top of page
Anuncie no Portal Água 360
Água 360
Publicidade

Anuncie no Portal Água 360

Barragem Jaguari impulsiona a agropecuária e reforça a segurança hídrica em São Gabriel

Barragem Jaguari impulsiona a agropecuária e reforça a segurança hídrica em São Gabriel

31/03/26

Abastecimento de água começa a ser normalizado após falta de energia em Parauapebas

Abastecimento de água começa a ser normalizado após falta de energia em Parauapebas

31/03/26

Barragem Jaguari impulsiona a agropecuária e reforça a segurança hídrica em São Gabriel

31/03/26

Abastecimento de água começa a ser normalizado após falta de energia em Parauapebas

31/03/26

Abastecimento de água está normalizado em todas as regiões atendidas pela ETA Piraí

31/03/26

Disponibilidade hídrica mundial, no Brasil e em São Paulo

31/03/26

Barragem Jaguari impulsiona a agropecuária e reforça a segurança hídrica em São Gabriel

Barragem Jaguari impulsiona a agropecuária e reforça a segurança hídrica em São Gabriel

Abastecimento de água começa a ser normalizado após falta de energia em Parauapebas

Abastecimento de água começa a ser normalizado após falta de energia em Parauapebas

Calendário

11 - 12

Fevereiro

Curso Online: Projetos Ágeis, Resultados Concretos

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

09 - 12

Março

Curso online: Sistema de Disposição Oceânica de Efluentes Sanitários (Emissários Submarinos): Noções básicas

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

25 - 26

Março

Curso online: Apresentações de impacto

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

15 - 16

Abril

Curso Presencial: MND: Introdução e Aprofundamento

08:00 - 17:00

Cursos AESabesp

Eventos
FITABES

FITABES

25 e 28 de maio de 2025

IFAT

IFAT

25 a 27 de junho de 2025

Fenasan

Fenasan

21 a 23 de outubro de 2025

ENA

ENA

12 e 13 de novembro de 2025

Canal Portal Água 360

Aula 56 - Porque não se pode misturar uma solução
de hipoclorito de sódio com uma solução ácida?

Por Sidney Seckler

Aula 55 - Porque refrigerantes perdem "gás" após
o seu consumo e posterior acondicionamento?

Por Sidney Seckler

Fórum
História
Níveis dos reservatórios
Legislação
Licitações
Entrevista
Mídia 360
Anuncie no Portal Água 360!
Solicite um orçamento.
Anuncie no Portal Água 360
Na quarta-feira (1/4), o governador Eduardo Leite e a titular da Secretaria de Obras Públicas (SOP), Izabel Matte, anunciam a conclusão da construção da estrutura principal da Barragem Jaguari, em São Gabriel. Quando estiver em operação, a obra garantirá mais produção e renda para a região, além de ampliar a segurança hídrica e contribuir para o enfrentamento de eventos meteorológicos extremos.

Com a barragem, as águas do arroio Jaguari passarão a irrigar áreas onde atualmente não chegam, ampliando a disponibilidade hídrica para a agropecuária e reduzindo perdas no campo. O reservatório formado armazenará água em períodos de estiagem e, nos dias de chuva, ajudará a conter a elevação dos rios. Assim, a estrutura reforçará a resiliência climática da região e aumentará a previsibilidade das atividades produtivas, ao evitar grandes variações no volume de água disponível ao longo do ano.

Mais de 100 mil habitantes dos municípios de São Gabriel, Lavras do Sul e Rosário do Sul serão beneficiados. Em conjunto com a Barragem Taquarembó, em construção em Dom Pedrito, o sistema atenderá ainda os 95,6 mil moradores de Cacequi e Sant’Ana do Livramento, por meio de canais.

“A conclusão da Barragem Jaguari mostra o comprometimento do atual governo com o enfrentamento das dificuldades que enchentes e secas causam ao Rio Grande do Sul. Para os produtores de São Gabriel e dos municípios vizinhos, inicia-se um novo momento de uma agricultura e uma pecuária mais fortes e mais planejadas. Haverá mais dinheiro circulando no campo e, consequentemente, na cidade”, afirma Izabel.

O investimento total na obra foi de R$ 365,7 milhões, sendo R$ 249 milhões provenientes do Tesouro do Estado e do Fundo de Recursos Hídricos (FRH-RS) e R$ 116,7 milhões da União.

Irrigação

São Gabriel é uma área de expansão agrícola: atualmente, são cultivados 137 mil hectares de soja, o que representa um crescimento de quase 50% nos últimos dez anos. Somada ao arroz, as duas culturas correspondem a mais de 90% da área colhida no município. Ambas serão amplamente beneficiadas com a irrigação proporcionada pela Barragem Jaguari. Presente em 3,5% da área agrícola do Rio Grande do Sul, esse auxílio aumenta em 3,5 vezes a produção de arroz e duas vezes a de soja.

A estrutura também contribuirá para reduzir os impactos das crises climáticas, deixando a região menos vulnerável a perdas com as enchentes e secas, decorrentes da grande variação no volume de chuvas. O reservatório permitirá regular a oferta de água ao longo do ano: reter volumes em períodos de cheias e ampliar a disponibilidade nos momentos de estiagem.

Assim, a obra enfrenta um problema recorrente. De acordo com a Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), entre 2020 e 2024, o Estado perdeu 40,6 milhões de toneladas de grãos em razão de eventos meteorológicos, considerando as principais culturas: arroz, milho, soja e trigo. No período, os produtores deixaram de faturar R$ 106,6 bilhões, enquanto a economia gaúcha deixou de movimentar R$ 319,2 bilhões em termos de PIB — montante equivalente a 49% do PIB de 2023.

Os ganhos proporcionados pela irrigação à agricultura e à pecuária estendem-se a toda a sociedade. Com mais segurança e eficiência na produção, há maior circulação de recursos pelos municípios, impactando positivamente também nas cidades, cuja economia é fortemente vinculada ao agronegócio.

“Entregar a Barragem Jaguari é possibilitar um futuro de terras mais produtivas, de maior renda para a população e de um Rio Grande do Sul mais preparado para os desafios climáticos. O governo do Estado agora é capaz de apresentar soluções para demandas históricas da população gaúcha”, afirma Izabel.

Barragem Jaguari impulsiona a agropecuária e reforça a segurança hídrica em São Gabriel

A concessionária Águas do Pará informou que o abastecimento de água em Parauapebas começou a ser normalizado na manhã desta segunda-feira (30), após a interrupção causada por uma falta de energia registrada na noite do último domingo (29).

De acordo com a empresa, o problema elétrico impactou diretamente o sistema de distribuição, provocando redução no fornecimento de água em diversas regiões da cidade. A concessionária de energia foi acionada ainda durante a ocorrência e atuou para restabelecer o serviço.

Com a energia já normalizada, o sistema de abastecimento voltou a operar e o fornecimento está sendo retomado de forma gradativa, com previsão de completa regularização nas próximas horas.

Entre os bairros afetados estiveram: Vila Rica, Casas Populares, Altamira, Alto Bonito, Betânia, Novo Horizonte, Primavera, Cidade Nova, Maranhão, Jardim Canadá I e II, União, Beira Rio, Parque dos Carajás I e II, Cidade Jardim, Liberdade I e II, Rio Verde, Bairro da Paz, Nova Vida, Guanabara, Caetanópolis, Jardim América I e II, Morada Nova, Parque das Nações I e II e parte do São Lucas.

Durante o período de instabilidade, a Águas do Pará orientou que moradores com reservatórios domiciliares fizessem uso consciente da água até a completa normalização do sistema.

A concessionária segue à disposição da população para atendimento e esclarecimentos por meio do telefone 0800 091 0091, que também funciona via WhatsApp. Os usuários também podem buscar suporte pelo aplicativo Águas App ou presencialmente na Estação Cidadania, no Karajás Shopping, e na Sala 5 da Galeria Diamond, no bairro Parque dos Carajás.

A recomendação segue válida: mesmo com a retomada do serviço, o consumo consciente é fundamental até que o abastecimento esteja totalmente estabilizado em todas as regiões do município.

Abastecimento de água começa a ser normalizado após falta de energia em Parauapebas

A Companhia Águas de Joinville informa que, no final da manhã deste domingo (29/3), o abastecimento está normalizado em todos os bairros atendidos pela Estação de Tratamento de Água (ETA) Piraí.

“Como a interrupção no fornecimento foi por um período de 3h30, quase a metade do tempo que estava previsto, conseguimos acelerar a retomada do abastecimento para os bairros impactados. Outra ação que contribuiu foi antecipar o enchimento de cada reservatório que atende a Piraí até 22h, horário de início da parada. Assim, quando o sistema voltou a operar, todos os reservatórios estavam com nível alto. Além das ações da Companhia, a contribuição da população, que usou a água de forma consciente, também fez a diferença para que neste momento os imóveis estejam abastecidos”, destaca Sidney Marques de Oliveira Junior, diretor-presidente da Companhia Águas de Joinville.

Os bairros atendidos pela Piraí e que estão com abastecimento normalizado são Boehmerwald, Itinga, Morro do Meio, Nova Brasília, Profipo, Santa Catarina, São Marcos, Vila Nova e parte dos bairros Anita Garibaldi, Floresta (oeste da rua Santa Catarina), Petrópolis (sul da Rua dos Radialistas) e Zona Industrial Norte (Rodovia do Arroz e adjacências).

Parte dos bairros Glória e Costa e Silva também são atendidos pela ETA Piraí, porém, foi realizada uma manobra operacional no sistema que abastece essas regiões, permitindo que fossem abastecidas pela Estação de Tratamento de Água Cubatão.

Outras manobras também foram feitas no sistema de abastecimento para acelerar a retomada do fornecimento de água em regiões como a do Boehmerwald e Petrópolis.

Caso ainda ocorra alguma situação pontual de falta de água, os moradores podem informar por meio do telefone 115 ou WhatsApp (47) 99771-8115, para que a situação seja verificada pela Companhia Águas de Joinville.

A parada programada da estação foi necessária para a inspeção do canal de água filtrada existente na ETA, fundamental para o diagnóstico que vai nortear as próximas intervenções na unidade.

Com base nos dados coletados, os técnicos finalizarão este estudo. Esta etapa faz parte do projeto de modernização da ETA Piraí que vem sendo implantado por etapas.

Abastecimento de água está normalizado em todas as regiões atendidas pela ETA Piraí

Em relação ao tema disponibilidade hídrica, especialmente em um contexto de mudanças climáticas*, cada vez mais abruptas, que atingem não apenas o Brasil, mas o mundo como um todo, ainda que de forma assimétrica entre as diferentes regiões do globo, é impossível não pensar em questões críticas para a gestão dos recursos hídricos em sua totalidade.

Em termos de montante global, existem discrepâncias na avaliação na distribuição de água no planeta, muitas delas causadas por uma involuntária mistura de conceitos relativos à definição dos compartimentos hídricos. Partindo do princípio de que as várias avaliações de distribuição de água no planeta procuram aproximar-se o mais possível de uma realidade em constante mudança, acredita-se que os valores mais adequados seriam aqueles derivados de uma abordagem estatística das estimativas existentes (SPERLING, 2006).

De acordo com o supracitado, estima-se que teríamos, aproximadamente, (SPERLING, 2006):
Total: 1,3588 a 1,385967 bilhões de km³;
Oceanos: 1,3213 a 1,370125 bilhões de km³, correspondente a 96,5 a 97,6%;
Água doce: 0,0333 a 0,035 bilhões de km³;
Águas interiores: 105.000 a 189.990 km³, correspondente a 0,007 a 0,014%;
Geleiras: 24.000.000 a 29.100.000 km³, correspondente a 1,65 a 2,38% do total e a 68,9 a 76,4% da água doce;
Águas subterrâneas: 4.000.000 a 23.400.000 km³, correspondendo a 0,29 a 1,7% do total e a 25 a 29,9% da água doce;
Lagos: 176.400 a 280.000 km³, correspondente a 0,017 a 0,03% do total e a 0,35% da água doce;
Lagos de água doce: 100.000 a 125.000 km³;
Lagos salinos: 85.000 a 176.400 km³, correspondendo a 0,006 a 0,13%;
Umidade do solo: 16.500 a 85.000 km³, correspondendo a 0,001 a 0,06%;
Atmosfera: 12.250 a 14.000 km³, correspondendo a 0009 a 0,001 % do total e a 0,035% da água doce;
Rios: 1.000 a 1.700 km³, correspondendo a 0,005% do total e a 0,00009 a 0,0001 % da água doce;
Organismos: 1.000 a 1.120 km³, correspondendo a 0,0001%.

Para facilitar a apresentação dos valores percentuais, calculou-se a média aritmética, a partir das estimativas de volume de cada compartimento. A partir desses resultados, procedeu-se à conversão em valores percentuais, para melhor compreensão (SPERLING, 2006):

Oceanos: 97,07526%;
Água não oceânica: 2,92474%, distribuída da seguinte forma:
Geleiras: 1,91523%
Águas subterrâneas: 0,98828%
Lagos: 0,01646%
Umidade do solo: 0,00366%
Atmosfera: 0,00095%
Rios: 0,00009%
No Brasil, a partir do processo de transição campo-cidade brasileiro, em meados das décadas de 1960 – 1970, o uso inadequado dos recursos hídricos desequilibrou o frágil equilíbrio entre oferta e demanda de água, contribuindo para a escassez hídrica e a redução da qualidade de vida da população em geral. Esse fenômeno manifestou-se em particular no Nordeste brasileiro, região historicamente subdesenvolvida em âmbito nacional, em detrimento do Sudeste, economicamente dominante, dado o modelo de produção brasileiro.

Estabeleceu-se, assim, no Brasil, uma situação de desequilíbrio entre o padrão espacial da disponibilidade de água e o padrão espacial da demanda pelos centros de consumo. A sociedade moderna ampliou a diversidade dos usos da água, assim como intensificou a exploração do recurso, originando diversos conflitos (FERREIRA et al, 2008).

Com vistas a melhor planejar e gerir os recursos hídricos, foi instituída a Divisão Hidrográfica Nacional, fundamentada no princípio da Política Nacional de Recursos Hídricos* e organizada a partir do conceito de bacia hidrográfica*. Região hidrográfica é considerada o “[…] espaço territorial brasileiro compreendido por uma bacia, grupo de bacias ou sub-bacias hidrográficas contíguas, com características naturais, sociais e econômicas homogêneas ou similares, com vistas a orientar o planejamento e a gestão dos recursos hídricos” (ANA, 2007, apud FERREIRA et al, 2008).

Com base na Divisão Hidrográfica Nacional, subdividida em 12 (doze) regiões, (Amazônica, Paraguai, Tocantins-Araguaia, Atlântico Nordeste Ocidental, Atlântico Nordeste Oriental, Parnaíba, São Francisco, Atlântico Leste, Atlântico Sudeste, Paraná, Atlântico Sul e Uruguai), foi possível realizar estudos técnicos regionalizados sobre disponibilidade hídrica, eventos críticos, relação população e disponibilidade e gestão em recursos hídricos, entre outros aspectos, que dão arcabouço para a compreensão da disponibilidade hídrica, em território nacional.

O Estado de São Paulo, como caso particular, não poderia ser excluído desses estudos, principalmente, após a crise hídrica, que se estabeleceu entre os anos de 2014-2015 e afetou sobremaneira a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP).

O principal sistema hídrico de abastecimento público de água para a RMSP é o Sistema Cantareira, embora a infraestrutura produtora de água bruta, no Estado, esteja dividida entre os seguintes sistemas: Cantareira; Paraíba do Sul; Rio Claro; Alto Tietê; Rio Grande; Billings; Guarapiranga; Cotia; e São Lourenço.

Saiba mais: https://cth.daee.sp.gov.br/ssdsp/
Cada um desses sistemas possui suas respectivas represas de captação, barragens, reservatórios, estações de tratamento de água/esgoto, pontos de controle e outras obras infraestruturais, que garantem o bom funcionamento do sistema na totalidade.

Diante do exposto, evidencia-se a necessidade de analisar o abastecimento e a disponibilidade hídrica de São Paulo, de forma contínua. As intensas atividades desenvolvidas no espaço urbano geram elevada demanda de água, que vai além das necessidades básicas da população e abrange o uso para lazer e a concessão para uso industrial, configurando um quadro complexo de competição pela água. Nesse sentido, o abastecimento de água, atravessado por múltiplas determinações, deve ser planejado de forma integrada (SORIANO et al, 2016).

Ao mesmo tempo, em períodos de crise, a análise deve considerar tanto as variáveis naturais das áreas das bacias hidrográficas geradoras de água bruta, como os fatores climáticos, a entrada de água e o estado de preservação das superfícies receptoras, quanto às variáveis dependentes de gestão, como a capacidade da infraestrutura para o aproveitamento dessa água. Associada a uma avaliação dos padrões de consumo, são esses os principais pontos que melhor orientam a análise da disponibilidade e da escassez, além de permitirem identificar as responsabilidades dos atores sociais envolvidos (RODRIGUES; VILLELA, 2015).

Por fim, para se pensar a disponibilidade hídrica num país de dimensões continentais, não basta somente compreender o ciclo hidrológico* e a eficiência operacional dos sistemas instalados. É necessário considerar os fatores climáticos, geográficos, históricos e regionais atravessados por diversas políticas públicas, que transformam e colocam a realidade local em movimento. Tal complexidade exige revisões periódicas e contínuas, em busca do aprimoramento e fortalecimento das instituições públicas comprometidas com a melhora de vida da população brasileira.

Disponibilidade hídrica mundial, no Brasil e em São Paulo

Barragem Jaguari impulsiona a agropecuária e reforça a segurança hídrica em São Gabriel

Barragem Jaguari impulsiona a agropecuária e reforça a segurança hídrica em São Gabriel

Abastecimento de água está normalizado em todas as regiões atendidas pela ETA Piraí

Abastecimento de água está normalizado em todas as regiões atendidas pela ETA Piraí

Abastecimento de água começa a ser normalizado após falta de energia em Parauapebas

Abastecimento de água começa a ser normalizado após falta de energia em Parauapebas

Disponibilidade hídrica mundial, no Brasil e em São Paulo

Disponibilidade hídrica mundial, no Brasil e em São Paulo

Barragem Jaguari impulsiona a agropecuária e reforça a segurança hídrica em São Gabriel

Barragem Jaguari impulsiona a agropecuária e reforça a segurança hídrica em São Gabriel

Abastecimento de água começa a ser normalizado após falta de energia em Parauapebas

Abastecimento de água começa a ser normalizado após falta de energia em Parauapebas

Abastecimento de água está normalizado em todas as regiões atendidas pela ETA Piraí

Abastecimento de água está normalizado em todas as regiões atendidas pela ETA Piraí

Disponibilidade hídrica mundial, no Brasil e em São Paulo

Disponibilidade hídrica mundial, no Brasil e em São Paulo

Barragem Jaguari impulsiona a agropecuária e reforça a segurança hídrica em São Gabriel

Barragem Jaguari impulsiona a agropecuária e reforça a segurança hídrica em São Gabriel

Abastecimento de água começa a ser normalizado após falta de energia em Parauapebas

Abastecimento de água começa a ser normalizado após falta de energia em Parauapebas

Abastecimento de água está normalizado em todas as regiões atendidas pela ETA Piraí

Abastecimento de água está normalizado em todas as regiões atendidas pela ETA Piraí

Disponibilidade hídrica mundial, no Brasil e em São Paulo

Disponibilidade hídrica mundial, no Brasil e em São Paulo

bottom of page