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Curso Online Digitalização 4.0 no Ciclo Integral da Água – Uma Jornada de Rio a Rio

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

14 a 16

Setembro

Curso presencial: Transientes Hidráulicos 2026

08:30 - 17:30

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21, 22, 23 e 24

Setembro

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Para a economia global, o episódio aumenta a incerteza, pressiona custos e pode encarecer produtos, além de ameaçar setores industriais dos dois lados da fronteira.

Mais do que uma disputa tarifária, o confronto mostra o avanço de uma política comercial americana baseada em pressão e tarifas como instrumento de negociação — estratégia que pode provocar novas retaliações e ampliar a fragmentação do comércio internacional.

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A perspectiva é de que nesses últimos meses do ano a cobertura avance mais um ponto percentual, chegando a 31% de cobertura, ou algo em torno de mais 80 mil pessoas atendidas, equivalente à população de Ijuí.

Fábrica de tubos
Abreviar os incômodos no avanço da rede foi o objetivo, segundo ela, para tornar concreto o investimento de R$ 14 milhões no Parque de Infraestrutura e Inovação, inaugurado este ano em Esteio. Ali, a empresa passa a produzir tubos para as redes, asfalto para recomposição rápida em locais de obras, aliada ao laboratório de estudo de solos, além da produção própria de sulfato de alumínio, que é uma substância usada no tratamento da água.

"A criação do novo parque é uma novidade, única entre as operações da Aegea no Brasil, criada para dar conta de toda a nossa operação no Rio Grande do Sul e não dependemos de fornecedores, que muitas vezes não conseguem atender à demanda na velocidade que precisamos", explica.

A cada mês, a nova fábrica tem capacidade de produzir 200 quilômetros de tubos. 
Neste ano, o saneamento foi universalizado em Aceguá, na Fronteira Oeste, e em Pedras Altas, na Região Sul. Em Esteio, na Região Metropolitana, a cobertura de esgoto já chegou a 100%. Em Barra do Quaraí, o uso de Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) móveis garantiu maior agilidade nesse avanço. Samanta destaca ainda importantes ampliações das redes em cidades como Passo Fundo e Gramado.

Além dos três municípios que já chegaram ao índice de cobertura exigido para 2033, Cachoeirinha (87,5%), Torres (87,5%), Quaraí (81,9%) e Santa Maria (81,7%) estão bem próximos de atingir a meta.

"No Litoral Norte, a nossa atuação foi decisiva para destravar importantes iniciativas em um dos principais polos de desenvolvimento do Rio Grande do Sul. O saneamento era uma questão histórica que impedia novos empreendimentos na região", conta a diretora-presidente da Aegea Corsan.

Somente neste ano, a região receberá R$ 128,6 milhões em investimentos. Já foram aportados R$ 300 milhões em ampliação de rede e novas estruturas de tratamento de esgoto na região desde os anos anteriores..

Claro que a Região Metropolitana, onde uma PPP deu início aos investimentos em saneamento antes da privatização em todo o Estado, por concentrar a maior população gaúcha, também é ponto de direcionamento de boa parte dos aportes atuais da Aegea Corsan. Somente neste ano, a empresa investe R$ 233,8 milhões nesta área.

Algo que também gera um efeito colateral. Há questionamentos em diversos municípios, como Gravataí, onde uma CPI foi instaurada na Câmara de Vereadores, e Cachoeirinha, onde o Executivo acionou a empresa com questionamentos em relação à execução de obras e os impactos nas cidades.

"Considero normais e democráticos os questionamentos, e temos respondido com absoluta transparência. É um trabalho que também temos feito na aproximação com as comunidades, para mostrar que os incômodos são temporários e que a melhoria da qualidade de vida só será possível a partir dessas obras", comenta a dirigente.
Atenção ao abastecimento
Mas não é só com a ampliação de rede e tratamento de esgoto que os esforços em investimentos da empresa estão concentrados. A partir das mudanças climáticas cada vez mais rigorosas, e com o El Niño chegando com força no Rio Grande do Sul, há adaptações na infraestrutura dedicada ao abastecimento de água.

“É uma situação que requer atenção e resiliência. Boa parte das estruturas que operamos eram boas para determinadas situações, mas com alterações em níveis de rios e cotas de inundação, por exemplo, precisamos fazer adaptações para seguir abastecendo as cidades com segurança. Passamos a aplicar uma métrica diferenciada, com um plano de resiliência”, aponta a diretora-presidente.

Os aportes incluem perfurações de novos poços, alteração de pontos de captação, mudanças de nível de captação de água, garantia de geradores reservas e criação de redes reservas para situações críticas.

“O resultado tem sido a redução no nosso tempo de resposta a cada situação crítica. O plano de resiliência garante mapas com os pontos vitais de cada município para que tenhamos, por exemplo, caminhões-pipa próximos a hospitais e outras estruturas prioritárias em tempo mínimo”, conta Samanta Takimi.
Ficha técnica
Investimento: R$ 1,6 bilhão
Estágio: em execução
Empresa: Aegea Corsan
Cidades: diversas
Área: infraestrutura

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Para o prefeito Akira Auriani, a obra demonstra a importância da articulação entre o município e o Governo do Estado para destravar demandas históricas e transformar reivindicações da população em investimentos concretos.

“Desde o início, temos buscado abrir portas, construir parcerias e levar as demandas de Rio Grande da Serra para quem pode nos ajudar a transformar a realidade da cidade. O Jardim Nakamura esperou 30 anos por saneamento básico. Não era possível aceitar que tantas famílias continuassem sem um serviço tão essencial. Fomos atrás, dialogamos com o Governo do Estado e com a Sabesp e, hoje, estamos vendo esse trabalho se transformar em resultado. Mais do que uma obra, estamos levando saúde, dignidade e qualidade de vida para essas famílias”, afirmou o prefeito.

Durante a visita, a secretária Natália Resende destacou o impacto da intervenção para os moradores. “É muito mais que números, é saúde, é dignidade para as pessoas. É transformar um bairro que ficou muito tempo esquecido, mas, com o prefeito e com o Governo do Estado, isso está mudando”, afirmou.

A expectativa é de que o serviço esteja disponível à comunidade nos próximos 15 a 20 dias. Na próxima semana, está prevista a lavagem e a cloração da nova rede de abastecimento de água. Na sequência, a Sabesp iniciará as conexões com os imóveis do bairro.

A chegada do saneamento ao Jardim Nakamura integra o trabalho da administração municipal de buscar investimentos e fortalecer a interlocução com o Governo do Estado e demais instituições para atender demandas históricas de Rio Grande da Serra, especialmente em bairros que aguardam há décadas por melhorias de infraestrutura.

Jardim Nakamura, em Rio Grande da Serra, terá água e esgoto pela primeira vez em 30 anos

Na ocasião, verificou-se que, entre 11 comunidades visitadas — Casa Branca, Cedro, Estrelinha, Fronteira, Itaquiraí, Piquiri, Primavera II, Soberania, Cerro Marangatu, Campestre e Bananal —, apenas a Campestre dispunha de sistema estruturado de abastecimento. Nas demais, a água chegava principalmente por caminhões-pipa e era armazenada em reservatórios improvisados, muitos com capacidade de apenas 500 litros.

A mobilização começou depois que moradores procuraram o deputado e relataram as dificuldades enfrentadas diariamente para ter acesso à água potável. A partir da demanda, Geraldo levou o problema diretamente ao presidente da Itaipu Binacional, Enio Verri, com quem se reuniu em Brasília, em fevereiro deste ano, para buscar a inclusão das aldeias em projetos estruturantes de saneamento e segurança hídrica.

Paralelamente, o parlamentar também buscou providências junto ao Ministério da Saúde. Por meio da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), foi elaborado um estudo técnico apontando a necessidade de sistemas completos de abastecimento, envolvendo perfuração de poços, reservatórios com capacidade entre 10 e 80 metros cúbicos, tratamento da água, redes de distribuição e ligações domiciliares

Com a decisão do Conselho Deliberativo da Itaipu, a articulação entra agora em uma nova etapa, com a participação da Sanesul e do Governo do Estado. Para Geraldo Resende, a medida representa uma conquista fundamental para assegurar condições dignas de vida às famílias indígenas.

“Água potável é um direito básico e também uma questão de saúde pública. Fomos procurados pelas comunidades, conhecemos de perto essa realidade, levamos a demanda à Itaipu e buscamos construir uma solução definitiva. A aprovação desses recursos mostra que todo esse trabalho valeu a pena. Agora, nosso objetivo é acompanhar os próximos passos para que as obras aconteçam e a água chegue efetivamente às famílias”, afirma Geraldo Resende.

Além de melhorar diretamente a qualidade de vida, a implantação dos sistemas deverá trazer reflexos importantes para a saúde das comunidades, reduzindo os riscos de doenças relacionadas ao consumo de água sem tratamento adequado e proporcionando melhores condições sanitárias às famílias.

Histórico da luta - A articulação do deputado federal Geraldo Resende junto à Itaipu Binacional resultou em um importante avanço para levar água à Terra Indígena Cerro Marangatu, no município de Antônio João/MS.

As tratativas tiveram início em 24 de fevereiro de 2026, durante reunião do parlamentar com o presidente da Itaipu Binacional, Enio Verri, na sede da instituição, em Brasília/DF. A partir dessa reunião, foi designado um diretor da Itaipu para acompanhar diretamente a demanda e dar encaminhamento às providências necessárias.

Na sequência, foi realizada uma visita técnica em 16 de março, em Antônio João, com a participação do deputado Geraldo Resende, da diretoria e da coordenação da Itaipu. A equipe esteve no local para avaliar as condições e definir os pontos onde deverão ser executadas as obras para garantir o abastecimento de água aos povos indígenas.

Desde então, o deputado Geraldo Resende manteve reuniões e tratativas permanentes com a Itaipu Binacional e a Sanesul para viabilizar o projeto. Após meses de articulação e acompanhamento, a proposta avançou dentro dos procedimentos técnicos e institucionais necessários. Como resultado de sse trabalho, no último dia 19 de agosto de 2026, o Conselho da Itaipu Binacional deliberou e aprovou o investimento de R$ 13.055.000,00 para o início das obras.

“A aprovação representa uma conquista concreta para a comunidade da Terra Indígena Cerro Marangatu e um passo decisivo para garantir o acesso à água”, avalia Geraldo Resende, lembrando que, de agora em diante, a respectiva ata será assinada conforme os procedimentos internos da Itaipu Binacional, permitindo o prosseguimento das etapas necessárias para o início das obras.

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