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Vazamento em rede de distribuição exige reparo e paralisa fornecimento na manhã desta terça-feira

Vazamento em rede de distribuição exige reparo e paralisa fornecimento na manhã desta terça-feira

18/02/26

Bacia do Rio Urucuia recebe projeto de R$ 104 milhões

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Entenda como a água da Billings vai reforçar a resiliência hídrica de São Paulo

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11 - 12

Fevereiro

Curso Online: Projetos Ágeis, Resultados Concretos

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

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Março

Curso online: Sistema de Disposição Oceânica de Efluentes Sanitários (Emissários Submarinos): Noções básicas

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

25 - 26

Março

Curso online: Apresentações de impacto

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

15 - 16

Abril

Curso Presencial: MND: Introdução e Aprofundamento

08:00 - 17:00

Cursos AESabesp

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IFAT

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Fenasan

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ENA

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Aula 56 - Porque não se pode misturar uma solução
de hipoclorito de sódio com uma solução ácida?

Por Sidney Seckler

Aula 55 - Porque refrigerantes perdem "gás" após
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Por Sidney Seckler

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O DAEV S.A. realizou uma interrupção emergencial no abastecimento de água na manhã desta terça-feira (17), em razão de um vazamento na rede de distribuição do Centro e Jardim Ribeiro e Jardim Ribeiro.

O problema foi identificado na Rua Rosa Giardeli Manprim, o que exigiu a paralisação temporária do fornecimento para a execução do reparo emergencial. A interrupção teve início às 9h45, afetando moradores da região central da cidade.

Segundo a equipe operacional do DAEV, a previsão é de que o abastecimento seja retomado gradativamente a partir das 14h, podendo ocorrer oscilações de pressão até a completa normalização do sistema.

Para mais informações, os usuários podem entrar em contato com o DAEV pelo telefone 08000-13 3839.

Vazamento em rede de distribuição exige reparo e paralisa fornecimento na manhã desta terça-feira

O Noroeste de Minas Gerais vai receber um conjunto de ações para recuperar áreas degradadas, proteger nascentes e ampliar a oferta de água para a população e a produção rural. Com investimento de R$ 104 milhões, o trabalho faz parte do Projeto Pró-Águas Urucuia, coordenado pela Secretaria Nacional de Segurança Hídrica do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), em parceria com o Ibama. A iniciativa vai atender 14 municípios localizados na região da Bacia do Rio Urucuia.

De competência do Departamento de Revitalização de Bacias Hidrográficas e Planejamento em Segurança Hídrica (DRHB), a ação prevê intervenções em mais de 2 mil hectares na região, considerada estratégica para a manutenção das vazões do Rio São Francisco e para a segurança hídrica regional. "O Pró-Águas Urucuia representa um marco para o Programa Nacional de Revitalização de Bacias Hidrográficas, a partir da destinação de recursos oriundos de multas ambientais para a restauração florestal numa das regiões que mais sofrem com a exploração excessiva dos recursos hídricos no País", destaca Nelton Friedrich, diretor do DRHB.

Com prazo de execução de 60 meses, o projeto busca ampliar a disponibilidade de água para abastecimento humano, dessedentação animal e produção agrícola, promovendo também o desenvolvimento sustentável no Noroeste de Minas Gerais.

As ações incluem práticas de conservação do solo e da água e recomposição da vegetação nativa em áreas degradadas, contribuindo para a melhoria da infiltração de água no solo, a proteção de nascentes e a regularização do fluxo hídrico ao longo da bacia. A iniciativa reforça a estratégia nacional de revitalização de bacias hidrográficas e integra políticas públicas voltadas à adaptação às mudanças climáticas e ao uso sustentável dos recursos naturais.

Investimentos e execução

O investimento total previsto é de R$ 104 milhões. Na primeira fase, já aprovada pelo Ibama, foram destinados R$ 28 milhões, com a liberação inicial de R$ 8 milhões para as etapas iniciais do projeto. Essa fase contempla a recuperação de 520 hectares de áreas degradadas.

A execução foi autorizada a partir de junho de 2025, com a formação de uma Comissão de Fiscalização composta pela SNSH, Ministério do Meio Ambiente e Ibama, cuja primeira reunião ocorreu em 4 de junho de 2025.

As ações serão realizadas em 14 municípios, 12 em Minas Gerais e dois em Goiás, incluindo Arinos, Buritis, Chapada Gaúcha, Uruana de Minas, Urucuia, Pintópolis, Riachinho, São Romão, Bonfinópolis de Minas e Santa Fé de Minas, além de Formosa e Cabeceiras, em Goiás.

Ao promover a recuperação ambiental e a gestão sustentável dos recursos hídricos, o Pró-Águas Urucuia deverá contribuir para a resiliência hídrica da região, a preservação do Rio São Francisco e a melhoria das condições de vida das populações locais, beneficiando comunidades rurais e atividades produtivas que dependem diretamente da disponibilidade de água.

Bacia do Rio Urucuia recebe projeto de R$ 104 milhões

O Carnaval da Alegria prosseguiu nesta terça-feira (17), com muitas atrações que animaram foliões de todas as idades que estavam curtindo a Praia dos Cavaleiros.

Quem estava no local pôde assistir todo o talento e desenvoltura dos integrantes da Charanga Lyra. As marchinhas que atravessam gerações encantou o público  e não deixou ninguém parado. O grupo foi bastante aplaudido por quem estava assistindo a apresentação nos restaurantes da orla.

A auxiliar administrativo, Mariane Caetano, conta que é de Macaé e estava no restaurante com os seus familiares quando o cortejo passou.

“É a primeira vez que saio no Carnaval e a música me chamou atenção. Achei super interessante valorizar a Lyra que é centenária em nossa cidade. Todos estão de parabéns e gostei muito”, contou.

Não só os moradores e turistas que gostaram da ideia do cortejo. A ambulante Érica dos Santos, que vende bebidas na praia, elogiou a programação.

“O Carnaval em Macaé está muito organizado e, além disso tive boas vendas durante esse período, foi muito bom”, disse. 

Logo em seguida, foi a vez do trio Batukada Brasil, que existe há 20 anos com 10 integrantes, a banda apresentou um repertório cheio de energia com muito Axé, Pop Rock e Hits mais tocados durante este Carnaval em todo país.

O vendedor, Paulo Oliveira, conta que não perdeu um dia de trio. “Gostei muito de todos os dias. Pude dançar e brincar tranquilamente, pois a segurança está de parabéns”, comentou.

Já quem preferiu curtir a noite do último dia de folia, pode assistir a apresentação da Cia Mistura do Bem no Macaé Dance Folia no Palco Cavaleiros, em seguida foi a vez da cantora Sarah Freitas e para encerrar em grande estilo o grupo Monobloco. Os intervalos teve a animação do DJ Aries.

No Bar do Coco, a animação foi com Luan Nascimento e Jeferson Danilo. Em Glicério, as meninas do grupo Sou Mais Elas animaram os foliões da região serrana. Em seguida foram as apresentações dos cantores Bira Bello e Érica Carvalho.

No Sana, as apresentações foram com Hulle Records, Jac Esteves e Tati Veras.

Carnaval da Alegria agita foliões nos Cavaleiros

Considerada uma das estratégias mais importantes do Plano de Segurança Hídrica do Estado de São Paulo para acelerar a resiliência hídrica, a interligação Billings-Alto Tietê teve início em janeiro e deve ser entregue à população em 2027.

A obra permitirá a captação de até 4 mil litros de água bruta por segundo  no braço do Rio Pequeno, na represa Billings, em São Bernardo. A água será bombeada para a represa Taiaçupeba, fortalecendo o Sistema Integrado Metropolitano, que abastece a Grande São Paulo e beneficia cerca de 22 milhões de pessoas. O investimento é de R$ 1,4 bilhão.

Com isso, a represa Billings, cuja captação para abastecimento era pequena, passa a ter papel fundamental nos planos de resiliência hídrica do Governo de São Paulo. Isso porque a represa Billings, sozinha, tem capacidade de armazenar mais água que todas as represas do Sistema Cantareira (são cinco), somadas.

A capacidade total de armazenamento de água da Billings chega a 1,13 trilhão de litros, enquanto as represas de Jaguari, Jacareí, Cachoeira, Atibainha e Paiva Castro, que compõem o Sistema Cantareira, possuem, juntas, um total de 982 bilhões de litros de capacidade,  segundo dados da Sabesp.

Mais chuvas

Em função das mudanças climáticas, as chuvas, que já estão muito abaixo das médias históricas, tendem a se tornar cada vez mais irregulares e pulverizadas. 

Esse é outro ponto que torna estratégica a captação de água na Billings. Por estar próxima à Serra do Mar, ela recebe mais chuvas do que as represas do Cantareira, que estão no Alto Tietê, em locais diversos e conectadas por túneis subterrâneos.  Outro ponto importante é que a Billings está em um só plano e tem mais de 100 km de extensão, aumentando a probabilidade de captação de águas pluviais.

A proximidade do manancial com a Capital também é um fator determinante, já que a represa está nos limites da cidade, com pouco desnível topográfico em relação a outra fontes, e por isso o gasto com obras e custo de energia para o bombeamento dessa água é muito menor do que quando retirada de regiões distantes da Grande São Paulo.

“A ampliação da captação da represa Billings vai fortalecer o Sistema Integrado Metropolitano e garantir segurança de abastecimento para todas as famílias que vivem na Grande São Paulo. A interligação com o Alto Tietê é mais um passo nesse projeto de segurança hídrica formulado pelo Governo de SP, em parceria com a Sabesp”, disse a secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de SP, Natália Resende.

Escassez de água

A Região Metropolitana de São Paulo enfrenta uma situação hídrica historicamente desafiadora. De acordo com a Sabesp, a disponibilidade de água per capita local é extremamente baixa – em torno de 143m3/s  por habitante ao ano, comparável a regiões semiáridas e muito abaixo do recomendado internacionalmente. Esse quadro se deve à grande concentração populacional e à limitada oferta natural de água na bacia. 

Em 2025, a região atravessou uma das piores estiagens em 10 anos, com índices de chuva entre 40% e 70% abaixo da média e vazões afluentes drasticamente reduzidas. Os efeitos das mudanças climáticas já são evidentes: chuvas cada vez mais irregulares, ondas de calor mais frequentes e demanda elevada agravam a escassez hídrica.

Universalização

O Plano de Segurança Hídrica previsto no novo contrato da Sabesp, firmado após o processo de desestatização promovido pelo Governo de São Paulo, prevê o investimento de R$ 70 bilhões até 2029 para universalizar a oferta de água e esgoto em todo o estado de São Paulo.

O Estado de São Paulo recebeu em 2025 o maior investimento da história em obras para ampliar o acesso da população à água e esgoto tratado. Foram R$ 15,2 bilhões aplicados pela Sabesp, valor 120% superior aos R$ 6,9 bilhões do ano anterior.

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