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Relatório de sustentabilidade no padrão internacional desafia empresas brasileiras

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14/01/26

Redução de risco traz boas expectativas para Sabesp e Copasa em momentos diferentes

Redução de risco traz boas expectativas para Sabesp e Copasa em momentos diferentes

14/01/26

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Eldorado Brasil Celulose inicia a operação de uma planta de secagem de lodo

14/01/26

Consulta pública de concessão de segurança hídrica da bacia dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí vai até 10 de fevereiro

14/01/26

Relatório de sustentabilidade no padrão internacional desafia empresas brasileiras

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Redução de risco traz boas expectativas para Sabesp e Copasa em momentos diferentes

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09 - 12

Setembro

Curso Online: Sistema de Disposição Oceânica de Efluentes Sanitários: Noções básicas.

09:00 - 13:00

Categoria:Cursos AESabesp - Online

16 - 25

Setembro

Curso On-line: Regulação ESG: aplicação e prática no setor de saneamento – avançado

14:00 - 17:00

Categoria:Cursos AESabesp - Online

29 - 02

Outubro

Curso Online - PSA - Plano de Segurança da Água

09:00 - 13:00

Categoria:Cursos AESabesp - Online

14

Novembro

Curso presencial: Técnicas de Soldagem em tubos e conexões de polietinelo - Eletrofusão

08:00 - 17:00

Categoria:Cursos AESabesp

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de hipoclorito de sódio com uma solução ácida?

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o seu consumo e posterior acondicionamento?

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A partir de 1º de janeiro de 2026, todas as empresas listadas na B3 terão de publicar relatórios de sustentabilidade seguindo normas internacionais, conforme o padrão definido pelo Comitê Brasileiro de Pronunciamentos de Sustentabilidade (CBPS). A medida, estabelecida pela Resolução CVM nº 193 de outubro de 2023, marca uma nova era de transparência e responsabilidade corporativa no mercado brasileiro. O prazo final para a primeira publicação é maio de 2027, junto ao formulário de referência, referente ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2026.

As empresas tiveram até o fim do ano passado para informar se pretendiam antecipar a divulgação para o exercício de 2025 (com divulgação até setembro de 2026), o que traz vantagens como: antecipação das informações ESG aos investidores, reconhecimento das companhias como referência em comunicação ESG, entre outros. Apesar disso, apenas oito das 358 empresas listadas na B3 decidiram antecipar o prazo, sendo que duas delas já publicaram relatórios referentes ao exercício de 2024.

Poucas companhias conseguiram antecipar a publicação, o que evidencia a complexidade do processo. Investidores terão de esperar até o prazo limite para acessar informações ESG consideradas materiais pelo CBPS. A expectativa é de alta demanda por especialistas e recursos para elaboração dos relatórios, especialmente diante das exigências de outros reguladores, como o Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Conselho Federal de Contabilidade (CFC). 

As demonstrações financeiras devem trazer mais detalhes sobre ESG, refletindo as conexões contábeis do novo relatório. "A adoção do padrão internacional de sustentabilidade é um avanço importante para o mercado de capitais brasileiro. Ela promove mais transparência, comparabilidade e acesso a fontes de financiamento internacionais", comenta Mauricio Colombari, sócio e líder de sustentabilidade na PwC Brasil. "No entanto, exige das empresas uma resposta coordenada entre áreas de sustentabilidade, contábeis, de controles e tecnológicas, além de revisão profunda da governança corporativa", completa.

Relatório de sustentabilidade no padrão internacional desafia empresas brasileiras

A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) e a Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) passaram, recentemente, por importantes marcos regulatórios. Enquanto a Sabesp (SBSP3) incorpora o reajuste tarifário, a Copasa (CSMG3) tem avançado com o processo de privatização.

A nova fase que cada companhia tem passado, dando sinais cada vez mais claros dos seus processos e potenciais, tem sido bem recebida pelo mercado. Em nova avaliação do setor de saneamento básico, o Itaú BBA manteve a recomendação de outperform (desempenho acima da média do mercado, equivalente à compra) para ambas as companhias e atualizou os preços-alvo para cada uma.

O preço-alvo da Sabesp foi elevado de R$ 147,10 por ação para R$ 154,50. Já a Copasa, subiu de R$ 43,20 para R$ 55,90 por ação.

Ainda que estejam partindo de um ponto semelhante, cada empresa tem seguido por uma direção distinta, oferecendo retornos em momentos diferentes. Para os analistas, desde a demonstração de resultados pós-privatização e o reajuste tarifário, a Sabesp tem oferecido mais potencial para o longo prazo.

Em paralelo, o preço-alvo da Copasa teve um aumento significativo, refletindo todo o potencial de valorização a partir da privatização – que ainda pode sair este ano – e os bons resultados nos últimos meses, chegando a ter um aumento de 68% das ações. De acordo com o banco, a companhia mineira tem sido mais atraente a curto prazo.

De maneira ampla, os analistas afirmam que ambas as empresas devem se beneficiar a longo prazo de um cenário macroeconômico favorável, dada a natureza de longa duração de seus fluxos.

Ajuste tarifário
O primeiro reajuste tarifário aplicado pela Sabesp sob o novo arcabouço regulatório foi um grande marco para a ação da companhia no ano passado. A incorporação, já muito aguardada pelo mercado, foi um dos principais movimentos da empresa na redução de risco da tese de investimento.

De acordo com o BBA, a movimentação foi essencial para esclarecer sobre o processo e a abordagem da agência reguladora, a Arsesp, que serão utilizados como base para os próximos reajustes, reduzindo os riscos e receios do mercado em relação à essa nova fase da Sabesp.

Em especial, em relação ao detalhamento sobre o uso de ajustes compensatórios para conciliar o arcabouço de natureza prospectiva (ouforward-looking, quando a tarifa é calculada com estimativas futuras) com o novo regime retrospectivo (ou backward-looking, quando o cálculo considera o histórico, passado)., garantindo ganhos e reduzindo perdas.

A reação do mercado corroborou a interpretação positiva dos analistas. Logo após a divulgação da nota técnica que detalhava esse processo, as ações da Sabesp apresentaram forte desempenho, com altas de 3%, acima do Ibovespa (de +1,6%).

O dado consolidado pela Arsesp, aponta um aumento tarifário de 6,8% a partir do dia 1º de janeiro deste ano. A Sabesp, entretanto, divulgou que o impacto tarifário efetivo deve atingir, aproximadamente, 10,6% em comparação com a tarifa reportada no ciclo anterior.

Crise hídrica
Apesar dos resultados positivos e as expectativas de longo prazo se mostrarem sólidas, o BBA destacou a atual crise hídrica como um ponto de observação. No momento em que o relatório foi elaborado, o Sistema Integrado Metropolitano (SIM), responsável pelo abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo, estava a 20,2% da sua capacidade.

Mesmo com essa preocupação, os analistas acreditam que a situação não represente um risco para a tese. Em primeiro lugar, o banco destaca que as condições dos reservatórios, ainda que graves, não estejam próximas dos níveis do período de escassez hídrica registrado em 2014/15. Em outro ponto, reconhecem que a companhia tem um sistema mais resiliente hoje, com a adoção de medidas preventivas que têm reduzido os impactos.

Privatização no radar
Para os analistas, a privatização da Copasa pode ser o principal catalisador de curto prazo para a tese de investimento da companhia. Em 2025, houve um avanço significativo do processo, que agora está em fase final de execução. A expectativa do BBA, é de que o processo seja concluído ainda em abril deste ano.

Desde dezembro, quando a Assembleia Legislativa de Minas Gerais aprovou o projeto de lei da privatização com mais detalhes sobre a viabilidade da mudança, o mercado tem respondido bem à nova fase da companhia. O detalhamento sobre o processo, segundo o BBA, foi essencial para reduzir incertezas e acalmar os investidores.

Mesmo com as expectativas altas, os analistas afirmam que o potencial com a privatização ainda não está totalmente precificado. Para o banco, que já incorporava uma possível valorização de 60%, a revisão pode ser ainda maior. Com a expansão do contrato para outros municípios, também deve aumentar as oportunidades para a companhia.

Em paralelo aos novos projetos, a Copasa está entrando em um novo ciclo tarifário (de 2026 para 2029), após um processo de revisão regulatória encerrado no último ano. De acordo com o banco, o reajuste tarifário formaliza a transição de um arcabouço regulatório que historicamente oferecia incentivos limitados à realização de investimentos e a ganhos de eficiência para um modelo mais semelhante ao atualmente aplicado à Sabesp.

A partir de agora, a companhia pode absorver os benefícios fiscais dos Juros sobre Capital Próprio (JCP), ao mesmo tempo em que eleva a remuneração do capital, uma mudança já esperada pelo mercado.

Redução de risco traz boas expectativas para Sabesp e Copasa em momentos diferentes

A Eldorado Brasil Celulose iniciou a operação de uma planta de secagem de lodo biológico na fábrica em Três Lagoas, MS, com objetivo de transformação de resíduos em energia e ampliação da eficiência ambiental de suas operações. O projeto, que utiliza tecnologia fornecida pelo grupo internacional Andritz, consolida o modelo de economia circular.

Com capacidade para processar até 22 toneladas de sólidos secos por dia, a planta secará o lodo biológico gerado a partir do processo do tratamento de efluentes industriais. Após a secagem, o material passa a ser usado como combustível na caldeira de força da fábrica, reduzindo significativamente o volume de resíduos enviados a aterros sanitários.

“Temos sustentabilidade e inovação como importantes direcionadores de negócio. Essa nova planta reforça e consolida nosso compromisso com a redução de impactos ambientais e o uso responsável dos recursos naturais”, diz Franco Picinalli Pereira, Gerente Executivo Industrial de Engenharia da Eldorado Brasil Celulose.

A operação é garantida pelo secador de pás, que assegura desempenho superior e estabilidade no processo de secagem. O projeto contempla ainda sistemas completos de manuseio, aspiração de ar, condensação de gases e automação, assegurando um processo limpo e controlado.

Eldorado Brasil Celulose inicia a operação de uma planta de secagem de lodo

O Governo de São Paulo recebe até 10 de fevereiro contribuições para a consulta pública da concessão de Drenagem e Segurança Hídrica: Barragens, iniciativa que integra o pacote de cerca de R$ 25 bilhões em investimentos estaduais voltados à segurança hídrica, à adaptação às mudanças climáticas e ao combate às enchentes. O projeto, segundo a Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI), é estratégico para fortalecer a resiliência do estado no médio e longo prazo, ampliando a capacidade de resposta frente a eventos extremos e garantindo maior segurança no abastecimento de água.

A concessão tem como foco a ampliação do sistema de captação e distribuição de água da bacia dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (Bacia PCJ), por meio do Sistema Adutor Regional (SAR-PCJ). O projeto também contempla a operação e manutenção das barragens de Pedreira e Duas Pontes e da Unidade de Tratamento de Rio (UTR) Camanducaia.

Desde 2023, o Governo de São Paulo investiu cerca de R$ 25 bilhões em um conjunto integrado de programas, obras e ações voltadas à segurança hídrica, ao combate às enchentes e à adaptação às mudanças climáticas. Coordenadas em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), por meio da SP Águas, as iniciativas alcançam todas as regiões do Estado e combinam recuperação ambiental, infraestrutura urbana e fortalecimento da gestão dos recursos hídricos, ampliando a capacidade de prevenção, monitoramento e resposta a eventos climáticos extremos, com impactos diretos na redução de riscos, na garantia do abastecimento de água e na melhoria da qualidade de vida da população.

Mais água e segurança para a Bacia PCJ

O objetivo do projeto é promover a resiliência hídrica através do melhor aproveitamento dos recursos hídricos, ampliando a disponibilidade de água para consumo humano e desenvolvimento econômico. A área de abrangência do projeto envolve 21 municípios, beneficiados direta ou indiretamente pelas infraestruturas: Americana, Amparo, Artur Nogueira, Atibaia, Bom Jesus dos Perdões, Campinas, Cosmópolis, Holambra, Hortolândia, Itatiba, Jaguariúna, Limeira, Louveira, Monte Mor, Nova Odessa, Paulínia, Pedreira, Santa Bárbara d’Oeste, Sumaré, Valinhos e Vinhedo.

Entre os principais benefícios esperados estão a regularização das vazões dos rios Camanducaia e Jaguari e das barragens Pedreira e Duas Pontes, com ganhos de até 17 mil litros de água por segundo; a preservação da qualidade da água dos mananciais; e a garantia de regularidade no abastecimento, aumentando a resiliência do sistema frente às mudanças climáticas e o crescimento populacional, atendendo imóveis de áreas urbanas, rurais e industriais.

O investimento total estimado ao longo dos 30 anos de concessão é de R$ 1,9 bilhão, abrangendo obras, sistemas e infraestrutura necessários para garantir maior resiliência hídrica à região das Bacias PCJ.

Durante a consulta pública, a sociedade poderá contribuir com sugestões para o aperfeiçoamento do projeto antes da publicação do edital de concessão. As contribuições deverão ser enviadas por escrito para o e-mail segurancahidricasarpcj@cpp.sp.gov.br, utilizando o formulário modelo disponibilizado na página do projeto no site da SPI. Serão consideradas as contribuições enviadas dentro do prazo e com todas as informações obrigatórias preenchidas. O regulamento também está disponível no site da secretaria.

Os documentos completos do projeto estão disponíveis no site e em ambiente virtual (data room). Para acesso aos materiais técnicos detalhados, é necessário realizar solicitação por e-mail, informando nome completo, CPF, e-mail, instituição, telefone e cidade do solicitante.

O projeto está sendo estruturado em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) e a Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas).

Consulta pública de concessão de segurança hídrica da bacia dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí vai até 10 de fevereiro

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