fim da partida.

Entre os meninos, Osasco levantou dois troféus. No sub-15, venceu Itu por 3 sets a 0. Fechando a programação, a equipe osasquense conquistou também o título do sub-17 ao superar Carapicuíba por 3 sets a 0.
Acompanharam as partidas o prefeito Gerson Pessoa, o presidente da Câmara de Osasco, Carmônio Bastos, o ex-prefeito Rogério Lins e sua esposa Aline Lins, e os vereadores Délbio Teruel e Guilherme Prado, além do secretário de esporte Thiago Borges e a jogadora Tifanny Pereira de Abreu.

Para Thiago Borges, o Circuito Cioeste vai além da disputa por títulos e fortalece a integração entre os municípios da região.
Campeões por categoria
Sub-13 Masculino: Cajamar
Sub-17 Feminino: Carapicuíba
Sub-15 Feminino: Carapicuíba
Sub-13 Feminino: Vargem Grande Paulista
Sub-15 Masculino: OsascoSub-17 Masculino: Osasco

Ginásio José Liberatti recebe finais do Circuito Cioeste de Voleibol 2026

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