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Prefeitura e DAE Jundiaí realizam reunião com moradores para nova expansão do saneamento na região Leste

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04/05/26

Caesb constrói nova etapa para melhorar tratamento do esgoto em Melchior

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10, 11, 12, 13 e 14

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25, 26 e 27

Maio

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01 ,02, 03

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São Paulo - SP

18, 19

Junho

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09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

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A manhã deste sábado (2) foi marcada por uma reunião de escuta com os moradores do Loteamento Fumachi, na região da Roseira. O encontro, organizado pela equipe da DAE Jundiaí, contou com a presença do prefeito Gustavo Martinelli, do vereador José Antônio Kachan Júnior e do superintendente de Engenharia da empresa, João José Viveiros. O objetivo principal foi ouvir as demandas locais e apresentar o planejamento de uma nova frente de obras de infraestrutura de saneamento que atenderá a localidade.

O projeto está em fase final de planejamento, com previsão de início das obras em até quatro meses. “Neste momento, daremos início ao processo de contratação de materiais. Após cerca de 120 dias, começaremos a implantação da rede de esgoto e, na sequência, da rede de água, com previsão de conclusão em aproximadamente dois meses”, destacou Viveiros.

O prefeito Gustavo Martinelli reforçou a importância do saneamento como base para o desenvolvimento da cidade. “Estamos percorrendo todas as regiões do município para atender às demandas da população. O saneamento garante dignidade, qualidade de vida e, acima de tudo, saúde pública”, afirmou.

Morador do bairro, Alberto Godói celebrou a iniciativa. “Isso vai facilitar o dia a dia dos moradores em vários aspectos. O saneamento é fundamental. Além de trazer saúde, representa a realização de um sonho após uma luta de 20 anos”, completou.

As intervenções fazem parte de um cronograma estruturado da DAE que visa à universalização dos serviços de saneamento no município. Vale destacar que esta é uma nova etapa de expansão na região da Roseira, complementar a outras obras já em andamento no bairro.

Prefeitura e DAE Jundiaí realizam reunião com moradores para nova expansão do saneamento na região Leste

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) está avançando nas obras para construir uma nova etapa de tratamento na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Melchior, localizada em Samambaia. Com um investimento de mais de R$ 37,4 milhões, essa estrutura foi planejada para aumentar a eficiência no processamento dos esgotos antes de serem liberados no córrego Melchior, ajudando a proteger o ambiente e as águas locais.

O objetivo dessa obra é tornar o sistema mais estável e melhorar a remoção de fósforo e outros nutrientes que ainda ficam após o tratamento inicial. As obras começaram em agosto de 2024 e estão sendo feitas pela empresa Ankara Engenharia Ltda, que já gerou mais de 40 empregos. O projeto inclui a instalação de uma casa de química e conexões com as outras partes da estação.

Luís Antônio Almeida Reis, presidente da Caesb, afirma que essa ação faz parte de um conjunto de medidas para cuidar do meio ambiente no Distrito Federal, seguindo diretrizes do Governo local e da governadora Celina. Ele explica que a nova etapa será uma etapa extra de tratamento, além do processo biológico já existente, que é um dos mais avançados do país. “Com essa unidade adicional, teremos mais segurança no tratamento, pois além do tratamento biológico, será possível realizar um tratamento químico para tirar fósforo e outros nutrientes, garantindo um esgoto tratado de melhor qualidade”, destaca.

O rio Melchior, considerado Classe 4, não é usado para abastecimento de água, mas tem papel importante na diluição dos esgotos e no equilíbrio ambiental da região. A Caesb monitora a qualidade da água e dos esgotos no rio antes e depois dos lançamentos, para assegurar o cumprimento das normas.

Atualmente, a ETE Melchior trata cerca de 1.500 litros de esgoto por segundo e atende mais de 1 milhão de pessoas em regiões como Samambaia, Ceilândia, Taguatinga, Águas Claras e Vicente Pires. Com a nova obra, essa capacidade deve crescer para até 2.500 litros por segundo, acompanhando o aumento da população até 2050.

Ana Maria do Carmo Mota, superintendente de Operação e Tratamento de Esgoto da Caesb, explica que a nova unidade funcionará como uma proteção extra. “Enquanto o tratamento biológico pode variar, essa etapa química garante estabilidade e melhora a qualidade do esgoto tratado”, ressalta. A eficiência na remoção de fósforo, hoje em torno de 90%, passará para mais de 95%, um passo importante para proteger outros corpos de água da região.

Essa obra faz parte de um plano maior para modernizar o sistema de esgoto da área, com investimentos previstos de cerca de R$ 240 milhões nos próximos anos, financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Governo do Distrito Federal, comitês de bacias hidrográficas e a própria Caesb.

Caesb constrói nova etapa para melhorar tratamento do esgoto em Melchior

Quando chove, é visto o resultado do trabalho realizado pelo Governo do Estado, de recuperação, limpeza e ampliação das barragens de terra, nas regiões de sertão do estado. Desde 2023, são 1.310 barragens médias e pequenas aguadas atendidas, a partir de um investimento de R$ 7,8 milhões. A estimativa é que tenham sido beneficiadas oito mil famílias sergipanas no campo, mas a função principal dessa água de chuva acumulada é a dessedentação animal.

De acordo com o secretário de Estado da Agricultura, Desenvolvimento Agrário e da Pesca (Seagri), Zeca da Silva, além dos investimentos já previstos, serão feitos novos aportes na área, com recursos do projeto Sertão Vivo e da Adutora do Leite. “São projetos de fundamental importância para a agricultura familiar e, por meio deles, vamos desenvolver diversos programas voltados ao fortalecimento da produção no semiárido. Como, por exemplo, no projeto Sertão Vivo, a partir da capacidade de captação de recursos, tendo como um dos principais eixos a resiliência à seca, com foco na segurança hídrica, um tema prioritário para Sergipe, especialmente por conta das características do nosso semiárido”, pontuou.

Conforme relatam os moradores do Assentamento Queimada Grande, em Poço Redondo, no alto sertão de Sergipe, há mais de três anos a barragem de médio porte da comunidade rural não enchia e, das vezes que isso acontecia, logo esvaziava, por estar muito assoreada. Agora, as chuvas de fevereiro fizeram o reservatório transbordar para além das suas margens, com tanta água, após a limpeza feita pela Coderse, empresa pública vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura. No ano passado, o lago escavado teve a sua capacidade de armazenamento ampliada para garantir a oferta de água aos moradores por mais tempo.

“Nossa barragem estava bem aterrada de lama, mas as máquinas vieram e tiraram a lama aqui e, agora, Deus mandou essa benção, que, para nós, não tem riqueza melhor do que essa água. Agora, vamos até o final do inverno, até o ano que vem tem essa água. Quero parabenizar o governador Fábio Mitidieri por ele ter mandado a máquina para limpar essa barragem para nós”, destacou o pequeno produtor rural, Josenildo Andrade de Souza, que vive e trabalha na comunidade Queimada Grande, que tem, ao todo, 150 famílias assentadas.

Poço Redondo foi atendido pelas ações de recuperação de barragens em 2025, quando foram revitalizadas 119 pequenas e seis médias aguadas, a exemplo das situadas no Queimada Grande. Naquele ano, foram recuperadas no estado um total de 557 barragens de terra, sendo 38 de médio porte, também atendendo a zona rural de Canindé de São Francisco e Gararu, no alto sertão. Além de Aquidabã, Itabi e Feira Nova, no médio sertão. Já em 2023, foram recuperadas 573 barragens em Canindé de São Francisco, Porto da Folha, Feira Nova e Graccho Cardoso.

Conforme explica o diretor de Infraestrutura Hídrica da Coderse, Ernan Sena, as barragens recuperadas têm múltiplos usos. “Essa água serve principalmente para dar de beber aos animais, prioritariamente na pecuária leiteira, que é a principal atividade econômica do sertão. Mas serve, também, para o uso doméstico e a limpeza das pequenas instalações rurais. Há desses lagos recuperados que são favoráveis à pesca, aquicultura e tem a água usada em pequenas irrigações”, destacou.

Segundo Ernan Sena, o trabalho feito por máquinas é o de recuperar a capacidade das barragens em acumular água. “É feito o desassoreamento, que aumenta a profundidade do leito desses reservatórios escavados. Ocorre a limpeza de vegetação e da matéria orgânica morta desses leitos. Mas é muito comum que haja, também, um alargamento do espelho d’água e a reconstrução de taludes e barramentos”, complementou o diretor da Coderse.

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A Copasa avançou para as etapas decisivas de uma obra estruturante voltada para a ampliação e o fortalecimento do abastecimento de água em Montes Claros. O empreendimento, que faz parte de um programa contínuo de investimentos em segurança hídrica na região, recebeu o aporte de R$ 19 milhões.

O novo reservatório, denominado R7, já está com sua estrutura física de aço vitrificado totalmente instalada na zona sul da cidade. Com capacidade para armazenar 4 milhões de litros de água, a unidade funcionará como um pulmão estratégico para o sistema local. Atualmente, as frentes de trabalho concentram-se nas interligações hidráulicas, obras de acesso, urbanização e nos preparativos para o início dos testes operacionais.
 
Resiliência hídrica

A implantação desta infraestrutura tem como objetivo otimizar a oferta de água tratada vinda dos sistemas Pacuí e São Francisco. Na prática, o novo reservatório ajudará a manter a regularidade do fornecimento mesmo durante períodos de estiagem severa, minimizando os impactos de eventuais quedas de produção nos sistemas Juramento e Verde Grande.

De acordo com o gerente de projetos da Gerência de Expansão Norte Leste da Copasa, Jailton José de Oliveira, o foco está na eficiência: “O projeto visa ampliar a oferta, reduzir perdas e promover maior resiliência do sistema frente aos desafios climáticos da região”, explicou.

A expectativa é que, após a conclusão das interligações e a validação dos protocolos técnicos de segurança, a operação seja iniciada ainda em 2026. Segundo o gerente da unidade de expansão Norte e Leste, Raul César Durães, a melhoria será sentida diretamente na qualidade de vida: “A estrutura vai permitir que o sistema acompanhe o crescimento de Montes Claros, garantindo a sustentabilidade do fornecimento a longo prazo”, pontuou. Além dos benefícios operacionais, a fase final das obras continua movimentando a economia local por meio da geração de empregos e serviços na região.

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