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Agenda de Cursos - AESabesp

24, 25, 26 e 27

Agosto

Curso online Tratamento de Efluentes Domésticos Operação e Controle

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

31 / 01, 02 e 03

Agosto e Setembro

Curso Online Digitalização 4.0 no Ciclo Integral da Água – Uma Jornada de Rio a Rio

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

14 a 16

Setembro

Curso presencial: Transientes Hidráulicos 2026

08:30 - 17:30

São Paulo - SP

21, 22, 23 e 24

Setembro

Curso Online de Fiscalização de Serviços em Saneamento

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

Eventos
Fórum Novo Saneamento 2026

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12 e 13 de maio de 2026

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25 a 29 de maio de 2026

Fenasan 2026

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20 a 22 de outubro de 2026

SANEA Brasil 2026

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06 a 09 de dezembro de 2026

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Aula 56 - Porque não se pode misturar uma solução
de hipoclorito de sódio com uma solução ácida?

Por Sidney Seckler

Como efetuar o dimensionamento de calhas
de coleta de água decantada em ETAs e ETEs?

Por Sidney Seckler

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As obras de saneamento envolvem projetos de infraestrutura de longo prazo, como implantação e expansão de redes, construção de estações de tratamento e adequação dos sistemas existentes. Por isso, pode levar tempo para que parte dos investimentos realizados ou contratados produzam efeitos nos indicadores de cobertura.

Além disso, o avanço ocorre de maneira desigual entre estados e municípios. Regiões que ainda apresentam déficits elevados de infraestrutura demandam novos projetos e investimentos para ampliar o acesso da população aos serviços.

Marco Legal completa seis anos em 2026
 
O novo Marco Legal do Saneamento Básico, aprovado em 2020, estabeleceu as metas de universalização e promoveu mudanças na organização e contratação dos serviços no país. Desde então, novos projetos, concessões e investimentos privados passaram a integrar a expansão da infraestrutura de saneamento.

Lebelein avalia que o crescimento precisa ser observado também a partir do histórico do setor, que passou décadas registrando baixos níveis de investimento.

“É suficiente? Talvez não. E a gente sabe e sabia que, para cumprir as metas que o marco exigiu e que colocou, traçou naquela época, dependeria de grandes evoluções, de grande volume de investimentos. O setor de saneamento ficou, por décadas, parado e décadas adormecido com taxa de investimento muito baixa, seja ele na parte de distribuição de água e na coleta e tratamento de esgoto.”
 
Universalização até 2033 ainda é desafio
 
Mesmo com o recorde de investimentos, alcançar as metas de universalização dentro do prazo continua sendo um desafio para o país. Estimativas citadas por Lebelein apontam que seriam necessários entre R$ 600 bilhões e R$ 900 bilhões para que o Brasil alcance as metas previstas para 2033. 

Segundo o especialista, o volume exigiria mais do que dobrar o atual ritmo anual de investimentos. Além do volume de recursos, outro desafio será direcionar novos projetos para as regiões que permanecem com os maiores déficits de atendimento.

A ampliação da cobertura de esgoto tem efeitos que vão além da infraestrutura. O avanço do saneamento está relacionado à saúde pública, preservação ambiental e qualidade de vida, especialmente em localidades onde a população ainda não dispõe de coleta e tratamento adequados.

Para os próximos anos, Lebelein  destaca que o desafio será manter o crescimento dos investimentos e fazer com que os recursos aplicados e os projetos já contratados avancem para a expansão efetiva dos serviços, reduzindo as desigualdades de acesso e aproximando o país das metas estabelecidas para 2033.

Saneamento bate recorde de investimentos, mas tratamento de esgoto segue perto de 52%

Com mais de 90% de probabilidade de acontecer um aquecimento muito forte no Oceano Pacífico durante a primavera e o verão, Santa Catarina deve se preparar para períodos de chuva frequente e/ou extremas. A região Sul é a mais afetada do Brasil no período em que o pico está previsto.

Em um estudo inédito, a cientista Alice Grimm mostrou o mês em que os efeitos do fenômeno historicamente são mais intensos para Santa Catarina: novembro.

Um El Niño nunca é igual ao outro, mas ele historicamente intensifica as chuvas na primavera em Santa Catarina;
Há uma perceptível “piora” durante outubro e novembro para o Sul do Brasil;
Para se ter uma ideia, em meses de novembro com El Niño as chances são 6,3 vezes maior de eventos extremos, contra 1,2 em períodos de La Niña;
Os extremos de chuva podem se acentuar e/ou os dias chuvosos durarem mais tempo que o normal.
Outro ponto reforçado pela pesquisadora é que, para que haja um grande desastre, não basta o El Niño. Há outras oscilações climáticas que precisam estar alinhadas, também favorecendo a formação de nuvens carregadas, para que ocorra o pior — tal como no Rio Grande do Sul em 2024. É o que a ciência chama de “sobreposição de efeitos”, algo que precisa ser monitorado constantemente e que só pode ser previsto com uma antecedência menor.

Por isso, este é um momento de preparação e acompanhamento.

Super El Niño é incomum, mostram dados históricos
Oficialmente não existe a classificação de “super El Niño”, mas o termo é usado popularmente quando o aumento da temperatura do oceano ultrapassa os 2°C acima da média, patamar considerado elevado e pouco comum, explica o meteorologista da Defesa Civil de Santa Catarina, Caio Guerra.

Para se ter uma ideia, desde 1950, dos 25 episódios de El Niño, cinco tiveram registros acima dos 2ºC, mostram dados da Noaa. O que o levantamento também indica é uma diminuição no intervalo de El Niños
de forte intensidade.

Entre a metade do século passado e meados do atual, foram mais de 10 anos entre um “super El Niño” e outro. Na história recente, esse tempo caiu para oito anos. E agora, se de fato o próximo aquecimento ficar acima dos 2ºC, a “pausa” será de menos de cinco anos.

As intensidades do El Niño
Fraco: 0,5°C a 1,0°C acima da média
Moderado: 1,0°C a 1,5°C acima da média
Forte: 1,5°C a 2,0°C acima da média
Muito forte: acima de 2,0°C acima da média
A diferença entre La Niña e El Niño
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o El Niño é o nome dado ao aumento na temperatura da superfície da água em um trecho do Oceano Pacífico perto do Peru, fazendo ela evaporar mais rápido. O ar quente sobe para a atmosfera, levando umidade e formando uma grande quantidade de nuvens carregadas.

Com isso, no meio do Pacífico chove mais, afetando a região Sul do Brasil, pois a circulação dos ventos em grande escala, causada pelo El Niño, também interfere em outro padrão de circulação de ventos na direção norte-sul e essa interferência age como uma barreira, impedindo que as frentes frias, que chegam pelo Hemisfério Sul, avancem pelo país. Logo, elas ficam concentradas por mais tempo na região Sul.

O contrário, o resfriamento dessas águas, é chamado de La Niña. Os efeitos do La Niña para Santa Catarina são o oposto do outro fenômeno, já que as chuvas caem em menor volume no Estado.

El Niño se aproxima de recorde e aumenta tensão ao Sul Brasil; veja quanto oceano já aqueceu em 2026

Com o início da atual administração, a questão hídrica passou a ocupar lugar de destaque na agenda do município. Algumas medidas paliativas foram adotadas na tentativa de minimizar os efeitos do problema, mas ainda sem representar uma solução definitiva. Isso porque uma intervenção de maior porte exige investimentos que não estão disponíveis nos cofres municipais.

Na busca por uma solução mais efetiva, a Prefeitura encaminhou à Câmara Municipal, na sessão ordinária da última segunda-feira (10), o Projeto de Lei nº 020/2026, que autoriza a abertura de crédito adicional especial no valor de R$ 26,3 milhões no orçamento do município.

O projeto prevê a autorização para a contratação de um empréstimo destinado a viabilizar ações de infraestrutura voltadas ao enfrentamento do problema. Os vereadores apreciaram e aprovaram a proposta, que permitirá a execução de obras para a mudança do ponto de captação de água do Rio Cricaré utilizado no abastecimento da cidade.

Os recursos deverão ser aplicados nas obras de infraestrutura necessárias para a transferência do atual ponto de captação, medida considerada estratégica para reduzir os impactos provocados pelo avanço da cunha salina durante os períodos de estiagem.

Atualmente, a captação de água ocorre no bairro Porto. Em períodos de longa estiagem, porém, o avanço da cunha salina pelo Rio Cricaré compromete a qualidade da água captada, afetando diretamente o abastecimento e a água que chega às torneiras das residências mateenses.

A aprovação do projeto pela Câmara representa, portanto, um passo importante na busca por uma solução mais duradoura para um problema que há anos preocupa a população de São Mateus.

Câmara aprova investimento da Prefeitura para ações de combate à crise hídrica em São Mateus

A Águas de Manaus recomenda que os moradores reservem água antes da terça-feira, em quantidade suficiente para atender às necessidades durante o período de recuperação. A população também é orientada a evitar o desperdício e suspender atividades que demandem grande volume de água, como lavagem de roupas e veículos.

Mais de 21 serviços serão realizados
Durante a parada programada, mais de 21 serviços serão executados simultaneamente na estrutura da Ponta das Lajes. Entre as intervenções estão a instalação de novas bombas de captação de água, manutenção das subestações de energia elétrica, limpeza e inspeções na Estação de Tratamento de Água e em unidades operacionais da região abastecida pelo sistema.

Segundo a gerente de Operações da Águas de Manaus, Jessica Candeia, as medidas têm como objetivo preparar a estrutura para um novo período de estiagem.

“Estamos nos preparando para o período de estiagem. Nos últimos três anos, Manaus enfrentou estiagens históricas, mas o abastecimento de água na capital não foi afetado graças a todos os investimentos e manutenções preventivas que fizemos em nossos sistemas”, afirmou.

Ainda de acordo com a gerente, a instalação dos novos equipamentos e as intervenções previstas devem ampliar a segurança operacional da rede e preparar a capital para enfrentar o período de seca.

Carros-pipa serão disponibilizados
Durante a manutenção, equipes da concessionária estarão mobilizadas com carros-pipa para atender pontos considerados prioritários, como hospitais, Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e escolas situadas nas áreas afetadas pela interrupção.

A empresa orienta que situações emergenciais sejam comunicadas pelos canais de atendimento: 0800-092-0195, que também funciona pelo WhatsApp, ou pelo site oficial da concessionária.

Veja a lista de áreas impactadas:
Amadeu Botelho;
João Paulo;
Jorge Teixeira 4ª Etapa;
Monte Sião;
Nossa Senhora de Fátima;
Novo Aleixo – Núcleos 21, 22, 23, 24;
Novo Aleixo – Vila Rica, São José Etapa II A e B;
São José I;
Vila Nova – Cidade de Deus;
Zumbi dos Palmares;
Águas Claras – Novo Aleixo;
Alfredo Nascimento;
Aliança com Deus;
Amazonino Mendes;
Bairro Novo;
Ben-Hur;
Braga Mendes;
Cidade de Deus;
Cidade do Leste;
Coliseu;
Fazendinha;
Gilberto Mestrinho;
Gilberto Mestrinho – Castanheira I e II;
Grande Vitória;
Gustavo Nascimento;
João Paulo II;
Jorge Teixeira – Cidade Alta;
Jorge Teixeira 1º, 2º e 3º Etapa;
Mutirão;
Nossa Senhora da Conceição;
Nova Conquista;
Nova Floresta;
Nova Vitória;
Novo Aleixo;
Novo Aleixo – Núcleo 16;
Novo Canaã;
Novo Reino
Núcleos 2, 3, 4 e 15
Parque das Garças;
Santa Inês;
São Lucas;
Tancredo Neves;
Vila Gaia;
Viver Melhor III – Cidade de Deus

Manaus: veja a lista de áreas que ficam sem abastecimento de água

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