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MIDR monitora reservatórios para ajudar no abastecimento em SP e RJ

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03/02/26

Rede municipal de ensino de Macaé inicia ano letivo nesta terça

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Copasa inicia série de reuniões com prefeitos para aprofundar diálogo sobre universalização do saneamento

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SaneGroup inicia operação de hub para projetos de saneamento

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11 - 12

Fevereiro

Curso Online: Projetos Ágeis, Resultados Concretos

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

09 - 12

Março

Curso online: Sistema de Disposição Oceânica de Efluentes Sanitários (Emissários Submarinos): Noções básicas

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

25 - 26

Março

Curso online: Apresentações de impacto

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

15 - 16

Abril

Curso Presencial: MND: Introdução e Aprofundamento

08:00 - 17:00

Cursos AESabesp

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IFAT

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Por Sidney Seckler

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A situação dos reservatórios que abastecem os grandes centros urbanos do País é monitorada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), de forma permanente. Entre os principais, destaque para o Sistema Cantareira, em São Paulo, e o Reservatório Equivalente do Paraíba do Sul, responsável pelo abastecimento no Rio de Janeiro.

O monitoramento contínuo permite a antecipação de cenários críticos, ajuda na tomada de decisões técnicas e garante que o uso da água siga regras claras, criadas para enfrentar períodos de estiagem e reduzir riscos para a população.

Atuação indireta

Pela legislação brasileira, os serviços de saneamento básico, como a captação, tratamento e distribuição de água, são de responsabilidade dos estados e municípios. A atuação da União ocorre de forma indireta. No caso da ANA, o trabalho é voltado para a regulação e acompanhamento da água bruta, ou seja, o recurso disponível nos rios e reservatórios antes de passar pelo tratamento feito pelas companhias de saneamento.

A agência estabelece regras para o funcionamento de reservatórios localizados em rios que percorrem mais de um estado, conhecidos como rios federais, e acompanha dados, como nível da água, volume armazenado e vazões. Essas informações são públicas e servem de base para decisões técnicas e preventivas.

Sistema Cantareira

O Sistema Cantareira é um dos mais importantes do País, abastecendo cerca de metade da população da Região Metropolitana de São Paulo, além de municípios das bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. O sistema é formado por cinco reservatórios interligados e, desde 2018, conta com uma conexão com o reservatório de Jaguari, no Rio Paraíba do Sul, o que ampliou a segurança hídrica da região.

Após a crise hídrica de 2014 e 2015, a operação do Cantareira segue regras definidas. Elas estabelecem faixas de operação de acordo com o volume de água armazenado, o que traz mais previsibilidade e permite ajustes graduais no uso da água, evitando decisões emergenciais.

A gestão do sistema é realizada de forma conjunta pela ANA e Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas). As duas instituições acompanham diariamente os dados do reservatório para garantir equilíbrio entre o abastecimento da população e a preservação dos mananciais. No momento, o Cantareira opera na Faixa 4 – Restrição, conforme estabelecido na Resolução Conjunta nº 925, de 29 de maio de 2017. "As instituições acompanham os dados de níveis, vazões e armazenamento do manancial de modo a subsidiar decisões operativas. As agências reforçam a importância da adoção de medidas operacionais de gestão da demanda pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) no âmbito dos serviços de abastecimento de água, assim como recomendam a adoção de medidas pelos demais usuários para preservar o volume de água nos reservatórios", afirma a diretora-presidente interina da ANA, Ana Carolina Argolo.

Sistema Paraíba do Sul

A ANA também acompanha o principal manancial que abastece o Rio de Janeiro. O Sistema do Rio Paraíba do Sul fornece água para cerca de 11 milhões de pessoas na Região Metropolitana, incluindo os sistemas Guandu e Ribeirão das Lajes, fundamentais para o abastecimento do Grande Rio.

O Reservatório Equivalente do Paraíba do Sul é o maior manancial usado para o abastecimento da população fluminense e possui gestão integrada entre a União e os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Para organizar o uso compartilhado, a ANA atua junto aos órgãos estaduais por meio de regras que definem como os reservatórios e as estruturas de transposição de água devem funcionar, garantindo o abastecimento das cidades e a proteção dos rios.

Situação atual 

Atualmente, o volume útil do Sistema Cantareira está em 22,16%, enquanto o do Reservatório Equivalente do Paraíba do Sul, que engloba os reservatórios Funil, Santa Branca, Paraibuna e Jaguari, está em 38,92%. No dia 30 de janeiro do ano passado, o Cantareira estava com armazenamento de 51,68%, enquanto o Paraíba do Sul chegou a 68,21%.

A atuação conjunta das instituições é fundamental porque o sistema envolve diferentes estados e atende milhões de pessoas, exigindo planejamento, cooperação e acompanhamento constante. Nos dois sistemas, a gestão é baseada na cooperação entre os entes federativos e no uso de dados técnicos atualizados diariamente. A ANA disponibiliza essas informações ao público por meio de painéis de monitoramento, reforçando a transparência e permitindo que gestores, especialistas e a sociedade acompanhem a situação dos reservatórios. Os sistemas operam com base em regras definidas pela ANA, sempre em articulação com os órgãos gestores estaduais de recursos hídricos das respectivas bacias.

As resoluções com as condições de operação a serem observadas em cada um dos sistemas podem ser acessadas em:

Sistema Cantareira 
https://www.gov.br/ana/pt-br/legislacao/resolucoes/resolucoes-regulatorias/2017/925

Paraíba do Sul 
https://www.gov.br/ana/pt-br/legislacao/resolucoes/resolucoes-regulatorias/2015/1382

O trabalho desenvolvido pelo MIDR e ANA tem como foco a prevenção, planejamento e segurança hídrica, reduzindo riscos e fortalecendo a capacidade do Brasil de lidar com períodos de seca ou variações climáticas, dentro das competências definidas pela legislação.

MIDR monitora reservatórios para ajudar no abastecimento em SP e RJ

A rede municipal de ensino de Macaé retoma as atividades escolares nesta terça-feira (03), marcando o início de mais um ano letivo para cerca de 40 mil estudantes matriculados. A data está estabelecida pela portaria da Secretaria Municipal de Educação 152/2025 e representa o começo de um novo ciclo educacional para alunos, professores, gestores e famílias. A rede conta atualmente com 3.083 professores e 1.140 auxiliares de serviços.

As unidades escolares já estão prontas para receber os estudantes. O retorno dos servidores acontece nesta segunda-feira (02), data não letiva destinada à realização das reuniões pedagógicas em todas as escolas da rede. O momento é dedicado ao alinhamento das equipes, planejamento das ações do ano letivo e organização dos espaços escolares.

Atualmente, a rede municipal atende 107 escolas de Educação Básica, além das unidades integradas ao Sistema Municipal de Ensino, como o CAp, a Escola de Artes e os Centros Municipais de Educação e Atendimento Especializado ao Escolar (Cemeaes). Para este ano, há ainda a previsão de entrega de pelo menos mais três novas unidades escolares.

O secretário municipal de Educação, Matias Mendes, destaca a importância da volta às aulas para toda a rede. “A volta às aulas representa um momento muito importante para nossos alunos e para toda a rede municipal de ensino. É nesse período que reafirmamos o compromisso com uma educação pública de qualidade, pensada de forma ampla, que vai além da sala de aula e envolve planejamento, acolhimento e trabalho coletivo”, frisa.

Com 202 dias letivos previstos, o calendário escolar de 2026 atende plenamente às exigências da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996), garantindo o mínimo legal de 800 horas/aula. Além dos feriados nacionais, estaduais e municipais, o cronograma contempla o recesso escolar no mês de julho, assegurando períodos de descanso e reorganização pedagógica ao longo do ano.

Durante o período de recesso e férias, diversas escolas passaram por serviços de manutenção e reformas. Além disso, o município realizou recentes inaugurações de novas unidades escolares nos bairros Bosque Azul e Trapiche (Região Serrana), ampliando a estrutura física da rede pública municipal.

Para este ano, a Rede Pública Municipal de Macaé se organiza para atender: 596 turmas de Educação Infantil; 713 turmas dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental; 395 turmas dos Anos Finais do Ensino Fundamental; 27 turmas de Ensino Médio na Região Serrana; 20 turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA).

As turmas estão distribuídas em três turnos, conforme o atendimento de cada unidade escolar. As salas de aula contam com mobiliário adequado a cada segmento e cerca de 94% dos espaços são climatizados.

O secretário executivo de Educação Básica, Adalmir Cardoso, também ressaltou o significado do início do ano letivo. “O início de um novo ano letivo representa, ao mesmo tempo, desafios e a renovação da esperança para a rede municipal de ensino. Seguimos lidando com realidades complexas que exigem sensibilidade, preparo técnico e compromisso coletivo. A mudança na matriz curricular, aliada ao investimento em formação continuada, fortalece as equipes escolares e qualifica o trabalho pedagógico”, avalia.

Rede municipal de ensino de Macaé inicia ano letivo nesta terça

Companhia pretende dialogar com representantes de mais de 600 municípios até o fim de fevereiro A Copasa vai iniciar, nesta terça-feira (27/01), em Belo Horizonte, uma série estratégica de reuniões com prefeitos mineiros para aprofundar o diálogo sobre investimentos, segurança jurídica e os próximos passos da empresa rumo à desestatização. O primeiro encontro foi realizado na sede da Companhia e reuniu gestores municipais para tratar de melhorias operacionais e do cumprimento das metas do Novo Marco Legal do Saneamento. A meta é que, até o fim de fevereiro, a Copasa dialogue com representantes dos 636 municípios atendidos, alinhando estratégias para alcançar a universalização dos serviços de água e esgoto até 2033, conforme determina a legislação federal. 

A universalização só acontece com uma parceria sólida entre a Copasa e os titulares dos serviços.  missão é construir esse caminho com base na transparência e no planejamento conjunto, garantindo que a evolução da Companhia se traduza em serviços de excelência para a população mineira, afirma Marília Carvalho de Melo. Segurança jurídica e desenvolvimento regional Durante os encontros, a Companhia apresenta como o processo de desestatização e o ambiente regulatório vigente podem acelerar obras, ampliar investimentos e promover ganhos operacionais. Para os municípios, o benefício direto está na consolidação de contratos mais robustos, com metas claras, previsibilidade técnica e maior capacidade de planejamento. 

A pauta também inclui o impacto social e ambiental do saneamento, com destaque para a continuidade de programas essenciais, como a tarifa social para famílias de baixa renda, o repasse de recursos para políticas municipais, a proteção de mananciais e ações de educação ambiental. Com a agenda de diálogo permanente, a Copasa busca alinhar expectativas, fortalecer o vínculo com as prefeituras e assegurar que o processo de transição e o aprimoramento dos contratos resultem em mais desenvolvimento regional, saúde pública e qualidade de vida para a população de todas as regiões de Minas Gerais.

Companhia pretende dialogar com representantes de mais de 600 municípios até o fim de fevereiro

A Copasa vai iniciar, nesta terça-feira (27/01), em Belo Horizonte, uma série estratégica de reuniões com prefeitos mineiros para aprofundar o diálogo sobre investimentos, segurança jurídica e os próximos passos da empresa rumo à desestatização. O primeiro encontro foi realizado na sede da Companhia e reuniu gestores municipais para tratar de melhorias operacionais e do cumprimento das metas do Novo Marco Legal do Saneamento.

A meta é que, até o fim de fevereiro, a Copasa dialogue com representantes dos 636 municípios atendidos, alinhando estratégias para alcançar a universalização dos serviços de água e esgoto até 2033, conforme determina a legislação federal.

| A universalização só acontece com uma parceria sólida entre a Copasa e os titulares dos serviços. A missão é construir esse caminho com base na transparência e no planejamento conjunto, garantindo que a evolução da Companhia se traduza em serviços de excelência para a população mineira, afirma Marília Carvalho de Melo.

Segurança jurídica e desenvolvimento regional

Durante os encontros, a Companhia apresenta como o processo de desestatização e o ambiente regulatório vigente podem acelerar obras, ampliar investimentos e promover ganhos operacionais. Para os municípios, o benefício direto está na consolidação de contratos mais robustos, com metas claras, previsibilidade técnica e maior capacidade de planejamento.

A pauta também inclui o impacto social e ambiental do saneamento, com destaque para a continuidade de programas essenciais, como a tarifa social para famílias de baixa renda, o repasse de recursos para políticas municipais, a proteção de mananciais e ações de educação ambiental.

Com a agenda de diálogo permanente, a Copasa busca alinhar expectativas, fortalecer o vínculo com as prefeituras e assegurar que o processo de transição e o aprimoramento dos contratos resultem em mais desenvolvimento regional, saúde pública e qualidade de vida para a população de todas as regiões de Minas Gerais.

Copasa inicia série de reuniões com prefeitos para aprofundar diálogo sobre universalização do saneamento

O SaneGroup iniciou a operação de um hub voltado à estruturação e execução de projetos de saneamento básico, com sede no bairro de Pinheiros, na zona oeste da capital paulista. A iniciativa reúne consultores e empresas parceiras para prestar serviços técnicos, de engenharia e de gestão a contratos do setor de água e esgoto.

De acordo com a organização, o modelo concentra, em um mesmo espaço, profissionais de áreas como regulação, engenharia, gestão e sustentabilidade, além de empresas que podem assumir a implementação de obras e sistemas. A proposta é oferecer apoio desde a modelagem dos projetos até a execução.

A estrutura é dividida em três frentes. A primeira reúne consultores responsáveis por estudos técnicos e apoio regulatório. A segunda agrupa empresas que executam obras e serviços, podendo atuar por meio de SPEs (Sociedades de Propósito Específico). A terceira atua na prospecção de contratos e na articulação entre investidores, prestadores de serviço e operadores.

Segundo o grupo, a atuação está voltada a demandas relacionadas às metas de ampliação do acesso a água e esgoto previstas no Novo Marco Legal do Saneamento, que estabelece a universalização dos serviços até 2033.

SaneGroup inicia operação de hub para projetos de saneamento

MIDR monitora reservatórios para ajudar no abastecimento em SP e RJ

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Copasa inicia série de reuniões com prefeitos para aprofundar diálogo sobre universalização do saneamento

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