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Sanepar 63 anos: investimentos de R$ 13 bilhões consolidam empresa como motor de emprego e desenvolvimento no Paraná

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21/01/26

Itaú BBA projeta privatização da Copasa até abril e eleva ações

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Segurança hídrica: projetos apoiados pelo BRDE têm inscrições até 13 de fevereiro

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09 - 12

Setembro

Curso Online: Sistema de Disposição Oceânica de Efluentes Sanitários: Noções básicas.

09:00 - 13:00

Categoria:Cursos AESabesp - Online

16 - 25

Setembro

Curso On-line: Regulação ESG: aplicação e prática no setor de saneamento – avançado

14:00 - 17:00

Categoria:Cursos AESabesp - Online

29 - 02

Outubro

Curso Online - PSA - Plano de Segurança da Água

09:00 - 13:00

Categoria:Cursos AESabesp - Online

14

Novembro

Curso presencial: Técnicas de Soldagem em tubos e conexões de polietinelo - Eletrofusão

08:00 - 17:00

Categoria:Cursos AESabesp

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No próximo dia 23 de janeiro, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) completa 63 anos de fundação. Muito além de uma data no calendário, o aniversário marca um momento histórico de orgulho para os paranaenses: a empresa consolida-se como referência global em saúde pública e uma das maiores indutoras do desenvolvimento econômico do Estado. A Companhia acaba de anunciar o maior plano de investimentos de sua história: R$ 13,077 bilhões para o ciclo 2026-2030.

O montante, aprovado pelo Conselho de Administração em dezembro, confirma a vocação da Sanepar de investir maciçamente no próprio estado. Somente para 2026, serão R$ 2,6 bilhões destinados a obras de água e esgoto. "Nosso plano é a materialização da visão de que saneamento não é custo, é um investimento social e ambiental que gera retornos inestimáveis", afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

Por trás dos números bilionários, os recursos aplicados pela empresa têm um impacto real e imediato na vida das famílias paranaenses: a geração de emprego e renda. Segundo estudo do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), a demanda total da Sanepar sustentou quase 71 mil empregos diretos e indiretos no estado.

Esse impacto é sentido na pele e no bolso de trabalhadores como Valter Amorim. Pedreiro e morador do bairro Cajuru, em Curitiba, ele integra a equipe que trabalha na ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Atuba Sul.

"A Sanepar é uma empresa boa. Essa já é a terceira obra em que eu trabalho, mas aqui no Atuba Sul é maior do que as outras", conta Valter, que não esconde o orgulho de sua função. "A Sanepar oferece água de boa qualidade, saneamento básico digno e protege o meio ambiente, pois a água que sai aqui da estação é tratada e volta para o rio, 100% limpa."

Para José dos Santos, também pedreiro e prestador de serviço da Companhia há três anos, o trabalho vai além do salário no final do mês; é um legado. "Essa obra é um benefício que vai ficar também para os meus filhos e meus netos", destaca.

Aos 63 anos, Sanepar consolida-se como patrimônio do Paraná com aprovação de 8 em cada 10 paranaenses

MOTOR DA ECONOMIA - A capacidade da Sanepar de movimentar a economia é atestada pelos dados do Ipardes. Em 2024, a atividade da empresa teve um impacto de R$ 5,4 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná. Além disso, gerou R$ 2,3 bilhões em massa de remunerações e R$ 452 milhões em arrecadação de impostos.

"Nossos reflexos de trabalho vão muito além do saneamento. A Sanepar é uma das principais alavancas de desenvolvimento econômico e social do Paraná", reforça Wilson Bley. O presidente do Ipardes, Jorge Callado, corrobora: "Os resultados situam a Sanepar como uma das melhores do segmento no Brasil".

Apenas em 2025, projetos, obras e melhorias ultrapassaram 500 empreendimentos em todas as regiões do estado, incluindo a ampliação de grandes estações em Curitiba e Maringá. Em Cianorte, por exemplo, a implantação de 84 km de tubulações para a coleta de esgoto, ampliação da ETE Cantingueiro e implantação da ETE São Tomé II integram um pacote de obras com orçamento de R$ 132 milhões.

SUSTENTABILIDADE - O orgulho paranaense também se baseia em resultados técnicos que colocam o estado no topo dos rankings nacionais. Graças aos investimentos constantes da Sanepar:

Paraná é, por quatro anos consecutivos, o estado mais sustentável do Brasil (Ranking de Competitividade do Centro de Liderança Pública).
Curitiba possui o melhor saneamento entre as capitais brasileiras.
Universalização da água: 100% da população urbana dos 344 municípios atendidos no Paraná já conta com água potável — meta atingida 25 anos antes do prazo legal.
A Companhia foi reconhecida internacionalmente, recebendo o prêmio "Campeões do ODS 6" (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU), sendo considerada uma das melhores do mundo no setor pela Global Water Intelligence.

Olhando para os próximos 63 anos, a Sanepar projeta um futuro digital e sustentável. Além do concreto e das tubulações, a empresa avança na transformação digital com Inteligência Artificial e monitoramento remoto.

Ao completar mais um ano, a Sanepar reafirma seu compromisso: “Ser o orgulho dos paranaenses ao transformar investimentos em saúde, empregos em dignidade e água tratada em qualidade de vida”, afirma Bley.

Sanepar 63 anos: investimentos de R$ 13 bilhões consolidam empresa como motor de emprego e desenvolvimento no Paraná

A privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) pode ser concluída até abril, segundo avaliação do Itaú BBA. O banco também revisou para cima o preço-alvo das ações da estatal, passando de R$ 43,20 para R$ 55,90, diante do avanço do processo político, regulatório e institucional que envolve a venda do controle da empresa.

As informações constam em relatório do Itaú BBA divulgado na semana passada a investidores, segundo o portal jornalístico O Fator.

Entre os motivos citados pelo banco está a aprovação, em dezembro, da lei estadual que autoriza a privatização da Copasa. Para os analistas, a sanção da norma representa uma etapa decisiva do processo. “O projeto, agora, passa para as etapas corporativas, técnicas e de governança necessárias para o lançamento formal da oferta”, afirmam no relatório.

Outro ponto considerado relevante pelo Itaú BBA são as negociações com a Prefeitura de Belo Horizonte para a renovação do contrato de concessão. As tratativas avançaram no mês passado e resultaram em um memorando de entendimentos que prevê a extensão do vínculo entre as partes até 2073, reduzindo incertezas sobre a principal base de receitas da companhia.

A elevação do preço-alvo das ações também incorpora mudanças recentes no ambiente regulatório em Minas Gerais. O relatório destaca a nova lei-base da Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado, que ampliou as atribuições do órgão para fiscalizar atividades relacionadas ao saneamento básico, como drenagem pluvial e limpeza urbana, o que tende a fortalecer a previsibilidade regulatória do setor.

No início deste mês, os documentos relativos à privatização da Copasa foram encaminhados ao Comitê de Coordenação e Governança de Estatais (CCGE), órgão do Poder Executivo responsável por validar o andamento do processo. A definição do valor da empresa contará com laudos elaborados por Stocche Forbes, Ernst Young e BTG Pactual, que irão subsidiar o valuation da operação.

De acordo com a lei sancionada pelo governador Romeu Zema (Novo), os recursos obtidos com a privatização deverão ser destinados ao cumprimento das obrigações previstas no Programa de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados (Propag). Minas Gerais passou a integrar o programa em 31 de dezembro e, como contrapartida ao refinanciamento da dívida com a União, terá de aplicar entre 0,5% e 2% de seu passivo em políticas públicas, incluindo áreas como educação e infraestrutura.

Itaú BBA projeta privatização da Copasa até abril e eleva ações

Na capital baiana, os trabalhos vão contemplar as regiões do Largo da Calçada e dos bairros Luiz Tarquínio e Irmã Dulce, pontos frequentemente atingidos por alagamentos em períodos de chuva intensa. Já em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado, os recursos serão aplicados em obras estruturantes de drenagem urbana, voltadas para ampliar a capacidade de escoamento das águas pluviais.

As ações ficarão sob responsabilidade da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder) e têm prazo de execução previsto até 2028. “Essas obras de macrodrenagem são essenciais para proteger vidas, reduzir prejuízos causados pelas enchentes e garantir mais segurança para a população. Estamos falando de planejamento urbano responsável, que antecipa problemas e cuida das pessoas, especialmente de quem vive em áreas mais vulneráveis”, destacou a secretária de Desenvolvimento Urbano da Bahia, Jusmari Oliveira.

Os projetos integram a estratégia do Governo da Bahia de ampliar a infraestrutura urbana, alinhada às diretrizes da Política Nacional de Saneamento Básico, e buscam tornar as cidades mais preparadas para enfrentar os efeitos de eventos climáticos extremos.

Governo da Bahia investe R$ 91,9 milhões em obras de macrodrenagem em Salvador e Vitória da Conquista

As inscrições para a Teia de Soluções – CAMP Viva Água – Impactos positivos para a segurança hídrica entram na reta final e ficam abertas até 13 de fevereiro de 2026. O processo vai selecionar e apoiar financeiramente projetos em cinco estados (Bahia, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais) com foco em respostas práticas aos desafios de água e clima.

A iniciativa resulta da cooperação entre Fundação Grupo Boticário, BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), Secretaria do Meio Ambiente do Estado da Bahia e Fundação Araucária, com apoio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (Seti). A chamada pública prevê até R$ 10,5 milhões para ações que combinam conservação da natureza, adaptação climática, geração de renda e melhoria da qualidade de vida, mirando impactos duradouros sobre a segurança hídrica.

Os projetos deverão se enquadrar em um de dois eixos. O primeiro, Infraestrutura Natural para Água, busca integrar a natureza às estratégias de segurança hídrica, como restauração e proteção de ecossistemas com papel direto na regulação de vazões e na qualidade da água. O segundo, Empreendedorismo e Água, é voltado a modelos de negócio sustentáveis associados ao uso responsável dos recursos hídricos. Em ambos os casos, as propostas precisam considerar cenários futuros de mudança climática, como forma de aumentar a eficácia no longo prazo. 

A seleção será feita em duas etapas. Na fase inicial, os proponentes enviam proposta simplificada, vídeo-pitch e documentação. As iniciativas escolhidas avançam para uma etapa de detalhamento das soluções com entrega de produtos específicos e a oportunidade de participar de capacitações antes de uma nova rodada de avaliação.

A edição também marca a ampliação do Movimento Viva Água, com a inclusão de bacias estratégicas em São Paulo (Sistema Cantareira) e na Bahia (rios Joanes e Jacuípe). Com isso, o movimento passa a atuar em territórios com alcance estimado de mais de 15 milhões de pessoas, e perspectiva de expansão até 2030.

Criada para estimular a cocriação de soluções ambientais inovadoras, a Teia de Soluções acumulou, desde 2020, mais de 1,2 mil pessoas capacitadas e quase 300 iniciativas aprimoradas, reunindo especialistas de diferentes áreas e regiões do País. 

Fundo Verde
O apoio do BRDE ao programa ocorre por meio do Fundo Verde, mecanismo da instituição voltado a impulsionar iniciativas com benefícios ambientais mensuráveis, como conservação e restauração de ecossistemas, adaptação às mudanças climáticas e uso sustentável de recursos naturais, em uma frente dedicada a direcionar capital para projetos que conciliem desenvolvimento e proteção do meio ambiente. (Agência Estadual de Notícias) 

Serviço

Teia de Soluções – CAMP Viva Água – Impactos positivos para a segurança hídrica

Inscrições: até 13 de fevereiro, às 18h

Informações e edital (site oficial).

Segurança hídrica: projetos apoiados pelo BRDE têm inscrições até 13 de fevereiro

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