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Descoberta científica pode mudar o tratamento de água no mundo, solução usa elementos naturais e energia solar

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06/04/26

Brasil concorre ao Global Water Awards por avanços promovidos pela ANA

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09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

25 - 26

Março

Curso online: Apresentações de impacto

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

15 - 16

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Curso Presencial: MND: Introdução e Aprofundamento

08:00 - 17:00

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A escassez de recursos hídricos é um dos maiores desafios globais da atualidade, exigindo soluções inovadoras e totalmente acessíveis. Recentemente, cientistas desenvolveram uma tecnologia revolucionária que utiliza elementos naturais para o tratamento de água solar de baixo custo. Essa descoberta promete transformar a vida de milhões de pessoas ao redor do mundo de forma sustentável.

Como funciona o novo tratamento de água solar?
De acordo com o estudo realizado pela University of Texas at Austin, a técnica utiliza hidrogéis produzidos a partir de materiais orgânicos abundantes na natureza. Esses compostos atuam como esponjas moleculares que capturam as impurezas enquanto a energia térmica realiza o processo de evaporação.

O processo é extremamente simples, exigindo apenas a luz do sol para ativar a filtragem profunda, eliminando patógenos e até mesmo o sal da água do mar. Abaixo, detalhamos as etapas principais deste processo inovador que utiliza apenas recursos renováveis para gerar água potável.

☀️ Captação Térmica: O filtro orgânico absorve a luz solar, convertendo-a em calor para iniciar a evaporação da água impura.

🔬 Filtragem por Hidrogel: Moléculas de polímeros naturais retêm sais e metais pesados, permitindo apenas a passagem do vapor limpo.

🚰 Condensação Pura: O vapor é resfriado e coletado em um recipiente separado, resultando em água pronta para o consumo humano.

Quais são os principais benefícios desta tecnologia?
Uma das grandes vantagens dessa inovação é a sua portabilidade e o custo de produção quase nulo em comparação com usinas de dessalinização tradicionais. O sistema pode ser montado em recipientes domésticos comuns, facilitando o uso em larga escala sem necessidade de treinamentos técnicos complexos.

Além de ser ecologicamente correta, a solução não requer qualquer tipo de infraestrutura elétrica ou baterias, o que a torna ideal para comunidades isoladas. Confira os pilares fundamentais que tornam essa tecnologia superior aos métodos convencionais de purificação de água:

Custo de fabricação extremamente reduzido com materiais orgânicos.
Operação passiva que utiliza 100% de energia solar renovável.
Alta eficiência na remoção de microplásticos e contaminantes químicos.
Facilidade de transporte para regiões remotas ou zonas de conflito.

Por que o tratamento de água solar é mais sustentável?
Ao contrário de métodos químicos que utilizam cloro ou membranas plásticas sintéticas, esta abordagem utiliza biomassa regenerativa para purificação. Isso significa que, ao final da vida útil do filtro, o material pode ser descartado sem causar impactos negativos ao meio ambiente.

O sistema minimiza a pegada de carbono e reduz drasticamente o desperdício de recursos, focando em um ciclo de vida circular e totalmente orgânico. Veja a comparação técnica entre os modelos de filtragem no mercado atual e esta nova solução baseada em energia heliotérmica:

Característica	                   Método Tradicional	               Tratamento Solar Orgânico
Fonte de Energia	           Elétrica / Combustível	       Solar Passiva
Impacto Ambiental	   Alto (Resíduos Químicos)	       Zero (Biodegradável)
Custo de Manutenção	   Elevado	                                       Praticamente Nulo

Descoberta científica pode mudar o tratamento de água no mundo, solução usa elementos naturais e energia solar

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) foi indicada ao prêmio de Agência Pública de Água do Ano na Global Water Awards, uma premiação que reconhece avanços nos setores de água, esgoto, tecnologia e dessalinização por sustentabilidade dos recursos hídricos do planeta.

A indicação, segundo o superintendente adjunto de Regulação de Saneamento Básico da ANA, Alexandre Anderáos, representa um reconhecimento de que o Brasil tem construído estruturas, normas, órgãos e mecanismos governamentais mais robustos para água e saneamento.

“Na prática, esse reconhecimento internacional ajuda a dar mais visibilidade e legitimidade a uma agenda que busca ampliar o acesso com maior equidade territorial e social”, avalia.

Agenda
Alguns exemplos dessa agenda desempenhada pela ANA nos últimos anos foram a edição de normas de referência para os quatro componentes do saneamento básico: limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos, drenagem e manejo de águas pluviais urbanas.

Também, em 2025, a regulação para redução progressiva e controle de perdas de água, que trata sobre planos de gestão de perdas de água e padroniza indicadores como referência para órgãos municipais e estaduais de fiscalização dos serviços públicos de água e esgoto, as Entidades Reguladoras Infranacionais (ERI).

Na avaliação de Anderáos, é uma iniciativa central para a segurança hídrica. 

“Reduzir perdas significa aproveitar melhor a água já produzida, diminuir desperdícios e ampliar eficiência sem pressionar desnecessariamente os mananciais”, diz.

A agência também elaborou norma sobre reuso não potável de água proveniente de efluentes sanitários tratados, um tema transversal ao saneamento e recursos hídricos que traz sustentabilidade na forma cíclica de uso da água. 

Um exemplo é o tratamento de água usada em banheiros e cozinhas para uso em irrigação paisagística e agrícola, recarga de aquíferos, lavagens de ruas e veículos.

Outras regulações destacadas pelo gestor foram a criação de metas progressivas de universalização de água e esgoto e a norma que trata da governança das ERI.

“Para o setor brasileiro, isso reforça uma mensagem importante, que em um ambiente federativo e fragmentado como o nosso, melhorar a prestação dos serviços depende de coordenação, referências nacionais, previsibilidade contratual e redução de incertezas regulatórias”, afirma.

Desafios
Dados do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico 2025 (Sinisa) apontam que, em 2024, a rede de abastecimento de água alcançou 84,1% da população brasileira e a rede de esgoto chegou a 62,3% da população.

No mesmo ano, foram investidos R$ 14,59 bilhões em abastecimento de água e R$ 13,68 bilhões em esgotamento sanitário.

“Isso sugere um setor ainda em fase de expansão e consolidação, no qual o avanço regulatório ajuda a criar condições para que os investimentos se convertam em obras, operação e, ao longo do tempo, em aumento dos níveis de atendimento”, explica Alexandre Anderáos.

Indicação
Ao indicar a ANA ao Global Water Awards, a iniciativa que promove a premiação Global Water intelligence (GWI) destacou que as novas normas de referência da agência ajudaram a resolver disputas antigas, reduzir incertezas para operadores e investidores, estabelecer metas nacionais de universalização e introduzir indicadores de desempenho comparáveis em escala nacional.

Além da ANA, também concorrem na categoria Agência Pública, a Korea Water Resources Corporation (K-Water), da Coreia do Sul; o Orange County Water District, dos Estados Unidos; a Sharakat, da Arábia Saudita; e a Suruhanjaya Perkhidmatan Air Negara (SPAN), da Malásia.

A votação para a escolha dos premiados será feita por membros do GWI, e o resultado final deverá ser divulgado no dia 19 de maio.

Brasil concorre ao Global Water Awards por avanços promovidos pela ANA

Atualmente, a cobertura de tratamento de esgoto em Florianópolis é de 68%. A expectativa da Casan é que, com base nas obras já entregues e no cenário operacional atual, esse índice chegue a 82% até 2027 e a 90% em 2032. Nesse ritmo, a capital alcançaria em 2033 a meta estabelecida pelo Marco Legal do Saneamento, que prevê 90% de cobertura.

Para avançar nesse objetivo, a estatal aposta na ampliação do sistema Ingleses/Santinho. O projeto prevê um investimento de R$ 28 milhões e inclui a construção de uma nova Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), sete estações elevatórias, 8,4 quilômetros de rede coletora e 2,9 quilômetros de emissários. A obra deve beneficiar 5.327 unidades, alcançando cerca de 18 mil pessoas. A ordem de serviço já está autorizada e o prazo de execução é de 730 dias. O licenciamento ambiental é do IMA, com a Licença Ambiental de Instalação (LAI) já concedida.

Veja o resultado da fiscalização da Aresc na Joaquina em janeiro de 2026:

No Sul da Ilha, Casan e prefeitura lançaram a pedra fundamental do sistema de esgotamento sanitário do Pântano do Sul. Embora o ato tenha caráter simbólico, a abertura das propostas do edital está prevista para o dia 27 de abril.

O investimento estimado é de R$ 65 milhões para atender 2.679 unidades nos bairros Pântano do Sul e Armação. A previsão é beneficiar cerca de 13 mil pessoas até 2043. O sistema contará com dez estações elevatórias, 36,4 quilômetros de rede coletora e sete quilômetros de emissário, que lançará o efluente tratado no rio Quincas Antônio, que deságua no rio Sangradouro, na Armação.

A adoção de pequenas estações de tratamento de esgoto é uma estratégia defendida pelo prefeito Topazio Neto e pela Casan. O objetivo é evitar processos de licenciamento ambiental mais complexos — ou, em termos mais diretos, reduzir o peso de disputas ideológicas e a pressão contrária de órgãos de controle. Na prática, destravar os projetos. 

Ainda durante a campanha eleitoral, Topazio mencionou a implantação de quatro ou cinco pequenas estações no Sul da Ilha. Resta saber se, desta vez, os projetos sairão do papel.

Um dos principais desafios de Florianópolis é a ausência de rios de grande vazão. No passado, a solução técnica apresentada — e rejeitada pela população — foi a implantação de um emissário submarino, alternativa defendida por engenheiros sanitaristas e ambientais.

Esse impasse resultou em um elefante branco: a Estação de Tratamento de Esgoto do Rio Tavares, que está há cerca de dez anos em obras e, sem definição sobre o destino do efluente tratado, permanece inconclusa.

A cidade precisa encontrar uma solução técnica clara, estabelecer um norte e enfrentar de forma definitiva o grave problema da falta de saneamento.
Será que agora vai?

O plano de Florianópolis para avançar em saneamento e atingir a meta

Para ampliar a oferta de atendimentos na rede municipal de saúde, a Prefeitura de Macaé, por meio da Secretaria Executiva de Atenção Básica, realizou neste sábado (4) mais um mutirão no Centro de Especialidades Dona Alba, no Centro. A mobilização foi voltada para consultas de clínica médica, sem necessidade de agendamento prévio, e especialidade de neuropediatria com pacientes já agendados.

O atendimento é por ordem de chegada, garantindo mais agilidade e acesso à população. A iniciativa integra a estratégia Saúde Digital em Ação, que desde março vem ampliando a capacidade de atendimento por meio de mutirões aos sábados, combinando consultas presenciais e suporte de telessaúde.

A aprovação do público reforça a efetividade da ação. A gerente de vendas de hotelaria, Margareth Amaro, 63 anos, destacou a qualidade e rapidez do atendimento. “Fiquei sabendo por amigos, fui atendida na clínica geral e já consegui agendar angiologista e dermatologista. Muito bom e atendimento rápido”, afirmou.

A auxiliar administrativa e financeira Caroline Dias, 36 anos, também elogiou a iniciativa. “Passei pelo clínico geral e já saí com encaminhamentos para ginecologista, otorrino e alergista. Se fosse do modo antigo, não conseguiríamos agendar tão rápido. Está maravilhoso”, ressaltou.

Já a professora Sonia Regina Azevedo, 70 anos, além de participar do mutirão, ajudou a divulgar a ação. Ela levou duas amigas para atendimento e destacou a experiência com a telessaúde. “Fui ao clínico geral e me surpreendi positivamente com a medicina digital. É um avanço importante”, avaliou.

Para ser atendido, é necessário apresentar documento de identificação e Cartão Nacional do SUS ou CPF. O Centro de Especialidades Dona Alba fica na Rua Governador Roberto Silveira, 108, no Centro. A mobilização também garantiu acessibilidade: quando necessário, o atendimento contou com o auxílio de intérprete de Libras, assegurando inclusão para pessoas com deficiência auditiva.

Dona Alba: mutirão de clínica médica e neuropediatria amplia acesso à saúde

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