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Três cidades do Cariri terão sistemas de abastecimento de água ampliados na zona rural

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30/04/26

Esgotamento sanitário avança no Alvorada e reacende esperança: “Acredito que essa realidade pode melhorar”

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10, 11, 12, 13 e 14

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Maio

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08::00 - 17:00

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01 ,02, 03

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08:30 - 17:30

São Paulo - SP

18, 19

Junho

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Os municípios de Antonina do Norte, Mauriti e Caririaçu, na região do Cariri, estão entre as 21 cidades contempladas com os novos investimentos do Sistema Integrado de Saneamento Rural (Sisar). Com recurso total de quase R$ 3 milhões para as áreas atendidas, será realizada a ampliação dos sistemas de abastecimento de água nas zonas rurais.

Desenvolvido em parceria com a Cagece, o projeto beneficiará mais de 1.700 famílias, contemplando 6.751 pessoas nos municípios atendidos. Presente na solenidade de assinatura do projeto, a vice-governadora Jade Romero (PT) apontou que a medida busca proporcionar mais saúde aos cearenses que vivem fora da área urbana.

 “Garantir o acesso à água tratada e encanada é um direito básico que representa vida, saúde e oportunidade. Hoje é um dia de muita alegria, mas também reflete a luta de homens e mulheres que estão em nossas comunidades rurais”, disse.

Hoje, o Sisar atua em 164 cidades, chegando a 1,2 milhões de pessoas. Desde 2023, já foram investidos R$ 188,5 milhões para ampliação da rede. 

“É um investimento preventivo em saúde. Trabalhamos para levar água tratada e de qualidade para todos os cearenses, além dos investimentos em saneamento básico. Crianças que têm saneamento também têm melhorias na educação, na imunização e redução das desigualdades”, destacou o diretor de Gestão Corporativa da Cagece, José Leite Cruz.

Três cidades do Cariri terão sistemas de abastecimento de água ampliados na zona rural

O bairro já começou a receber obras que devem contemplar mais de 50 vias com a nova estrutura de coleta de esgoto.

Localizado na zona Centro-Oeste de Manaus, o bairro Alvorada passou a fazer parte das áreas contempladas pelo programa Trata Bem Manaus. O local já começou a receber obras de implantação de rede coletora de esgoto que será responsável por coletar e transportar todo esgoto produzido nos imóveis até uma estação de tratamento. Ao todo, serão implantados mais de 8,7 mil metros de tubulações em cerca de 50 vias do bairro, ampliando significativamente a infraestrutura de saneamento da região.

O projeto no Alvorada também prevê a ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Ouro Verde. Com a obra, a unidade terá capacidade para tratar aproximadamente 26 milhões de litros de esgoto por mês, contribuindo diretamente para a recuperação ambiental do Igarapé do Sesc, que pertence à bacia hidrográfica do São Raimundo.

Além das contribuições ambientais, a chegada e expansão do sistema de esgotamento sanitário no bairro irá impactar positivamente mais de 8,2 mil moradores do local. Entre os principais benefícios estão a melhoria dos índices de saúde — especialmente na redução de doenças de veiculação hídrica, como diarreia e hepatite —, o aumento da qualidade de vida, a diminuição dos custos com saúde pública e a valorização dos imóveis atendidos pelo serviço.

Um dos moradores beneficiados é o aposentado José Nazareno Cordeiro. Residente no bairro há 52 anos, ele relembra as dificuldades enfrentadas no passado e destaca as transformações vividas ao longo das décadas.

“Quando cheguei aqui, não havia nenhum tipo de infraestrutura. Vi a energia elétrica chegar, o asfalto, a água encanada e os postos de saúde. Agora, com esse serviço que está sendo implantado para trazer o esgoto para a comunidade, tenho certeza de que a nossa vida vai melhorar ainda mais. O esgotamento sanitário traz muitos benefícios: evita doenças e valoriza nossos imóveis”, afirmou.


Recuperação ambiental

Manaus é marcada pela presença de inúmeros igarapés, que, ao longo dos anos, foram impactados por processos de degradação ambiental. Com a ampliação do sistema de esgotamento sanitário, o esgoto coletado nos imóveis passa a ser encaminhado para estações de tratamento, onde recebe o devido processamento antes de ser devolvido ao meio ambiente de forma segura e limpa.

O aposentado José Nazareno relembra as mudanças vividas ao longo do tempo: “Quando cheguei aqui, ainda pescava com meus filhos nesse igarapé. Hoje, infelizmente, ele está poluído.” Apesar disso, ele destaca a esperança trazida pelos avanços no saneamento: “Com a chegada do tratamento de esgoto, acredito que essa realidade pode melhorar.”

A obra de expansão do sistema de esgotamento sanitário na capital amazonense integra o programa Trata Bem Manaus. A iniciativa prevê a construção e ampliação de mais de 70 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), além da implantação de quase três milhões de metros de redes coletoras.

De acordo com Trajano Neto, gerente de Engenharia da Águas de Manaus, a cidade já alcança uma cobertura significativa: “Manaus já conta com cerca de 40% de cobertura, ou seja, quase metade da população tem acesso ao serviço. Nos próximos anos, a meta é mais que dobrar esse índice e avançar rumo à universalização. No entanto, a participação dos moradores, por meio da adesão ao sistema, é fundamental para que toda a cidade possa usufruir plenamente dos benefícios”.

Esgotamento sanitário avança no Alvorada e reacende esperança: “Acredito que essa realidade pode melhorar”

Mais uma etapa do compromisso do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) com a segurança hídrica no semiárido brasileiro foi realizada nesta quarta-feira (29), com a oficina participativa para discutir o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica, Ambiental e Social (EVTEAS) do Projeto de Integração Hídrica do Semiárido Piauiense. O evento, realizado em Brasília, foi conduzido pela Secretaria Nacional de Segurança Hídrica (SNSH), por meio do Departamento de Projetos Estratégicos (DPE), e reuniu representantes de órgãos federais, estaduais, instituições de pesquisa e organizações ligadas à gestão dos recursos hídricos e ao desenvolvimento regional.

A oficina é parte fundamental da elaboração do EVTEAS, estudo que avalia alternativas para ampliar as disponibilidades hídricas em municípios das bacias dos rios Canindé e Piauí, a partir da captação no Lago de Sobradinho, na Bahia. A programação incluiu apresentações técnicas, debates orientados e trabalhos em grupo, com foco na coleta de contribuições e no alinhamento entre os diversos entes envolvidos.

“Nós estamos cumprindo, hoje, mais uma etapa extremamente importante que faz parte do estudo de viabilidade do projeto de integração hídrica do semiárido piauiense. Uma região muito carente, que passou por fortes restrições hídricas de forma recorrente nos últimos anos”, afirmou Giuseppe Vieira, secretário Nacional de Segurança Hídrica do MIDR. Ele também destacou a importância do encontro para consolidar o papel do projeto na garantia de segurança hídrica para cerca de um milhão e meio de habitantes no Piauí.

Para o diretor do Departamento de Projetos Estratégicos (DPE) da SNSH, Bruno Cravo, a mobilização das instituições é essencial para enriquecer o estudo em desenvolvimento. “Essa parceria entre entidades é muito importante para o desenvolvimento desse estudo que o Ministério vem trabalhando sobre o semiárido piauiense. Isso faz com que o projeto seja enriquecido. Diversas lacunas que lá na frente possam aparecer vão ser analisadas agora com a contribuição desses diversos órgãos e do Estado do Piauí, que se fez aqui também presente”, disse.

Sustentabilidade ambiental
A coordenadora de Programas Ambientais do DPE, Elianeiva Odisio, destacou o papel da área ambiental na oficina. “A nossa presença na oficina participativa do EVTEA do Piauí é exatamente para reafirmar o compromisso com a qualidade e a sustentabilidade ambiental de toda a obra. Já no estudo, buscamos identificar as demandas socioambientais para que a execução do projeto seja tão comprometida com o meio ambiente quanto já ocorre no projeto de transposição do Rio São Francisco”, afirmou. Segundo ela, a participação do setor ambiental desde as etapas iniciais do estudo é fundamental para garantir um empreendimento alinhado às boas práticas ambientais e às diretrizes de sustentabilidade adotadas pelo MIDR.

A participação ativa dos órgãos presentes vai fortalecer a integração entre políticas públicas, garantindo que o projeto seja uma ação técnica, ambientalmente sustentável e alinhada às necessidades da população local. A diretora da ANA, Larissa Rêgo, destacou o papel da Agência nesse projeto. “A ANA participa com apoio técnico, mas sobretudo com todo o processo de regulação e monitoramento, especialmente na captação das águas do Rio São Francisco”, afirmou.

Já o superintendente adjunto da ANA, Alan Vaz, ressaltou a atuação da Agência no aprimoramento do estudo e na articulação institucional. “Estamos contribuindo com uma equipe técnica para o controle do uso da água em articulação com o Estado do Piauí, a regulação da adução de água bruta e a compatibilização dessa demanda com o planejamento de uso da água na bacia do Rio São Francisco. É um projeto que vem sendo discutido há mais de 40 anos e que representa não apenas garantia hídrica, mas também desenvolvimento para a população do Nordeste e do Brasil”, completou.

Participaram da oficina representantes da Agência Nacional de Águas (ANA), do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), do Ibama, do ICMBio, da Embrapa, da Codevasf, da Casa Civil, além de instituições acadêmicas e órgãos de controle, como o IPHAN e o Tribunal de Contas da União.

Oficina participativa marca avanço em projeto de segurança hídrica para o semiárido piauiense

Os municípios da região do Médio Tietê, entre eles Botucatu, São Roque, Ibiúna e Tatuí, receberão investimentos de cerca de R$ 4,26 bilhões até 2029 voltados à ampliação dos serviços de saneamento em 31 municípios da região. 

Os recursos serão aplicados na expansão dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, com a implantação de novas estruturas, como estações de tratamento e elevatórias. Do montante total, mais de R$ 4 bilhões serão investidos entre 2026 e 2029, somando-se aos cerca de R$ 253,2 milhões já executados desde o segundo semestre de 2024 pela Sabesp. Esses investimentos tornaram-se possíveis graças a desestatização realizada pelo Governo de São Paulo em 2024.

Ao todo, o plano contempla:

1.119 km de redes de água
1.568 km de redes de esgoto
476 estações elevatórias de esgoto
33 estações de tratamento de esgoto (ETEs)
13 estações de tratamento de água (ETAs)
10 estações elevatórias de água tratada

As intervenções ampliam a segurança no abastecimento, especialmente em períodos de estiagem, reforçando as etapas de captação, tratamento e distribuição de água. Também contribuem para a redução do risco de contaminação dos mananciais, com a expansão do esgotamento sanitário, elevando os índices de coleta e tratamento e gerando impactos positivos nas condições ambientais e de saúde pública da região.

O avanço também aparece no investimento médio por habitante ao ano, que passou de R$ 79,08 para R$ 445,22 com o novo contrato, ampliando a capacidade de atendimento e acelerando o ritmo das obras.

“Estamos falando de mais de R$ 4 bilhões que começam a ser aplicados já nos próximos meses nos municípios da região, com foco na universalização dos serviços de água e esgoto até 2029. É um marco relevante para o interior de São Paulo e reforça o compromisso da Sabesp com a ampliação do acesso ao saneamento básico”, afirma João Paulo Tavares Papa, head de Relações Governamentais da Sabesp.

Expansão
Os indicadores operacionais já evidenciam o aumento dos serviços. Desde 2024, foram incorporadas mais de 13,2 mil novas economias urbanas e 4,2 mil em áreas informais e rurais à rede de água; mais de 12 mil novas economias urbanas e 3,1 mil em áreas informais e rurais à coleta de esgoto; além de mais de 13,3 mil novas economias atendidas com tratamento de esgoto.

A tarifa social também avançou de forma expressiva na região, passando de 5.710 famílias beneficiadas, em junho de 2024, para 33.370 em fevereiro de 2026, ampliando o acesso ao saneamento para a população mais vulnerável.

Entre os 31 municípios contemplados, Ibiúna concentra o maior volume de investimentos previstos para 2026-2029, com R$ 852,7 milhões, totalizando R$ 880 milhões com os recursos já aplicados. Na sequência, destacam-se:

São Roque: R$ 646,4 milhões no total
Botucatu: R$ 443 milhões
Boituva: R$ 268,3 milhões
Salto de Pirapora: R$ 238,8 milhões
Piedade: R$ 218,7 milhões
Tatuí: R$ 217,2 milhões
Araçariguama: R$ 180,4 milhões
Bofete: R$ 130,3 milhões
Porangaba: R$ 118,2 milhões
Alumínio: R$ 112,8 milhões
Iperó: R$ 113,4 milhões

Completam a lista os municípios de: Agudos, Alambari, Anhembi, Arealva, Areiópolis, Bocaina, Boracéia, Capela do Alto, Cesário Lange, Conchas, Dourado, Laranjal Paulista, Pederneiras, Pereiras, Quadra, São Manuel, Sarapuí, Torre de Pedra e Torrinha.

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