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Osasco forma 25 residentes médicos dos hospitais Antônio Giglio e Maternidade Amador Aguiar

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03/03/26

Prefeitura reforça mobilidade urbana e apoio à Defesa Civil após fortes chuvas

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11 - 12

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09:00 - 13:00

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09 - 12

Março

Curso online: Sistema de Disposição Oceânica de Efluentes Sanitários (Emissários Submarinos): Noções básicas

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

25 - 26

Março

Curso online: Apresentações de impacto

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

15 - 16

Abril

Curso Presencial: MND: Introdução e Aprofundamento

08:00 - 17:00

Cursos AESabesp

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25 e 28 de maio de 2025

IFAT

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Aula 56 - Porque não se pode misturar uma solução
de hipoclorito de sódio com uma solução ácida?

Por Sidney Seckler

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o seu consumo e posterior acondicionamento?

Por Sidney Seckler

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A Secretaria de Saúde da Prefeitura de Osasco realizou quinta-feira, 26/2, no teatro da Fito (Rua Camélia, 26, Jardim das Flores), a formatura de 25 médicos residentes dos hospitais Antônio Giglio e Maternidade Amador Aguiar. Eles atuam nas áreas de ortopedia, clínica médica, cirurgia geral e ginecologia e obstetricia. Todos são formados e durante a residência atendem pacientes sob supervisão de um preceptor especialista.
 
Após a cerimônia, os formandos receberam certificados. Participaram do ato o prefeito Gerson Pessoa, o secretário de Saúde, Fernando Machado, os coordenadores da Comissão de Residência Médica (Coreme), Talita Yure Nakata (maternidade), Hugo Gregório de Lima (Hospital Antônio Giglio), o diretor do hospital, Gustavo Ferreira Araújo, o superintendente da maternidade, Jorge Luís Pontes Namen, o presidente da Câmara, Carmônio Bastos) e o vereador Gabriel da Saúde. 
 
A residência médica é de dois ou três anos, a depender da especialidade. Os médicos residentes devem cumprir jornada de 60 horas semanais (2.880 horas ao ano). Eles recebem mensalmente da prefeitura uma bolsa para ajuda de custo, cujo valor é definido pelo Ministério da Saúde.
 
A seleção dos profissionais, por meio de concurso, é feita mediante prova anual aplicada nos Estados pelo próprio ministério. Os candidatos aprovados são chamados de acordo com as notas obtidas. Osasco é a única cidade da região oeste da Grande São Paulo a oferecer residência médica.
 
Segundo o médico ortopedista e assistente de gabinete da Secretaria de Saúde, Roberto Fukuda, a partir deste ano Osasco passa a oferecer residência médica em pediatria. No próximo mês de abril, o  município inaugura no Jardim Piratininga (zona Norte), o Hospital da Criança e da Mulher.
 
“Esses médicos estão fazendo essas especialidades e queremos que permaneçam na rede para perpetuarmos essa qualidade acadêmica em nossa cidade”, disse Fukuda. “Oferecemos a residência no município porque a expectativa é que esses novos médicos desenvolvam esse conhecimento profissional e que haja uma fidelização na aplicação desses serviços no município”, completou Fernando Machado.
 
Gerson Pessoa parabenizou os formandos e comentou sobre os desafios, não só de Osasco, mas da grande maiora das cidades brasileiras, de promover qualidade nos serviços de Saúde. “Este ano reservamos uma quantidade maior de recursos no orçamento, algo em torno de R$ 1,2 bilhão, para melhorarmos as condições de atendimento na cidade. Não é uma tarefa fácil. Temos mais de 40 equipamentos de saúde na cidade (hospitais, UBSs, Pronto Antedimentos, Prontos-Socorros e UPAs) e a demanda aumentou nos últimos anos, porque muitas pessoas perderam a condição de pagar planos de saúde e passaram a usar o sistema. Mas estamos trabalhando e aumentamos os investimentos para melhorar o atendimento aos nossos munícipes”.
 
Na cerimônia, Fernando Machado voltou no tempo ao recordar o período em que também era estudante de medicina (formado em ortopedia) e deixou uma mensagem aos formandos. “Minha mãe me disse uma vez para eu cuidar e tratar os pacientes como se estivesse cuidando dela. Nunca mais me esqueci desse conselho. Todo paciente merece atendimento digno, atencioso, respeitoso. Não podemos esquecer que mesmo sendo médicos, também somos pacientes. Vivemos um período muito conturbado, de muitos conflitos entre as pessoas. Quem aqui já recebeu um abraço do paciente em forma de agradecimento? Então, é preciso ter empatia e tratar o paciente com o respeito que gostaríamos de ter”, pontuou.

Osasco forma 25 residentes médicos dos hospitais Antônio Giglio e Maternidade Amador Aguiar

Em função das fortes chuvas que atingiram recentemente o município, a Prefeitura de Macaé, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana, segue atuando de forma estratégica em diversos pontos da cidade, com foco na segurança viária, organização do tráfego e apoio às ações da Defesa Civil.Neste domingo (1º de março), agentes de trânsito realizam rondas periódicas na área central e nos bairros, além de prestar suporte às frentes de trabalho da Prefeitura na região serrana. As equipes orientam condutores, monitoram áreas sensíveis e atuam preventivamente para reduzir riscos e garantir a fluidez do tráfego.

A orientação é que os motoristas redobrem a atenção às alterações no trânsito, especialmente em pontos com bolsões de água registrados nas proximidades da BRK e do trevo próximo ao Instituto Médico Legal (IML), na Linha Verde. No trecho, os veículos estão sendo direcionados pelo lado esquerdo da via, no sentido Aroeira x Shopping. A Coordenadoria de Trânsito permanece em monitoramento contínuo, adotando medidas conforme a evolução das condições climáticas e de tráfego.

Linha especial para a região serrana

A partir das primeiras horas desta segunda-feira (2 de março), a Prefeitura implantará, por meio da Coordenadoria de Transporte da Secretaria de Mobilidade Urbana, uma linha de ônibus especial para atender a população do Sana e localidades próximas. A medida é necessária diante dos temporais que atingiram a região do sexto distrito, causando danos aos acessos e impactando a mobilidade dos moradores.

A linha especial fará o trajeto Portal do Sana x Arraial do Sana, operando nos dois sentidos (ida e volta), com funcionamento diário enquanto houver necessidade, até a normalização completa das condições de tráfego.

A implementação do serviço foi articulada em conjunto entre o Governo Municipal e a concessionária de transporte, em caráter excepcional, com o objetivo de assegurar o deslocamento seguro da população, fortalecer o apoio às ações emergenciais e minimizar os transtornos provocados pelas fortes chuvas.

A atuação integrada reforça a importância da mobilidade urbana como instrumento fundamental de apoio ao trânsito, à Defesa Civil e à proteção da população em momentos de adversidade climática.

Prefeitura reforça mobilidade urbana e apoio à Defesa Civil após fortes chuvas

A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da cidade de Parnaíba trata, em média, 306 mil litros de efluentes por hora – o que é equivalente a 306 caixas d’água de mil litros cheias a cada 60 minutos. Todo este volume passa por uma série de etapas até que retorne ao meio ambiente devidamente tratado conforme os padrões da legislação vigente.

O gerente executivo da Regional Litoral da Águas do Piauí, Célio Damásio, explica que o método de tratamento implantado em Parnaíba conta com quatro lagoas de estabilização. “Todo esgoto produzido nas residências dos parnaibanos que estão interligados à rede coletora vai para estação de tratamento, onde recebe o devido tratamento, estabelecido pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente. Monitoramos continuamente o funcionamento da estação e realizamos análises periódicas que atestam a conformidade dos padrões”, reforça o gestor.

Sobre as etapas desse processo, a coordenadora de Tratamento de Água e Esgoto da concessionária, Renata Lemes, detalha que, quando os efluentes chegam à ETE, eles passam primeiro por uma etapa de separação dos resíduos sólidos maiores, que são removidos para que a parte líquida siga para as lagoas. “Esta fase é quando nos deparamos com materiais que não deveriam ser lançados no esgoto, como fraldas, galhos, restos de alimentos. Por isso, orientamos a população a fazer o uso correto da rede, pois a responsabilidade é compartilhada, cabe tanto à Águas do Piauí como à população”, acrescenta a gestora.

Passada esta fase, já nas lagoas, a ação conjunta da luz solar, das bactérias e das algas reduz a carga de matéria orgânica e melhora as condições da água. Enquanto os microrganismos consomem as impurezas, as algas produzem oxigênio, mantendo o equilíbrio necessário para o funcionamento do sistema. Passada essa etapa, o líquido está adequado para retornar ao meio ambiente. “A população pode estranhar a tonalidade levemente esverdeada ao final dessa etapa, mas isto é uma característica comum e indica a presença desses organismos benéficos ao tratamento. Os moradores podem ficar tranquilos que nós garantimos que o esgoto coletado por meio das redes ativas está recebendo o devido tratamento com segurança e eficácia”, finaliza Renata Lemes.

Águas do Piauí trata mais de 300 mil litros de efluentes de esgoto por hora em Parnaíba

O mês de março começa com um sinal de alerta para o abastecimento de água na Grande São Paulo. Apesar das chuvas das últimas semanas, o nível dos principais reservatórios que atendem a região metropolitana está consideravelmente abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, acendendo a preocupação sobre a segurança hídrica para os próximos meses. Atualmente, o Sistema Integrado Metropolitano opera com menos de 50% da capacidade total de armazenamento.

A situação exige atenção, pois em 2025, mesmo com mais água disponível, a região já enfrentou momentos de dificuldade. A Sabesp e o Governo de São Paulo afirmam que estão tomando medidas para evitar uma crise, mas a colaboração da população, com o consumo consciente, continua sendo fundamental.

Cantareira se recupera, mas ainda inspira cuidados
O Sistema Cantareira, o maior e mais conhecido do conjunto de reservatórios, opera hoje com 36,2% da capacidade. O número representa uma melhora significativa em relação ao início de janeiro, quando o sistema chegou a preocupantes 18%. No entanto, a recuperação ainda não foi suficiente para alcançar os patamares de 2025, que eram mais confortáveis.

A aposta do governo estadual é que o mês de março, historicamente chuvoso, ajude a recompor o nível do Cantareira e dos outros sistemas, como o Alto Tietê, Guarapiranga e Rio Grande.

Para enfrentar o cenário desafiador, a Sabesp informou que está intensificando as obras de infraestrutura para melhorar a integração entre os sistemas, o que permite remanejar água de uma área para outra em caso de necessidade. Além disso, a companhia mantém a política de redução da pressão da água na rede durante a noite e a madrugada.

Mananciais de SP iniciam março em níveis mais baixos do que em 2025

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