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Água no Litoral do Paraná: Sanepar explica nova estratégia

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02/01/26

Prefeitura de Salto decreta estado de emergência hídrica e apresenta medidas à Câmara Municipal

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Prefeitura de Salto decreta estado de emergência hídrica e apresenta medidas à Câmara Municipal

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Curso Online: Sistema de Disposição Oceânica de Efluentes Sanitários: Noções básicas.

09:00 - 13:00

Categoria:Cursos AESabesp - Online

16 - 25

Setembro

Curso On-line: Regulação ESG: aplicação e prática no setor de saneamento – avançado

14:00 - 17:00

Categoria:Cursos AESabesp - Online

29 - 02

Outubro

Curso Online - PSA - Plano de Segurança da Água

09:00 - 13:00

Categoria:Cursos AESabesp - Online

14

Novembro

Curso presencial: Técnicas de Soldagem em tubos e conexões de polietinelo - Eletrofusão

08:00 - 17:00

Categoria:Cursos AESabesp

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Aula 56 - Porque não se pode misturar uma solução
de hipoclorito de sódio com uma solução ácida?

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Aula 55 - Porque refrigerantes perdem "gás" após
o seu consumo e posterior acondicionamento?

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O aumento no consumo de água no feriado de Ano Novo no Litoral do Estado provocou mudanças na estratégia da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Nessa quinta-feira (dia 1º de janeiro), a empresa divulgou nota explicando como está tratando a questão em Guaratuba, Matinhos e Pontal do Paraná.

“A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) informa que nesta quinta-feira (1º/1) segue com a estratégia de gestão de pressão no sistema de distribuição de água em Matinhos, Pontal e Guaratuba. Esse procedimento consiste em aumentar ou reduzir os níveis de pressão conforme a dinâmica do perfil de consumo ao longo do dia, com isso foi possível atingir o objetivo de recuperar os níveis dos reservatórios. Assim, nesta manhã, a distribuição está sendo realizada normalmente com a capacidade máxima de bombeamento nos três municípios”, explicou a Sanepar.

“Em pontos em que é necessário um reforço da pressão para o transporte da água, a Companhia está injetando no sistema um volume extra com as reservas dos contêineres modulares e caminhões pipa. A Sanepar segue monitorando e analisando o consumo, caso seja necessário, pode realizar novas reduções temporárias na pressão da rede de distribuição”, completou a nota da empresa.

Consumo de água na virada
De acordo com a Sanepar, o dia 31 de dezembro é historicamente o de maior consumo de água no Litoral do Paraná ao longo do ano. Apenas na última semana, a média de consumo foi 20% superior à registrada no mesmo período do ano passado, reflexo direto do grande fluxo de turistas na região.

Para esta temporada de verão, a estimativa é que mais de 3 milhões de pessoas passem pelo litoral paranaense, o que pressiona ainda mais os sistemas de abastecimento. A Sanepar reforça o pedido de uso consciente da água, especialmente em horários de pico, para que o fornecimento seja mantido de forma equilibrada para todos.

Água no Litoral do Paraná: Sanepar explica nova estratégia

A Prefeitura de Salto decretou estado de emergência hídrica pelo prazo de 180 dias em razão da forte estiagem, da criticidade e da escassez de recursos hídricos no município. O Decreto Municipal nº 325 foi publicado no Diário Oficial desta quarta-feira (31) e tem como objetivo evitar o colapso no sistema público de abastecimento de água tratada.

Assinado pelo prefeito José Geraldo Garcia, o decreto reconhece oficialmente a situação crítica enfrentada pelo município em relação à quantidade e à qualidade da água disponível para captação, além do risco de comprometimento da continuidade do abastecimento, o que poderia afetar condições básicas de higiene e consumo da população.

Com a publicação do decreto, o Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Salto (SAAE) fica autorizado a adotar uma série de medidas emergenciais. Entre elas está a possibilidade de reduzir ou, se necessário, interromper temporariamente o fornecimento de água para residências, comércios e empresas, em horários e datas definidos em plano estratégico, que deverá ser amplamente divulgado pelos canais oficiais.

O decreto também autoriza a dispensa de licitação para a contratação de obras, serviços e aquisição de bens voltados à adução, infraestrutura, tratamento e distribuição de água, desde que respeitados os limites legais e orçamentários. A medida visa agilizar ações emergenciais para evitar o agravamento da crise no abastecimento.

Outra autorização prevista é a adoção de meios alternativos para garantir o fornecimento de água potável a unidades consideradas essenciais, como hospitais, unidades de saúde, escolas, creches e outros serviços públicos que possam ser afetados ou estejam em risco de desabastecimento.

O texto do decreto estabelece ainda que, durante o período de vigência do estado de emergência, o SAAE deverá manter campanhas informativas e educativas voltadas ao uso racional e consciente da água, com orientações para a redução do consumo e o combate ao desperdício, por meio de ampla divulgação nos canais oficiais de comunicação.

O decreto entrou em vigor na data de sua publicação, em 31 de dezembro de 2025, e revoga disposições em contrário.

Prefeitura de Salto decreta estado de emergência hídrica e apresenta medidas à Câmara Municipal

O Governo do Rio Grande do Norte acompanha, atualmente, a situação de 69 reservatórios responsáveis pela segurança hídrica da população potiguar. Segundo o mais recente relatório do Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (Igarn), as reservas hídricas superficiais do Estado acumulam 2,01 bilhões de metros cúbicos de água, o que corresponde a 38,08% da capacidade total de armazenamento, estimada em 5,29 bilhões de metros cúbicos.

O volume representa uma redução significativa em relação ao fim de 2024, quando os reservatórios monitorados armazenavam 2,85 bilhões de metros cúbicos, o equivalente a 62,82% da capacidade então considerada. A queda percentual também reflete a inclusão da barragem de Oiticica no sistema de monitoramento, após a conclusão de sua obra. O reservatório, um dos maiores do Estado, acumula atualmente 108,8 milhões de metros cúbicos, apenas 14,66% de sua capacidade total, de 742,6 milhões.

A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do Rio Grande do Norte, registra atualmente 1,07 bilhão de metros cúbicos, o que corresponde a 45,30% da capacidade total. No final de 2024, o manancial operava com 1,61 bilhão de metros cúbicos, ou 67,97% de seu volume máximo, evidenciando a retração ao longo do último ano.

Situação semelhante é observada na barragem Santa Cruz do Apodi, que hoje acumula 333,4 milhões de metros cúbicos, equivalentes a 55,60% da capacidade. Em dezembro de 2024, o reservatório mantinha 71,58% do volume total. Já a barragem Umari, em Upanema, apresenta 53,17% da capacidade, ante 78,09% no fim do ano passado.

O cenário mais preocupante está concentrado na região do Seridó, que apresenta o menor percentual de acúmulo de água do Estado. Os reservatórios monitorados na região somam 161,6 milhões de metros cúbicos, apenas 14% da capacidade total de armazenamento, estimada em 1,19 bilhão de metros cúbicos. Entre os principais mananciais, a barragem Marechal Dutra, conhecida como Gargalheiras, acumula 48,32% da capacidade, abaixo dos 74,73% registrados no final de 2024.

A situação é ainda mais crítica em reservatórios de menor porte. O açude Dourado, em Currais Novos, opera com 13,89% da capacidade, frente a quase 54% no fim do ano passado. O levantamento do Igarn indica ainda que 18 reservatórios do Estado apresentam volumes inferiores a 10% da capacidade total, incluindo o açude Itans, em Caicó, que se encontra seco.

Também figuram na lista mananciais como Passagem das Traíras, em São José do Seridó, com apenas 0,03% da capacidade, Sabugi, em São João do Sabugi, com 1,12%, e Lulu Pinto, em Luís Gomes, praticamente vazio, com 0,01%. Os dados reforçam o alerta para a necessidade de gestão rigorosa dos recursos hídricos e de planejamento para enfrentar períodos de estiagem prolongada no Estado.

Reservatórios do RN operam com 38% da capacidade e Seridó concentra situação mais crítica

Somente 63 municípios brasileiros estão próximos da universalização do saneamento básico, segundo o Ranking ABES da Universalização do Saneamento 2025, elaborado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES). O número representa apenas 2,54% das 2.483 cidades analisadas, que juntas concentram cerca de 80% da população do país, incluindo todas as capitais.

Na avaliação geral de todos os municípios brasileiros, o cenário é ainda mais restrito: apenas 1,13% alcançou a categoria máxima, denominada “Rumo à universalização”.

A maior parte das cidades permanece em estágios intermediários do ranking:

74,22% estão classificadas em “Empenho para a universalização”;
12,36% figuram na categoria “Compromisso com a universalização”;
10,87% ainda se encontram nos “Primeiros passos para a universalização”.
O estudo analisou cinco indicadores fundamentais do saneamento básico: abastecimento de água; coleta de esgoto; tratamento de esgoto; coleta de resíduos sólidos domiciliares; e disposição final adequada de resíduos sólidos urbanos.

Recorte por região
De acordo com o levantamento, todas as regiões do país apresentam municípios no patamar de menor desempenho, classificados como “Primeiros passos para a universalização”. As regiões Sudeste e Sul, no entanto, concentram os municípios com melhor desempenho, reunindo os municípios posicionados na categoria mais elevada do ranking.

Em todas as regiões, a maior parte das cidades está reunida na categoria “Empenho para a universalização”, indicando avanços ainda insuficientes para atingir a cobertura plena dos serviços.

Entre as capitais, apenas Curitiba (PR) foi classificada como “Rumo à universalização”. Outras cinco — Salvador (BA), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF) e João Pessoa (PB) — aparecem no segundo nível, “Compromisso com a universalização”. Porto Velho (RO) ocupa a última colocação, na categoria “Primeiros passos”, enquanto as demais capitais permanecem em “Empenho para a universalização”.

Saneamento básico e saúde
O estudo também evidencia a relação direta entre saneamento básico e saúde pública. Municípios mais próximos da universalização apresentam taxas significativamente menores de internações por doenças relacionadas à falta de saneamento adequado.

Nas cidades com mais de 100 mil habitantes, a média de internações cai de 46,78 por 100 mil habitantes, nos municípios classificados como “Primeiros passos”, para 14,16 por 100 mil naqueles que alcançaram o patamar “Rumo à universalização”. Entre municípios de menor porte, a diferença é ainda mais expressiva.

Investimento em saneamento básico
Apesar da importância do setor, os investimentos seguem abaixo do necessário. Dados do Ranking do Saneamento 2025, do Instituto Trata Brasil, mostram que o investimento médio em saneamento básico nas 100 cidades mais populosas do país foi de R$ 103,16 por habitante em 2023. O valor é inferior aos R$ 138,68 registrados em 2022 e menor que a média nacional, estimada em R$ 126,97, segundo o SINISA 2023.

Para o ambientalista Delton Mendes, é preciso criar uma estrutura que permita o avanço dos investimentos no setor, com vistas a aumentar a cobertura dos serviços básicos de saneamento no país.

“Eu acho que existe um subfinanciamento, ou seja, muitos operadores de saneamento enfrentam um histórico de subfinanciamento, resultando em uma infraestrutura insuficiente, com muita defasagem também técnica, inclusive com falta de investimento consistente ao longo de muito tempo dos anos, o que compromete, claro, a capacidade de expansão e melhoria no serviço de saneamento básico.” Com informações de Brasil 61.

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