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O desafio do saneamento no Brasil não é mais investimento:  é execução

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17/04/26

Cosanpa avança com obras do Prodesan Pará e recebe missão de supervisão do BID

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09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

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Março

Curso online: Apresentações de impacto

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

15 - 16

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Curso Presencial: MND: Introdução e Aprofundamento

08:00 - 17:00

Cursos AESabesp

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de hipoclorito de sódio com uma solução ácida?

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O Brasil conseguiu avançar em um ponto fundamental para a universalização do saneamento: a criação de um marco regulatório capaz de atrair investimentos. Desde 2020, com a entrada em vigor do Marco Legal do Saneamento Básico, o setor passou a registrar aumento nos aportes e maior participação da iniciativa privada. Mas há uma mudança importante em curso. O principal desafio do saneamento no país já não é apenas mobilizar recursos. É garantir capacidade de execução.

Segundo o Instituto Trata Brasil, o Brasil precisará investir cerca de R$ 420 bilhões até 2033 para cumprir as metas de universalização, que preveem levar água potável a 99% da população e coleta e tratamento de esgoto a 90%. Trata-se de um volume expressivo, que exige não apenas financiamento, mas capacidade real de transformar recursos em obras e serviços. E é justamente nesse ponto que surgem os gargalos.

Grande parte desses investimentos está concentrada em obras de infraestrutura, que demandam planejamento, escala operacional, mão de obra qualificada e eficiência na execução. Ao mesmo tempo, ainda há municípios sem contratos estruturados e dificuldades técnicas que atrasam projetos e comprometem o avanço das metas.

Soma-se a isso um ambiente regulatório em evolução e pressões adicionais, como o impacto da reforma tributária, que pode elevar custos e exigir ainda mais eficiência dos operadores. Nesse cenário, a discussão sobre saneamento precisa evoluir. Não basta falar em bilhões a serem investidos é necessário discutir quem, de fato, tem capacidade de entregar.

O Marco Legal elevou o nível de exigência do setor. Hoje, não se trata apenas de operar, mas de cumprir metas, garantir eficiência, atender padrões regulatórios e assegurar sustentabilidade econômico,financeira. Isso abre espaço para um novo perfil de atuação: empresas estruturadas, com capacidade técnica e operacional para executar projetos complexos em larga escala.

A universalização do saneamento não será definida apenas pelo volume de recursos disponíveis, mas pela capacidade de transformá-los em obras entregues, serviços operacionais e impacto real na vida da população. O tempo até 2033 é curto e o desafio agora é, essencialmente, de execução.

O desafio do saneamento no Brasil não é mais investimento: é execução

A Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa) concluiu, nesta quarta-feira (15), a missão de supervisão do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no âmbito do Projeto de Desenvolvimento do Saneamento do Pará (Prodesan Pará). Ao longo de três dias, a programação reuniu equipes técnicas da Companhia, da Secretaria de Planejamento e Administração do Estado (Seplad) e representantes do banco, com foco na avaliação do andamento das obras e no alinhamento de estratégias para avanço do projeto.

“O Prodesan é um dos maiores investimentos em saneamento da história do Pará e representa um avanço estrutural para o Estado. Estamos falando de ampliação do acesso à água de qualidade, modernização dos sistemas e melhoria direta na vida de mais de 1,2 milhão de pessoas. A Cosanpa está comprometida em acelerar essas entregas para garantir resultados concretos à população”, destacou o presidente da Cosanpa, coronel Dilson Júnior.

Durante a missão, a Cosanpa conduziu visitas técnicas a sete setores em intervenção, localizados em Belém e Marituba, incluindo áreas como Guamá, Terra Firme, Marambaia, Icoaraci, Cohab e Novo Horizonte. As ações contemplam construção de poços, construção e reforma de reservatórios e elevatórias, implantação de Estação de Tratamento de Água (ETAs), novo sistema elétrico e automação completa do setor.

“Foi uma missão muito positiva. Observamos avanços importantes nas obras em execução e no desenvolvimento do programa. Nosso foco agora é apoiar a Cosanpa na aceleração das entregas, para que os benefícios cheguem à população o quanto antes. A parceria segue ativa, com o banco à disposição para contribuir com o avanço do Prodesan”, reforçou o chefe da equipe do projeto do BID, Tiago Pena.

A agenda de supervisão é uma etapa estratégica para o andamento do Prodesan Pará, pois permite à Cosanpa validar o planejamento, revisar metas e alinhar soluções para desafios operacionais, garantindo mais eficiência na execução e no cumprimento dos prazos. 

“A missão foi fundamental para o andamento do programa, pois permitiu revisar metas acordadas na última revisão de carteira, alinhar o planejamento e tratar, de forma direta, os principais desafios da execução. Esse diálogo com o BID tem sido essencial para ajustar estratégias, superar gargalos e garantir que as entregas avancem dentro do prazo previsto”, destacou o coordenador do Prodesan, cel. Mauro Norat.

Além das intervenções estruturais, a Cosanpa apresentou avanços nas áreas social e ambiental, como a implementação da política de gênero e o fortalecimento da participação comunitária com as Comissões de Acompanhamento de Obras (CAO), que permite à população acompanhar de perto a execução dos serviços.

Sobre o Prodesan Pará
O Prodesan Pará reúne um conjunto de investimentos em abastecimento de água e esgotamento sanitário em Belém, Ananindeua e Marituba, com impacto direto para mais de 1,2 milhão de pessoas. O projeto prevê ainda a implantação de novas adutoras, redes de distribuição, ligações domiciliares, além da construção de uma Estação de Tratamento de Esgoto, contribuindo para a modernização dos sistemas e a melhoria da qualidade de vida da população.

Cosanpa avança com obras do Prodesan Pará e recebe missão de supervisão do BID

A Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, segue acompanhando a capacitação para habilitação da descentralização da gestão ambiental, promovida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA).

No terceiro dia de atividades, os participantes realizaram mais uma aula de campo, desta vez com foco em empreendimentos de agroindústria, como abatedouro bovino, além de vistoria em obras de infraestrutura e loteamentos.

A proposta da capacitação é proporcionar uma vivência prática aos técnicos, permitindo a análise de atividades que exigem licenciamento ambiental e o entendimento dos impactos e das medidas necessárias para a preservação do meio ambiente.

Durante o treinamento, foram abordados aspectos como sistemas de abastecimento de água, esgotamento sanitário, efluentes industriais e gestão de resíduos sólidos, tanto em abatedouros quanto em outros tipos de empreendimentos.

Segundo o engenheiro sanitarista da SEMA, Eliel Ferreira, a atividade prática é essencial para o aprendizado dos participantes.

“O objetivo é integrar a teoria com a prática para os analistas ambientais das prefeituras, abordando temas como licenciamento ambiental, sistemas de água, esgoto e resíduos sólidos. A aula foi bastante produtiva, e agradecemos à SEMA e à Prefeitura de Primavera do Leste pelo apoio e colaboração”, destacou.

A capacitação reforça o compromisso do município com o fortalecimento da gestão ambiental, contribuindo para a formação de profissionais mais preparados e para a eficiência das ações de licenciamento, monitoramento e fiscalização.

Primavera do Leste avança na formação técnica com terceiro dia de curso sobre gestão ambiental

A produção de água desmineralizada está no centro de uma transformação silenciosa na indústria.

Com o avanço do reúso de efluentes, empresas passam a gerar água desmineralizada de alta qualidade a partir de seus próprios processos, reduzindo a dependência de fontes naturais e fortalecendo a resiliência hídrica.

Esse movimento, impulsionado por metas ESG e pela pressão sobre recursos hídricos, ganha escala com o apoio de tecnologias avançadas.

A Veolia apresenta soluções integradas de reúso que permitem converter correntes de efluentes industriais em água desmineralizada apta para processos críticos, com qualidade, consistência e conformidade técnica para aplicações de alta exigência.

A implementação representa um passo estratégico para indústrias que buscam aliar eficiência operacional à sustentabilidade, transformando desafios ambientais em oportunidades de otimização de recursos.

Veolia apresenta como transformar efluentes industriais em água desmineralizada de alta qualidade

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