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Espírito Santo inaugura primeira Estação de Tratamento de Esgoto sustentável com geração própria de energia solar

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16/03/26

Mulheres organizam grupos e ampliam presença nos rios e na pesca esportiva em Mato Grosso

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Cursos AESabesp - Online

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Mais de 72 mil moradores da região da Grande Terra Vermelha passam a contar, a partir deste sábado (14), com uma infraestrutura moderna e sustentável para o tratamento de esgoto. A Cesan (Companhia Espírito-santense de Saneamento) inaugurou a nova Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Grande Terra Vermelha, um empreendimento que amplia o acesso ao esgotamento sanitário e traz um diferencial inédito no Espírito Santo: a primeira estação do Estado equipada com planta fotovoltaica capaz de suprir integralmente a demanda energética da unidade.

“Estamos caminhando para a universalização do tratamento de esgoto na Região Metropolitana. Todas as obras necessárias já estão contratadas e em execução, o que nos permitirá atingir essa meta — que é tratar acima de 90% do esgoto — entre 2027 e 2028, bem antes do prazo de 2033. Esta unidade específica, onde investimos R$ 140 milhões, tem capacidade para tratar 150 litros por segundo, atendendo toda a Região 5 de Vila Velha. É uma conquista fundamental para a saúde, para o meio ambiente e para a qualidade de vida da nossa população”, afirmou o governador do Estado, Renato Casagrande.

A usina solar instalada na ETE é composta por 3 mil placas fotovoltaicas, com capacidade estimada de geração de 6.858 kWh por dia, o equivalente a 205.740 kWh por mês. Para dimensionar esse volume de energia, a produção mensal é suficiente para abastecer, em média, 1.371 residências populares, considerando um consumo médio de 150 kWh por mês por unidade habitacional.

A iniciativa reforça o compromisso da Companhia com o uso de fontes renováveis de energia, além de aumentar a eficiência energética do sistema de saneamento. O presidente da Cesan, Munir Abud, destacou que a nova estação representa um avanço importante na modernização da infraestrutura ambiental do Estado.

“A adoção dessas soluções tecnológicas reduz o volume de resíduos destinados a aterro e minimiza os impactos ambientais, além de contribuir para a proteção dos corpos hídricos, por meio da melhoria da qualidade do efluente tratado. Dessa forma, a ETE Grande Terra Vermelha consolida-se como um empreendimento de infraestrutura moderna e alinhado aos princípios de sustentabilidade”, declarou Munir Abud.

A ETE Grande Terra Vermelha atenderá moradores dos seguintes bairros: Barra do Jucu, Praia dos Recifes, Morada do Sol, Interlagos, Retiro do Congo, Morro da Lagoa, Ponta da Fruta, Nova Ponta da Fruta, Recanto da Sereia (Guarapari), Balneário Ponta da Fruta, Terra Vermelha, Ulisses Guimarães, 23 de Maio, Normília da Cunha, João Goulart, Jabaeté, Santa Paula I e II, Riviera da Barra, Cidade da Barra, São Conrado, Barramares, Morada da Barra e Itapuera da Barra.

Com a entrada em operação da nova estação, a região passa a contar com um sistema de esgotamento sanitário mais moderno, eficiente e sustentável, contribuindo diretamente para a proteção dos recursos hídricos, a melhoria da qualidade ambiental e a saúde da população.

“Esse é mais um investimento confirmado aqui em Vila Velha. Nos últimos anos, a cidade tem recebido os maiores investimentos da história. São recursos significativos que fazem a diferença na vida da população. Quem mora ou passa por Vila Velha pode comprovar o que falamos: investimentos em mobilidade, saneamento e infraestrutura, entre outras áreas. A parceria e o compromisso que temos aqui se estendem às outras 77 cidades capixabas, sendo uma característica do Governo mais municipalista do Brasil. Viva Vila Velha e viva o Espírito Santo”, destacou o vice-governador Ricardo Ferraço.

Capacidade de tratamento

A ETE Grande Terra Vermelha possui vazão média de 150 litros por segundo, o que representa cerca de 12,9 milhões de litros de esgoto tratados por dia — volume suficiente para encher aproximadamente cinco piscinas olímpicas diariamente.

O empreendimento foi projetado com tecnologias modernas e eficientes para o tratamento do esgoto e do lodo gerado no processo. Entre os destaques estão os reatores biológicos e o sistema de secagem térmica do lodo, que reduz significativamente o volume de resíduos destinados a aterros sanitários.

Outro diferencial da estação é o aproveitamento energético do biogás gerado no processo de digestão do lodo. Após tratamento, esse biogás é utilizado para gerar vapor empregado na secagem térmica do lodo, reduzindo ainda mais a necessidade de fontes externas de energia.

Diferenciais da nova estação

Além da geração de energia solar para abastecer a própria unidade, a nova estrutura incorpora tecnologias modernas no processo de tratamento do esgoto, como os reatores biológicos do tipo IFAS (Integrated Fixed-Film Activated Sludge). Essa solução amplia a eficiência do tratamento sem necessidade de expansão da área física da estação, melhora a remoção de matéria orgânica e nutrientes e torna o sistema mais estável e eficiente.

Mais um diferencial da ETE Grande Terra Vermelha é o aproveitamento energético do biogás gerado durante o tratamento do lodo. Nesse processo ocorre a digestão anaeróbia, que produz biogás — recurso que, em muitas estações convencionais, é apenas queimado ou liberado. Na nova unidade, porém, esse gás é tratado em uma biorrefinaria e reaproveitado para a geração de vapor utilizado no sistema de secagem térmica do lodo, reduzindo a necessidade de fontes externas de energia e aumentando a eficiência energética da operação.

A estação também contará com secagem térmica do lodo, tecnologia que representa um avanço em relação aos métodos tradicionais. Em muitas ETEs, o lodo passa apenas por desidratação mecânica antes de ser destinado a aterros sanitários, ainda com elevado teor de umidade. Com a secagem térmica, o teor de sólidos é ampliado, reduzindo significativamente o volume transportado e a quantidade de resíduos encaminhados para disposição final.

Espírito Santo inaugura primeira Estação de Tratamento de Esgoto sustentável com geração própria de energia solar

O universo da pesca por muito tempo foi associado quase exclusivamente aos homens — cenário eternizado inclusive em músicas populares e no imaginário cultural. Esse perfil, porém, vem mudando nos últimos anos. Embora os homens ainda sejam maioria, cresce rapidamente a presença de famílias e, principalmente, de grupos formados apenas por mulheres que se organizam para pescar em rios de Mato Grosso.

Segundo o presidente da Associação Mato-grossense de Ecoturismo e Pesca Esportiva, Alisson Fagner Santos Trindade, também proprietário de duas pousadas de pesca na região de Chapada dos Guimarães, mulheres e famílias já representam cerca de 40% dos pescadores que buscam dias de pesca esportiva no estado.

“As mulheres estão cada vez mais presentes.
A gente vê grupos organizados alugando chalanas, participando de pescarias em diferentes bacias hidrográficas de Mato Grosso e também em barcos-hotéis”, afirma.

Esse movimento já se reflete em diferentes destinos do estado, onde grupos femininos passam a ocupar espaço crescente em roteiros de pesca esportiva, seja em viagens curtas de fim de semana ou em pacotes mais longos organizados entre amigas.

Grupo feminino organiza viagens de pesca pelo estado
Um exemplo desse crescimento é o grupo Linha Rosa, criado em janeiro pela empresária da construção civil Janaina da Silva Cabral, que começou a pescar há cerca de cinco anos após ser convidada por uma amiga para conhecer a atividade.

Desde então, a pescaria se tornou uma paixão. Em poucos meses, Janaína reuniu mulheres interessadas em compartilhar a experiência e já organizou algumas pescarias. A próxima está marcada para ocorrer entre os dias 17 e 20 de abril, quando levará 16 mulheres para uma pousada no distrito do Sucuri, em Cuiabá, para pescar espécies como dourado e jaú no Rio Cuiabá. O grupo reúne participantes de Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo.

“As mulheres estão pegando gosto. Muitas se emocionam, se curam nessas pescarias, elas relaxam, se realizam. É indescritível”, relata.

O entusiasmo já inspira novos planos. A empresária pretende organizar uma próxima pescaria feminina no rio Teles Pires, um dos destinos mais conhecidos da pesca esportiva na região norte do estado.

Curiosamente, o marido de Janaína não é pescador, mas apoia totalmente a iniciativa. Foi ele, inclusive, quem a incentivou a participar de eventos do setor, como a Pesca Trade Show, onde ela esteve no estande do Governo de Mato Grosso divulgando o grupo.

“Ele entende meu amor pela pescaria.
Não há nada melhor do que uma mulher feliz”, diz.

Mercado internacional também registra avanço feminino
O crescimento da presença feminina na pesca esportiva acompanha uma tendência internacional. De acordo com o presidente da Associação Nacional de Ecologia e Pesca Esportiva (Anepe), Marcos Glueck, as mulheres já representam cerca de 40% do mercado de pesca esportiva nos Estados Unidos, público que começa a ganhar força também no Brasil.

“Estamos vendo isso crescer aqui.
As mulheres estão criando grupos de pesca e a pergunta que fica é: os destinos estão preparados para recebê-las? A pousada tem estrutura adequada, espelho de parede inteira, espaço para maquiagem? O nosso mercado precisa se adaptar”, afirma.

Segundo ele, o setor brasileiro mira justamente esse público internacional, especialmente o norte-americano, onde a participação feminina já é consolidada.

“Estamos olhando para esse mercado e caminhando nessa direção”, completa.
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Crescimento amplia oportunidades para o turismo de pesca
Para a secretária adjunta de Turismo de Mato Grosso, Maria Letícia Arruda, o crescimento da presença feminina reforça a diversificação do turismo de pesca no estado e abre novas oportunidades para o setor.

“Estamos observando uma mudança importante no perfil do turista de pesca.
Cada vez mais mulheres e famílias estão descobrindo essa experiência, o que amplia o potencial do segmento e incentiva os destinos a se estruturarem melhor para receber diferentes públicos”, afirma.

Segundo ela, Mato Grosso possui vantagens competitivas importantes nesse cenário, com rios preservados, diversidade de espécies e uma rede crescente de pousadas e operadores especializados.

“O turismo de pesca em Mato Grosso é muito forte e esse movimento feminino mostra que o segmento está se renovando.
As mulheres estão trazendo novos grupos, novos roteiros e ajudando a fortalecer ainda mais essa atividade no estado”, conclui.

Mulheres organizam grupos e ampliam presença nos rios e na pesca esportiva em Mato Grosso

Entre 2026 e 2029, a Sabesp planeja investir mais de R$ 325 milhões na região; após a desestatização, mais de 330 mil pessoas já foram incluídas nos serviços de água e esgoto

A região de Franca contará com mais de R$ 325,5 milhões em investimentos até 2029. Este foi o dado apresentado pela Sabesp durante encontro realizado na sexta-feira (13), em Franca.

A Unidade Regional de Abastecimento de Água Potável e Esgotamento Sanitário (URAE 1 – Sudeste) participou ao lado da Sabesp e de representantes municipais para discutir o andamento de obras, projetos estratégicos e investimentos da empresa voltados à universalização dos serviços de água e esgoto na região.

A iniciativa faz parte do programa Sabesp Presente, que será realizado em todas as regiões do estado. Ao todo, 13 municípios participaram do encontro.

Primeiro ciclo

As reuniões estão sendo divididas em grupos menores para tornar os diálogos mais efetivos e garantir a participação de todos. Este primeiro ciclo começa pelas bacias Pardo/Grande e PCJ, compostas por 53 cidades que receberão investimentos.

Entre os municípios que participaram do encontro realizado em Franca estão Altair, Buritizal, Colômbia, Franca, Icém, Itirapuã, Jaborandi, Jeriquara, Pedregulho, Restinga, Ribeirão Corrente, Rifaina e Terra Roxa.

Durante a reunião foram apresentados os avanços já alcançados na região e os projetos futuros. Entre os principais desafios está o período entre 2026 e 2029, prazo estabelecido para que a Sabesp universalize os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário nos municípios atendidos.

Desde a desestatização da companhia, mais de R$ 4,65 bilhões serão aplicados em obras e melhorias em todo o sistema.

Crescimento

Os avanços já começaram a refletir na ampliação dos serviços. Mais de 100,4 mil pessoas passaram a contar com abastecimento de água e outras 235 mil foram incluídas no sistema de coleta e tratamento de esgoto.

A tarifa social também registrou crescimento significativo: desde a desestatização, mais de 61,1 mil famílias foram incluídas no programa, um aumento de 321%, totalizando 88,7 mil famílias beneficiadas.

“Reunir os municípios e a Sabesp em um mesmo espaço fortalece o diálogo e permite acompanhar de perto o andamento das obras e dos investimentos. Nosso objetivo é garantir que os compromissos assumidos sejam cumpridos e que os cidadãos sintam, na prática, os benefícios da ampliação dos serviços de água e esgoto”, destacou a secretária-executiva do Conselho Deliberativo da URAE 1, Roberta Buendia.

Fundo Municipal de Saneamento Ambiental

Além disso, as prefeituras foram orientadas a respeito da ativação do Fundo Municipal de Saneamento Ambiental e Infraestrutura (FMSAI), um mecanismo financeiro de repasse alimentado por transferências da Sabesp, correspondentes a uma porcentagem da receita líquida obtida pela companhia no município onde atua.

Os recursos devem ser destinados a obras de saneamento, infraestrutura e urbanização no próprio município.

Esta é a segunda cidade acompanhada pela URAE 1 desde o início da ação na semana passada. A primeira a receber este ciclo de reuniões foi o município de Paulínia. O objetivo é acompanhar a prestação de contas da Sabesp e discutir os planos futuros que serão executados pela empresa em cada cidade atendida.

O que é

A URAE 1 Sudeste é a instância de governança responsável por acompanhar o contrato de concessão da Sabesp, em conjunto com a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp), responsável pela fiscalização.

O encontro reforça a importância da articulação regional para garantir a execução dos investimentos previstos, fortalecer o planejamento integrado e avançar na melhoria da qualidade e da cobertura dos serviços de saneamento básico para a população.

Sabesp planeja investir mais de R$ 325 milhões em Franca e cidades da região

Foram empossados quarta-feira, 11/3, os 18 integrantes (nove do governo e nove da sociedade civil) do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Condema).
 
Na cerimônia, que ocorreu na sala de reuniões do gabinete, no Paço Municipal, o prefeito Gerson Pessoa assinou a ata de posse dos novos representantes, que têm mandato de dois anos (2026-2028). A eleição do conselho aconteceu em agosto de 2025.
 
O Condema será presidido pelo secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Cláudio Henrique da Silva, que acompanhou a cerimônia com a adjunta, Vitória Silveste, o secretário de Governo, Luciano Camandoni, e o vereador Rodrigo Gansinho. Este último representou a Câmara Municipal.
 
Gerson Pessoa parabenizou os empossados e defendeu o trabalho conjunto entre governo e sociedade civil em prol das questões ambientais da cidade. “A atividade do conselho é fundamental para as questões relacionadas ao meio ambiente, que nos dias de hoje se tornaram um desafio ainda maior para a maioria das cidades. Mas saibam que somos um governo de diálogo e que estamos prontos para acolher sugestões e ideias que resultem em melhorias para a cidade e nossos munícipes”.
 
Entre as atribuições do Condema estão a deliberação sobre projetos voltados ao meio ambiente, apontar ações necessárias à política ambiental da cidade, acompanhar as atividades da Administração Municipal quanto ao tema, e reforçar a participação popular nas políticas de conscientização ambiental.

Osasco empossa integrantes do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente

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