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Prefeitura avança com novos reservatórios e leva mais segurança hídrica para 80 mil pessoas

Prefeitura avança com novos reservatórios e leva mais segurança hídrica para 80 mil pessoas

27/03/26

Processo de revisão do Plansab é apreciado pelo CISB e parte para passos finais

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27/03/26

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27/03/26

Mais saneamento básico para cidades de São Paulo por meio do Novo PAC

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Sanepar: sustentabilidade e tecnologia rumo à universalização

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Processo de revisão do Plansab é apreciado pelo CISB e parte para passos finais

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11 - 12

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09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

25 - 26

Março

Curso online: Apresentações de impacto

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

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Curso Presencial: MND: Introdução e Aprofundamento

08:00 - 17:00

Cursos AESabesp

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Por Sidney Seckler

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Mais um passo importante foi dado para a modernização do sistema de abastecimento em Ribeirão Preto. A Prefeitura, por meio da Saerp (Secretaria de Água e Esgoto de Ribeirão Preto), homologou, nesta quarta-feira, 25 de março, a contratação das empresas que ficarão responsáveis pela construção de quatro reservatórios de água potável e Estações Elevatórias de Água Tratada (EEAT) na cidade.

Realizada via concorrência eletrônica, a licitação foi dividida em dois lotes que somam um investimento total de R$ 16.150.000,00 e visam beneficiar diretamente cerca de 81 mil moradores.

 O primeiro lote, arrematado pelo Consórcio CME Ribeirão Preto no valor de R$ 8.075.000,00, inclui a execução das obras nos reservatórios Salgado Filho e Vila Tibério, ambos com capacidade de 1.000 m³ cada. Estas unidades atenderão os bairros Jardim Salgado Filho, Jardim Aeroporto e Vila Tibério. 

Já o segundo lote, também no valor de R$ 8.075.000,00, foi homologado para o Consórcio Integrado Ribeirão que executará os reservatórios San Thiago e Nova Aliança, de 1.500 m³ cada, atendendo regiões de Bonfim Paulista, Jardim Nova Aliança e Jardim João Rossi.

Todos os reservatórios serão do tipo aço parafusado, tecnologia que garante instalação mais rápida e econômica, menor custo de manutenção, maior resistência à corrosão e segurança contra a proliferação de bactérias.

Além disso, o sistema funcionará por gravidade, recebendo água diretamente dos poços e distribuindo até os imóveis, o que aumenta a eficiência e reduz as perdas na rede.

O secretário da Saerp, José Rui Bonatto, destaca que o projeto reforça o compromisso da Prefeitura com a modernização e melhoria do abastecimento. “Nosso foco é garantir que a água chegue com regularidade às torneiras de milhares de famílias da cidade. E os novos reservatórios são peças importantes nesse processo de migração do sistema em marcha para gravidade”, explicou.

Após a homologação do processo licitatório, os consórcios devem entregar os documentos para assinatura do contrato. Em seguida, a ordem de serviço é liberada, autorizando o início das obras.

Prefeitura avança com novos reservatórios e leva mais segurança hídrica para 80 mil pessoas

Oprocesso de revisão do Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab), com ano-base 2022, avançou mais uma etapa nesta terça-feira (24), após ser apreciado e aprovado por consenso na 9ª Reunião Ordinária do Comitê Interministerial do Saneamento Básico (CISB). O encontro da pasta, em Brasília, marcou o encaminhamento do documento para os passos finais antes da formalização oficial, que será um avanço fundamental para o desenvolvimento e fortalecimento da política federal do setor.

Com presença de representantes dos ministérios das Cidades; Planejamento e Orçamento; Meio Ambiente e Mudança do Clima; Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; Integração e Desenvolvimento Regional; Saúde; Fazenda; e Casa Civil; a reunião contou com uma apresentação detalhada sobre o processo de revisão do Plansab.

O trabalho passou por diversas etapas, incluindo a incorporação de dados do Censo Demográfico do IBGE, ocorrido em 2022, e a completa a disponibilização de dados no final de 2024, sendo instituído grupo de trabalho específico para subsidiar a revisão, realizadas duas audiências e consultas públicas em 2025, bem como oitivas de quatro Conselhos Nacionais no começo deste ano. Ao todo, foram recebidas mais de 900 contribuições, oriundas das fases determinadas pela legislação, das quais 333 foram acatadas. Paralelamente, foram publicados oito cadernos temáticos.

Entre os principais avanços do plano, destacam-se a atualização e melhora de conceitos técnicos, ajustes nas diretrizes e avanços no diagnóstico com a inclusão de análise sobre saneamento nas escolas e territórios indígenas, quilombolas e áreas vulneráveis. Também houve aperfeiçoamento dos indicadores, com revisão de métricas relacionadas à qualidade da água, à cobertura de esgotamento sanitário e manejo de resíduos sólidos, além da incorporação de soluções alternativas ambientalmente adequadas. 

Foi observada a correlação com Planos Nacionais, como o Planares e o Plano Clima, bem como a atenção aos municípios críticos na questão da drenagem de águas pluviais, atualização dos valores necessários de investimento até 2033 e o estabelecimento de 80 estratégias de atuação para se alcançar as metas da universalização. 

A revisão também buscou alinhar o Plansab ao Marco Legal do Saneamento Básico e às diretrizes da política federal para o setor, reforçando o papel como instrumento central de planejamento e coordenação das ações de saneamento no país. Com a aprovação pelo CISB, o documento segue agora para análise jurídica e posterior envio à Casa Civil da Presidência da República, etapa que antecede a formalização do material por decreto.

Durante a reunião, ainda foi tratada a proposta de atualização do Regimento Interno do CISB, com o objetivo de aprimorar a governança, o funcionamento e os processos decisórios do Comitê, em consonância com as diretrizes atuais da política pública de saneamento básico. A iniciativa busca conferir maior clareza às atribuições dos órgãos integrantes.

Dentre as principais alterações propostas, destacam-se: o fortalecimento das Câmaras Técnicas, com ampliação dos mandatos para até dois anos; a possibilidade de criação de Grupos de Trabalho temporários e permanentes; a ampliação do prazo de funcionamento dos Grupos de Trabalho para até 180 dias; a previsão de elaboração de Manual Operacional para disciplinar procedimentos; o estabelecimento de calendário anual de reuniões; e a ampliação da participação de órgãos convidados, além da inclusão de entidades vinculadas, sem direito a voto.

Instituído como instância de coordenação da Política Federal de Saneamento Básico, o CISB desempenha papel estratégico na articulação entre órgãos e entidades da administração pública federal, contribuindo para o avanço da universalização e a melhoria da qualidade dos serviços de saneamento no Brasil.

O Plansab

Elaborado em 2013 e com horizonte de 20 anos, o Plansab deve ser avaliado anualmente e revisado a cada quatro anos, conforme previsto no Marco Legal do Saneamento Básico. O plano consiste no instrumento de planejamento integrado do saneamento no Brasil, composto de abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, drenagem e manejo de águas pluviais urbanas.

Os documentos referentes ao Plansab estão disponíveis pelo link.
https://www.gov.br/cidades/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saneamento/plano-nacional-de-saneamento-basico-plansab

Leia na íntegra as resoluções da reunião publicadas no Diário Oficial:

Resolução CISB nº 9
https://in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-cisb-n-9-de-24-de-marco-de-2026-695449316
Resolução CISB nº 10
https://in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-cisb-n-10-de-24-de-marco-de-2026-695438179

Processo de revisão do Plansab é apreciado pelo CISB e parte para passos finais

Moradores das cidades paulistas de São Carlos, Indaiatuba, Louveira e Salto serão beneficiados com novas obras de saneamento básico. O Ministério da Cidades divulgou no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 25, a relação de propostas selecionadas na modalidade Abastecimento de Água – Urbano, para Mutuários Públicos. Os recursos são do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), no âmbito do Novo PAC.

A Prefeitura de São Carlos tem à disposição quase R$ 59 milhões para reforço da adutora da estação de tratamento de água do Centro Empresarial de Alta Tecnologia (ETA CEAT), implantar dois centros de produção de distribuição de água potável no Porto Royale e Salto do Monjolinho, e para reforma de filtros na estação de tratamento de água na Vila Pureza.

Em Indaiatuba, na região de Campinas, a prefeitura conta com R$ 54 milhões para ampliação de um sistema de abastecimento no Rio Jundiaí. Em Louveira, o empréstimo de R$ 15 milhões vai beneficiar moradores e comerciantes do bairro Arataba. Pelo Novo PAC,  R$ 36 milhões podem ser usados na construção de uma estação de tratamento de água na cidade de Salto.

Mais saneamento básico para cidades de São Paulo por meio do Novo PAC

A história do saneamento no Paraná é uma narrativa de evolução constante, que parte da simplicidade dos chafarizes do século XIX para alcançar a complexidade da inteligência artificial no século XXI. A relação dos curitibanos com a água era marcada, na metade do século XIX, pelo esforço diário junto aos bebedouros da rua Fechada, no atual Largo da Ordem. A demanda crescente exigiu novas estruturas e, em 1908, ocorre a inauguração do primeiro sistema de abastecimento e coleta de esgoto.

Esse foi o embrião de uma trajetória que passaria pelas mãos visionárias do engenheiro Saturnino de Brito. A expansão para o interior do estado, entre as décadas de 1930 e 1940, e a pioneira fluoretação da água na Estação do Tarumã nos anos 1950, prepararam o terreno para o grande salto institucional: a sanção da lei pelo governador Ney Braga, em 1963, que criou a Agepar, renomeada no ano seguinte como Sanepar.

Hoje, a distância entre aquele chafariz histórico e a atual Companhia de Saneamento do Paraná pode ser medida em voltas ao redor da Terra: se os atuais 63 mil quilômetros de rede de água e 44 mil quilômetros de rede de esgoto fossem colocados em linha reta, seriam suficientes para circundar o planeta duas vezes e meia.

De uma empresa criada para resolver problemas básicos de abastecimento, a Sanepar transformou-se em uma gigante do setor, reconhecida como a maior empresa pública de saneamento do Brasil e uma referência internacional em inovação e sustentabilidade.

A era Sanepar 5.0
O presente da Sanepar é definido pela inovação disruptiva. A companhia vive a era do Sanepar 5.0, um programa estratégico focado na transformação digital, na governança e na inteligência de dados. A iniciativa busca não apenas modernizar processos, mas redefinir a eficiência operacional através de tecnologias como inteligência artificial, Internet das Coisas (IoT) e Machine Learning.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, tem sido enfático sobre o papel transformador da companhia. "Nosso propósito, acima de tudo, é promover saúde pública através do saneamento. O modelo Sanepar 5.0 alia infraestrutura digital, governança, inteligência de dados e foco na experiência do cliente para garantir que continuemos na vanguarda."

A inovação na Sanepar não é isolada; é aberta. O programa Sanepar Labs, criado em 2021, já recebeu mais de 150 inscrições de startups e empresas para co-criar soluções sustentáveis. Já o programa Radar Tag busca tecnologias globalmente validadas para aplicar no saneamento paranaense. Essa postura vanguardista rendeu à companhia o prêmio de "Melhores do Biogás" e a posição de finalista no Global Water Awards.

No campo da sustentabilidade, a inovação se materializa na CS Bioenergia, localizada ao lado da ETE Belém, em Curitiba. A usina converte lodo de esgoto e resíduos orgânicos em energia elétrica, um modelo perfeito de economia circular. Somam-se a isso os investimentos em usinas fotovoltaicas, que buscam a autossuficiência energética e a redução da pegada de carbono.

O legado da universalização
O horizonte da Sanepar é ambicioso e financiado por um volume histórico de recursos. Para o ciclo de 2025 a 2029, a companhia anunciou um plano de investimentos de R$ 13 bilhões. O objetivo é acelerar a universalização do saneamento no estado, antecipando as metas do Marco Legal do Saneamento.

O presidente também projeta o significado histórico das ações realizadas hoje, enfatizando que a universalização é um patrimônio que ficará para as próximas gerações. "Universalizar o saneamento não é só meta, é um legado. O que fazemos hoje vai impactar a vida dos nossos filhos e dos nossos netos. Estamos trabalhando para levar o serviço a todos que precisam, buscando soluções inovadoras com responsabilidade social."

Esses investimentos não são apenas números em planilhas; eles se traduzem em milhares de obras por todo o estado, desde grandes estações de tratamento em centros urbanos até o atendimento de pequenas comunidades rurais. A estratégia inclui ainda a diversificação de portfólio, com a expansão de serviços de drenagem urbana e gestão de resíduos sólidos, consolidando a Sanepar como uma empresa completa de saneamento ambiental.

O legado do Miringuava
Nenhum projeto simboliza melhor essa nova era do que a Barragem do Miringuava, em São José dos Pinhais. Considerada a obra mais importante de segurança hídrica para a Região Metropolitana de Curitiba (RMC) das últimas décadas, a represa representa o abastecimento para 3,5 milhões de habitantes.

Após superar desafios complexos de licenciamento ambiental e desapropriações entre 2021 e 2024, a "última etapa" foi vencida com rigor técnico e respeito à natureza. Equipes de biólogos e veterinários realizaram o resgate de fauna e a supressão vegetal controlada, preparando o terreno para o marco histórico do início de 2026: o fechamento das comportas e o início do enchimento do lago. Com capacidade para armazenar 38 bilhões de litros de água, o Miringuava é a materialização da segurança hídrica que permitirá a capital enfrentar crises climáticas futuras. 

Sustentabilidade e alcance social
Os números ganham rosto humano nos programas sociais. O Água Solidária mais que triplicou seu alcance, saltando de 184 mil para mais de 608 mil famílias beneficiadas com tarifas reduzidas na última década. O programa Caixa d'Água Boa já levou dignidade a 15 mil famílias, garantindo reservatórios domiciliares para quem mais precisa. No campo, o premiado Sanepar Rural já conectou mais de 520 mil pessoas à água tratada, um feito reconhecido pela ONU na COP28.

A educação ambiental também floresce. O projeto Jardins de Água e Mel, que instala colmeias de abelhas nativas sem ferrão em escolas, já impactou 34 mil alunos, ensinando que a preservação da biodiversidade é vital para a qualidade da água.

Ao unir a força de seus ativos, a inteligência de seus dados e a sensibilidade de seus programas sociais, a Sanepar prova que uma empresa pública pode ser eficiente, lucrativa e, acima de tudo, humana. A população continua com a mesma necessidade dos tempos da rua Fechada: acesso à água essencial para a vida. A diferença é que, agora, essa entrega vem acompanhada da mais alta tecnologia e de um compromisso inabalável com o futuro.

"Nosso propósito, acima de tudo, é promover saúde pública. Universalizar o saneamento não é só uma meta contratual. O que estamos construindo hoje — seja nas grandes barragens ou nas redes de esgoto das pequenas cidades — vai transformar a realidade do Paraná pelas próximas décadas", destaca Bley.

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