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Catanduva fica entre as melhores do país em ranking de saneamento

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22/06/26

Baixada ganha mais uma estação de tratamento de esgoto

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10, 11, 12, 13 e 14

Maio

O mega desafio trazido pela Nova Lei 14133/2021 de Licitações

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

25, 26 e 27

Maio

Curso presencial: MND: Introdução e Aprofundamento

08::00 - 17:00

Sede de AESabesp

01 ,02, 03

Junho

Curso presencial: Transientes Hidráulicos 2026

08:30 - 17:30

São Paulo - SP

18, 19

Junho

Curso Online de Fiscalização de Serviços em Saneamento

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

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Fórum Novo Saneamento 2026

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12 e 13 de maio de 2026

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25 a 29 de maio de 2026

Fenasan 2026

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Catanduva é um dos 94 municípios que alcançaram a nota máxima do Ranking Abes da Universalização do Saneamento 2026, figurando no grupo que representa 3,67% dos 2.558 municípios avaliados pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes).

Essas cidades mais bem avaliadas foram classificadas na categoria “Rumo à Universalização” por terem registrado nota igual ou superior a 489 pontos em uma escala de até 500. No caso de Catanduva, enquadrada como município de grande porte, o índice foi de 489,68.

O levantamento avalia cinco dimensões do saneamento básico: atendimento da população com rede de abastecimento de água e rede coletora de esgoto, esgoto tratado, cobertura com coleta de resíduos sólidos domiciliares e disposição final adequada de resíduos sólidos urbanos.

De acordo com o ranking, Catanduva conseguiu nota máxima 100 com relação à coleta de resíduos sólidos domiciliares e disposição final adequada desses resíduos. Quanto à rede de água, a nota foi 99,09; o item esgoto tratado somou 98,29; e rede coletora de esgoto 92,30.

Os dados utilizados para o levantamento foram obtidos no Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa) e são referentes ao ano de 2024. Nas edições anteriores, a referência era o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), o que dificulta comparativos.

Os 2.558 municípios habilitados na pesquisa representam aproximadamente 80% da população brasileira, sendo enquadrados em quatro categorias: Rumo à Universalização, Compromisso com a Universalização, Empenho para Universalização e Primeiros Passos para a Universalização.

O ESTADO

São Paulo lidera o ranking nacional, com 81 cidades na categoria máxima. O estado também concentra as seis únicas cidades brasileiras que alcançaram a pontuação perfeita de 500 pontos: Leme, Jales, Santópolis do Aguapeí, Paranapuã, Cardoso e Gastão Vidigal.

Ao todo, 599 municípios paulistas foram avaliados. Destes, 81 ficaram em “Rumo à Universalização”, 243 em “Compromisso com a Universalização” e 275 em “Empenho para Universalização”. Nenhuma cidade do estado apareceu na faixa mais baixa do ranking.

Dados mostram relação entre saneamento e saúde

A edição de 2026 do Ranking Abes também analisa a relação entre os níveis de saneamento e as internações por Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado (DRSAI), como diarreias, hepatite A, cólera e febre tifoide, com base em registros do DATASUS.

Entre os municípios de grande porte, como é o caso de Catanduva, a taxa média é de 31,94 internações por 100 mil habitantes nas cidades melhor avaliadas e de 65,60 naquelas em Primeiros Passos para a Universalização.

“Quando o saneamento avança, a doença recua. Esse talvez seja um dos dados mais importantes do Ranking Abes. Investir em saneamento é reduzir internações, proteger crianças, aliviar o sistema de saúde e gerar retorno social para o país”, afirma Marcel Sanches, presidente da Abes.

Catanduva fica entre as melhores do país em ranking de saneamento

Será inaugurada na manhã desta segunda-feira (22), pela concessionária Águas do Rio e o Ministério das Cidades, a primeira Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Queimados, na Baixada Fluminense. A nova unidade vai beneficiar 270 mil pessoas dos municípios de Queimados, Japeri e parte de Nova Iguaçu.

A ETE terá capacidade de tratar 500 litros de esgoto por segundo. Com isso, 51 milhões de litros de esgoto deixarão de ser lançados, todos os dias, na Bacia do Guandu, manancial responsável pelo abastecimento de 9 milhões de pessoas na Região Metropolitana do Rio.

A cerimônia contará com a presença do ministro das Cidades, Vladimir Lima, de representantes da Águas do Rio e de autoridades estaduais e municipais.

Baixada ganha mais uma estação de tratamento de esgoto

A desestatização da Sabesp, concluída em agosto de 2024 pelo governo de São Paulo, abriu espaço para ampliar investimentos em saneamento. A previsão é investir, nos próximos anos, cerca de R$ 369 por habitante, bem acima da média nacional.

Esse montante supera o investimento médio nacional de 2024, de R$ 137,02 por pessoa, segundo o Ranking do Saneamento 2026 do Instituto Trata Brasil. A diferença reflete metas de universalização mais rápidas no estado.

Além disso, os recursos previstos pela Sabesp superam o valor considerado necessário para universalizar os serviços até 2033, estimado em R$ 225 por habitante. O novo ciclo deve aproximar a universalização para 2029.

Investimentos e metas
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) anunciou uma linha de atuação que prevê cerca de 70 bilhões de reais para o saneamento até 2029. O objetivo é fortalecer a proteção de recursos hídricos e reduzir a poluição.

O Plano Regional de Saneamento Básico traça um total de R$ 260 bilhões para a Sabesp até 2060. Deste montante, R$ 70 bilhões ficam para ampliar água, coleta e tratamento até 2029.

Resultados já observados
Em 2025, o estado registrou o maior investimento já feito para ampliar o acesso à água e ao esgoto tratado, com 15,2 bilhões de reais pela Sabesp. O valor representa um aumento de 120% ante 2024, quando houve 6,9 bilhões.

A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de SP informou que o avanço financeiro já se reflete no atendimento. Metas do primeiro trimestre apontam 87% de atendimento de água, 77% de coleta de esgoto e 71% de tratamento de esgoto para 2024-2026.

Impactos sociais e setoriais
Pesquisas do Instituto Trata Brasil indicam que o acesso a água tratada e esgoto melhora qualidade de vida, origem de renda e saúde pública. A universalização pode gerar benefícios significativos até 2040, superando custos com investimento.

A Tarifa Social Paulista atingiu um recorde de 6 milhões de beneficiários, ampliando o desconto na conta de água para famílias de baixa renda. O programa refere-se a cargos de vulnerabilidade social e inclusão regularizada.

Abrangência da Sabesp
A Sabesp atende 376 municípios paulistas, com aproximadamente 28 milhões de habitantes. A antecipação da universalização visa ampliar a abrangência dos serviços a mais comunidades ao longo dos próximos anos.

Saneamento em SP terá investimento três vezes a média nacional

A inauguração dos dois novos reservatórios de água tratada no Centro de Reservação de Mambu-Branco, em Itanhaém, na Baixada Santista, põe fim a um problema histórico enfrentado há décadas pelos moradores do município e de cidades vizinhas: a constante falta de água nas torneiras.

Por anos os moradores eram obrigados a buscar água em fontes e encher tambores para ter água para tomar banho, cozinhar e até beber, principalmente em época de alta temporada, quando a demanda cresce muito. “A gente sofria bastante, tinha que tomar banho depois das 22h, meia-noite, que era quando a água tinha força para encher as caixas d’água. Era péssimo”, disse a autônoma Alzira Paulo Almeida.

Com investimento de R$ 84,6 milhões, os dois novos reservatórios de Mambu-Branco têm capacidade para armazenar 20 milhões de litros de água tratada e fazem parte da primeira etapa das obras, que após a ampliação final terá capacidade total de 40 milhões de litros, beneficiando cerca de 1, 2 milhão de moradores de cinco cidades do Litoral Sul, incluíndo Praia Grande, São Vicente e Peruíbe.

Desde a conclusão dos novos reservatórios, segundo Alzira, não falta mais água na torneira de sua casa. “Agora tem água até demais, dá para tomar banho, lavar roupa a qualquer hora do dia, acabou a agonia”, disse.

Moradora de Mongaguá, Maria do Carmo Santos também está muito otimista com as obras realizadas pela Sabesp em Mambu-Branco. ”Antigamente, a gente tinha que buscar água de carro no Poço das Antas, guardava em tambor. Agora tá muito melhor, tem os novos reservatórios e bastante água”, disse.

Ciclo de Investimentos
A desestatização da Sabesp, realizada pelo Governo de São Paulo em 2024, promoveu o maior ciclo de investimentos em saneamento da história da Baixada Santista, que recebeu R$ 2,4 bilhões entre julho de 2024 e 2025, e tem previsão de investimentos de mais de R$ 8 bilhões nos próximos quatro anos para ampliar e modernizar os sistemas de abastecimento de água e esgoto em todo o litoral.

Com os reservatórios de Itanhaém já são oito centros de reservação de água tratada entregues à população. São eles: Centros de Reservação (CR) Mogiano e Caruara, em Bertioga, Morrinhos, no Guarujá, Prados Baixos, em Peruíbe, Rio Branco, em São Vicente, Centro e Mambu-Branco, em Itanhaém, têm juntos a capacidade de armazenar mais de 60 milhões de litros de água.

Na Rota da Água acompanha avanço das obras
O Governo de São Paulo acompanha as entregas no saneamento básico pelo Na Rota da Água, iniciativa em 1.100 frentes de obras em andamento nas cidades contempladas pelo contrato da Sabesp.l

Entre as entregas já realizadas estão obras de saneamento em Itapecerica da Serra, Embu das Artes e Embu-Guaçu. Também foram concluídas duas novas Estações de Tratamento de Esgoto em Caieiras e Franco da Rocha, além de um Sistema de Expansão de Esgotamento Sanitário que atende ainda Francisco Morato, na Grande São Paulo.

‘Tomávamos banho só à noite, quando tinha água, mas agora acabou a agonia’, comemora morador após a ampliação do reservatório de Mambu-Branco

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