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ANA inclui ARP em lista positiva que dá acesso a recursos públicos federais e financiamentos da União

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08/01/26

Projeto Férias na Escola leva tecnologia, criatividade e diversão para alunos da rede municipal de ensino em Osasco

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08/01/26

ANA inclui ARP em lista positiva que dá acesso a recursos públicos federais e financiamentos da União

08/01/26

Projeto Férias na Escola leva tecnologia, criatividade e diversão para alunos da rede municipal de ensino em Osasco

08/01/26

Níveis dos reservatórios de água do Sudeste não vão se recuperar este ano, diz nota do Cemaden

08/01/26

Balneário Camboriú elimina mau cheiro e avança na modernização do tratamento de esgoto

08/01/26

ANA inclui ARP em lista positiva que dá acesso a recursos públicos federais e financiamentos da União

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Projeto Férias na Escola leva tecnologia, criatividade e diversão para alunos da rede municipal de ensino em Osasco

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Calendário

09 - 12

Setembro

Curso Online: Sistema de Disposição Oceânica de Efluentes Sanitários: Noções básicas.

09:00 - 13:00

Categoria:Cursos AESabesp - Online

16 - 25

Setembro

Curso On-line: Regulação ESG: aplicação e prática no setor de saneamento – avançado

14:00 - 17:00

Categoria:Cursos AESabesp - Online

29 - 02

Outubro

Curso Online - PSA - Plano de Segurança da Água

09:00 - 13:00

Categoria:Cursos AESabesp - Online

14

Novembro

Curso presencial: Técnicas de Soldagem em tubos e conexões de polietinelo - Eletrofusão

08:00 - 17:00

Categoria:Cursos AESabesp

Eventos
FITABES

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25 e 28 de maio de 2025

IFAT

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25 a 27 de junho de 2025

Fenasan

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21 a 23 de outubro de 2025

ENA

ENA

12 e 13 de novembro de 2025

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Aula 56 - Porque não se pode misturar uma solução
de hipoclorito de sódio com uma solução ácida?

Por Sidney Seckler

Aula 55 - Porque refrigerantes perdem "gás" após
o seu consumo e posterior acondicionamento?

Por Sidney Seckler

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A Agência de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos de Palmas (ARP) foi reconhecida pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) ao integrar a lista positiva do ciclo 2025. O resultado comprova o cumprimento de Normas de Referência aplicáveis aos serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, consolidando a atuação regulatória da agência municipal.

A observância das Normas de Referência da ANA é requisito para o acesso a recursos públicos federais e financiamentos da União. Na prática, esse cumprimento amplia as possibilidades de captação de investimentos, viabiliza obras de infraestrutura, contribui para a universalização dos serviços, promove saúde pública, qualidade ambiental e dignidade à população, além de fortalecer a sustentabilidade econômico-financeira dos serviços regulados.

Normas Regulamentadoras

No componente de abastecimento de água e esgotamento sanitário, foram avaliadas as Normas de Referência (NR) nº 3, 5, 6 e 8, que tratam de critérios para indenização de investimentos não amortizados, distribuição de riscos nos contratos de prestação dos serviços, modelos de regulação tarifária e metas progressivas de universalização, indicadores de acesso e sistema de avaliação dos serviços.

Já no segmento de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos urbanos, a análise contemplou a NR 1 e a NR 7, conforme os prazos e critérios definidos pela ANA. Em 2025, os municípios encaminharam documentação referente à cobrança e sustentabilidade econômico-financeira dos serviços, além da delegação da regulação à entidade reguladora. As Entidades Reguladoras Infranacionais (ERIs) apresentaram os atos normativos e informações que comprovam a observância das diretrizes estabelecidas.

Regulatório

Segundo o presidente da ARP, Marcelo Walace de Lima, “o reconhecimento evidencia o fortalecimento da atuação regulatória municipal, marcada por regras claras, segurança jurídica, planejamento técnico e fiscalização efetiva. A atuação da ARP assegura maior previsibilidade aos serviços públicos, melhora a qualidade da prestação à população e consolida um ambiente regulatório estável para a gestão do saneamento básico em Palmas”, finalizou.

ANA inclui ARP em lista positiva que dá acesso a recursos públicos federais e financiamentos da União

A Secretaria de Educação da Prefeitura de Osasco, em parceria com a Planneta Educação, realiza de 12 a 23 de janeiro mais uma edição do projeto “Férias na Escola”. A iniciativa integra o programa “Eu Tenho Futuro” e oferece atividades educativas, tecnológicas e lúdicas para crianças da Educação Infantil (Ciclo I) e do Ensino Fundamental (1° ao 5° ano) da rede municipal de ensino.
 
De acordo com o prefeito Gerson Pessoa, o projeto reforça o compromisso do município com uma educação inovadora e de qualidade. “O projeto tem sido um sucesso entre as famílias, pois une diversão, aprendizado e cuidado, garantindo experiências significativas para nossas crianças também durante o período de recesso”, destacou.
 
Com o tema “É Diversão, é Tech, é Futuro”, a edição deste ano propõe transformar as escolas em ambientes de experimentação, criatividade e descobertas. A proposta é estimular a autonomia, o pensamento crítico e o contato com as linguagens digitais, mantendo o brincar como eixo central das experiências pedagógicas.
 
A programação inclui atividades de robótica educativa, cultura “maker”, programação em blocos, jogos digitais e vivências com Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs).
 
No Ensino Fundamental, os estudantes poderão criar protótipos, testar materiais e desenvolver soluções, compreendendo que o erro faz parte do processo de aprendizagem e inovação.
 
As experiências com TICs também favorecem a investigação, o raciocínio lógico e a compreensão do papel da tecnologia no cotidiano, sempre de forma acessível, prática e significativa.
 
Para a Educação Infantil (Ciclo I), a programação foi cuidadosamente elaborada para atender bebês e crianças pequenas, com oficinas como: Movimento e Projeção de Sombras e Robô Criativo, que exploram luz, sons, movimentos, texturas e diferentes materiais, estimulando o sensorial, a imaginação, a expressão e o encantamento.
 
Segundo o secretário de educação José Toste Borges, o projeto amplia as possibilidades de aprendizagem para além do calendário letivo. “O Férias na Escola leva diversão e conhecimento para os estudantes durante o recesso. É uma ação que mostra como a educação municipal vai além da sala de aula, promovendo desenvolvimento integral, criatividade e protagonismo”, afirmou.
 
As atividades destinadas ao Ensino Fundamental acontecerão de 12 a 16 de janeiro nas escolas da zona Sul, e de 19 a 23 de janeiro, nas unidades da zona Norte. Já a Educação Infantil Ciclo I (crianças de 4 meses a 3 anos e 11 meses) contará com programação no período de 12 a 23 de janeiro.
 
As inscrições para ambos os públicos devem ser realizadas no site oficial do projeto (https://feriasnaescola.plannetaeducacao.com.br/login), além dos QR Codes, flyers e cartazes distribuídos nas unidades escolares. As vagas são limitadas. Mais informações podem ser obtidas pela Central 156.

Projeto Férias na Escola leva tecnologia, criatividade e diversão para alunos da rede municipal de ensino em Osasco

Cada gota importa para a mais populosa região do Brasil. O Sudeste inicia 2026 em situação hídrica crítica. Mesmo se tivermos chuvas acima da média até março, quando termina a estação chuvosa, não haverá recuperação satisfatória dos reservatórios, adverte o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

Os temporais da primavera e do início de verão produziram a ilusão de que há água. Mas foram nuvens passageiras, sem impacto significativo na reposição das reservas hídricas da região, que desde 2013 sofre com escassez.

A situação hídrica no Sudeste, especialmente em São Paulo, é classificada como crítica, com níveis de reservatórios piores que em qualquer momento desde a crise de 2014–2015.

Em 2025 choveu tão pouco no Sudeste, sobretudo em São Paulo, que mesmo que as chuvas sejam normais ou até acima da média não haverá recuperação, diz uma nota técnica produzida pelo Cemaden. E a previsão é de chuvas abaixo ou dentro da média. Chuva acima da média é considerado algo altamente improvável e, ainda assim, insuficiente.

— A principal mensagem é que não há cenário bom para o Sudeste este ano. A seca segue com força e a estação chuvosa termina em março. Este é um ano para planejamento hídrico estratégico para que não falte água porque o clima não deverá ajudar — alerta o coordenador de operação do Cemaden, o meteorologista Marcelo Seluchi.

O Cemaden trabalhou com três possíveis cenários para o período de janeiro a março, quando terminará a estação chuvosa: chuvas abaixo da média, normais e acima da média. Mas os reservatórios e os lençóis freáticos chegaram a níveis tão críticos que mesmo chovendo acima da média _ e não existe indicador de que isso acontecerá _ a recuperação ficaria abaixo de 60%.

— Janeiro está perdido. Não terá chuva suficiente. A gente caminha para um ano difícil em termos de abastecimento e nas contas de energia. A Agência Nacional de Água (ANA) e Operador Nacional do Sistema (NOS) têm se empenhado muito para preservar os reservatórios. Mas a situação no Sudeste é muito ruim — afirma Seluchi.

O trimestre de outubro a dezembro de 2025 foi um dos mais secos da última década, com impactos severos sobre reservatórios estratégicos como o Sistema Cantareira e o Sistema Integrado Metropolitano de abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo.

O período chuvoso no Sudeste vai de outubro a março e é quando se espera a recarga de reservatórios. Mas de outubro a dezembro de 2025 houve uma anomalia média de precipitação de −113,7 mm, valor quase igual a 2023 (−117,1 mm), ambos piores que 2014, 2015 e 2019.

Em boa parte do Sudeste houve mais de 50 dias sem chuva no trimestre, chegando a mais de 80 dias secos em áreas do interior e norte da região. E isso em plena estação chuvosa, gerando atraso na recarga, rios baixos e pressão sobre abastecimento.

A RMSP é abastecida por sete sistemas (Cantareira, Alto Tietê, Guarapiranga, Rio Grande, São Lourenço, Cotia, Rio Claro), formando o Sistema Integrado Metropolitano (SIM). Em 30 de dezembro, o SIM estava com 26,1% do volume útil, o menor nível já registrado para a data, inferior a 2013 (41,4%), ano imediatamente anterior à crise hídrica de 2014–2015.

No mesmo dia, o Cantareira tinha 20,2% e o Alto Tietê 19,8%, ambos piores que em 30/12/2013 (27,4% e 46,7%, respectivamente).

Na Bacia do Paraíba do Sul (Paraibuna, Santa Branca, Jaguari) a situação não é melhor. Os reservatórios da bacia mostram padrão semelhante ao Cantareira: ganhos temporários em anos úmidos, mas sem recuperação estrutural, mantendo alta dependência de condições climáticas anuais.

Dessa vez não dá para colocar a culpa no calor. Pois as temperaturas máximas médias ficaram próximas ou abaixo da média, com calor extremo apenas em episódios pontuais no fim de dezembro. A seca de 2024/2025 é atribuída principalmente à falta e à irregularidade de chuva, não ao calor.

A falta de chuva pode ter alguma relação com a La Niña, diz Seluchi. Mas o que está sempre por trás da falta de chuva é a redução da umidade proveniente da mudança do uso do solo. Isto é, desmatamento.

— Estamos derrubando Mata Atlântica, Amazônia, Cerrado. Com isso você tem um padrão de evaporação muito diferente. Uma área de pastagem ou plantação não tem o mesmo padrão de umidade — ressalta Seluchi.

Nos últimos 60 anos tem chovido menos no Brasil e a estação chuvosa está mais curta. Mudança climática não é só decorrente de emissões, mas também da alteração da cobertura vegetal. E é isso que que está ocorrendo, explica Seluchi.

— Essa é a verdadeira razão por trás do problema — diz o pesquisador.

Ele acrescenta que não houve nenhum sistema meteorológico importante para mudar o cenário de pouca chuva.

Níveis dos reservatórios de água do Sudeste não vão se recuperar este ano, diz nota do Cemaden

Moradores dos bairros Nova Esperança, Barra e Barra Sul, em Balneário Camboriú, conheciam há muitos anos o problema histórico do mau cheiro, que vinha da ETE – Estação de Tratamento de Esgoto.

O mau cheiro se espalhava pelos bairros, incomodava, causava transtornos na rotina e era uma das reclamações mais constantes recebidas pela Emasa. Agora, é possível ficar pertinho da lagoa de aeração e nem sentir o cheiro forte.

A situação da  ETE mudou a partir do momento que a atual gestão da Empresa Municipal de Água e Saneamento identificou na lagoa membranas que estavam danificadas e se decompondo, tornando o sistema ineficiente.

Outro detalhe é que as membranas instaladas anteriormente não eram originais, consequentemente, não eram compatíveis com o sistema de tratamento de esgoto. Essas membranas envolvem a tubulação que fica no fundo da lagoa e têm a função de oxigenar a lagoa de aeração.

A decisão, em 2025, foi trocar as antigas por novas membranas. Foram colocadas membranas originais, importadas dos Estados Unidos e compatíveis com os equipamentos da lagoa, permitindo um melhor desempenho. O resultado foi a melhora significativa em relação ao odor gerado durante o processo de tratamento de efluentes.

Durante o ano a Emasa também fez melhorias e reformas nos decantadores, que separam o lodo do esgoto tratado. Os decantadores 2 e 4 passaram por um plano de manutenção criterioso e moderno para garantir mais segurança operacional, estabilidade e eficiência ao sistema.

São ações que melhoraram substancialmente todo o funcionamento da lagoa, permitindo que o mau cheiro sumisse e aumentando consideravelmente a eficiência do sistema de tratamento de esgoto, que em janeiro era de 36%, e agora está na média de 90%.

Já o decantador 3 precisou receber uma atenção maior. Está sendo necessário reconstruir a base de concreto que sustenta toda a estrutura do decantador. Uma obra essencial com investimento aproximado de R$1,4 milhão que deve ser concluída no início de 2026 dentro do plano de modernização e manutenção da ETE.

O planejamento da Emasa, que já entregou melhorias para a população nos últimos meses, como o fim do mau cheiro e a eficiência no tratamento sanitário, também tem como prioridade a alta temporada de verão, quando o número de visitantes na cidade aumenta significativamente e, consequentemente, o volume de matéria orgânica a ser tratada.

Por isso, avançam as obras de um novo tratamento preliminar na ETE, fundamental para a modernização do sistema de saneamento. As obras iniciaram em meados de 2025 com terraplanagem, estaqueamento, perfurações, concretagens e já estão nas etapas estruturais.

O novo tratamento preliminar promete ser um grande avanço para Balneário Camboriú. O sistema será responsável por reter resíduos maiores, facilitando o tratamento do esgoto nas próximas etapas biológicas. A estrutura terá novas unidades de gradeamento, peneiramento, desaerador, remoção de gordura, medidor de vazão e interligações com a lagoa de aeração, além dos emissários de esgoto bruto e tratado.

A principal mudança é a substituição da atual lagoa por tanques. Com isso, muda também o tipo de tratamento, que deixará de ser via lodo de aeração e passará para o MBBR, também chamado de reator de leito móvel com biofilme, considerado um método de tratamento biológico mais moderno, eficiente e capaz de devolver uma água de melhor qualidade para o Rio Camboriú. Um investimento de cerca de 40 milhões de reais para modernizar o sistema de esgotamento sanitário de Balneário Camboriú.

Mais do que isso, será uma obra estruturante para garantir mais segurança ambiental, melhorar a eficiência do sistema e também preservar os recursos hídricos e a balneabilidade da Praia Central. Um compromisso da Emasa com a sustentabilidade e o serviço de saneamento oferecido à população.

Balneário Camboriú elimina mau cheiro e avança na modernização do tratamento de esgoto

ANA inclui ARP em lista positiva que dá acesso a recursos públicos federais e financiamentos da União

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Níveis dos reservatórios de água do Sudeste não vão se recuperar este ano, diz nota do Cemaden

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Projeto Férias na Escola leva tecnologia, criatividade e diversão para alunos da rede municipal de ensino em Osasco

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Balneário Camboriú elimina mau cheiro e avança na modernização do tratamento de esgoto

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ANA inclui ARP em lista positiva que dá acesso a recursos públicos federais e financiamentos da União

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